terça-feira, 1 de julho de 2014

WALEWSKA FECHA COM O MINAS PARA A TEMPORADA 2014/2015

Walewska agradece a torcida. – Foto: Felipe Christ/Vôlei Amil 
Foto: Felipe Christ/Vôlei Amil

Campeã olímpica nos Jogos de Pequim, em 2008, Walewska está de casa nova. Defendendo as cores do Campinas de maio de 2012 até a última temporada da Superliga feminina de vôlei, a central acertou o seu contrato com o Minas, onde foi revelada. A mineira de Belo Horizonte, de 34 anos, fica no clube até o fim da da próxima temporada. 

O técnico do Minas, Marco Queiroga, aprovou a contratação da atleta. Segundo ele, a central dará muita qualidade e experiência ao grupo mineiro. 

- A Walewska é um sonho antigo do Minas. O clube formou a atleta e abriu as portas do vôlei para ela. Temos a grata felicidade de contar com esta jogadora de altíssimo nível. Ela tem uma liderança muito grande, qualidade técnica indiscutível, experiência de campeã olímpica e experiência internacional - avaliou Queiroga.

Entre as conquistas importantes de Walewska em sua passagem pela seleção brasileira estão o bronze nas Olimpíadas de Sidney, em 2000, o tricampeonato do Grand Prix (2004, 2006 e 2008) e o ouro nos Jogos Pan-Americanos de Winnipeg, em 1999, e na Copa dos Campeões de 2013, em Tóquio, no Japão.

fonte: globoesporte.com

sexta-feira, 13 de junho de 2014

MIHAJLOVIC JOGARÁ PELO OMICHKA DA RÚSSIA

 Alexandre Arruda/CBV

Apesar do desejo de permanecer no Brasil na temporada 2014/15, para buscar o bicampeonato particular da Superliga pela Unilever, a ponteira Mihajlovic seguirá a carreira no Omichka Omsk-RUS. 

"É uma grande oportunidade jogar na Rússia. Tive uma grande temporada no Brasil e agora vou jogar em uma das ligas mais fortes da Europa. O Omichka é um grande clube, com grandes ambições. Espero corresponder às expectativas", afirmou Mihajlovic. 

Medalhista de bronze no último Russo feminino de vôlei, a nova equipe da sérvia tem vaga assegurada na Liga dos Campeões.

fonte: saque viagem

FABI NÃO JOGA MAIS PELA SELEÇÃO: "A sensação é de que a missão está cumprida"

Aos 34 anos, líbero bicampeã olímpica anuncia fim de sua trajetória com a
camisa do Brasil, mas seguirá em quadra defendendo o Rio de Janeiro

 

De uns tempos para cá, um pensamento recorrente tomou conta de Fabi. O "claro que sim" virou "não sei". A disputa dos Jogos do Rio, em 2016, começou a parecer mais distante. Vestir pela última vez a camisa da seleção, jogando no quintal de casa, diante dos olhos da família e dos amigos, era tudo o que ela queria. Mas a caminhada acabou sendo abreviada. Nesta sexta-feira, no CT de Saquarema, a bicampeã olímpica comunicou que daqui em diante será apenas mais uma torcedora do time que ajudou a transformar em potência.

- Eu vinha amadurecendo há algum tempo essa ideia. Um casamento no qual você tem dois filhos (duas medalhas olímpicas), não pode terminar assim. Você pensa, analisa os fatos, vê se você contribuiu nessa relação, se você deu o seu melhor - explicou.

Aos 34 anos, a melhor líbero do mundo seguirá apenas atuando pelo Rio de Janeiro. Decidiu que é hora de passar o bastão para as mãos de Camila Brait. Chegou a pensar seriamente nisso pouco antes das Olimpíadas de Londres. Embora estivesse mostrando a mesma entrega e desempenho, achava que o corpo tratava de lembrar que não era o mesmo de quando tinha 25. Desde então, se viu mergulhada na nostalgia. Passou a aproveitar e registrar todos os momentos. Começou a dividir treinos com estudo - faculdade de Administração a distância e inglês - já pensando na próxima fase. Era preciso decidir algo tão importante no momento certo.

- No ano passado, eu ainda não estava muito madura para tomar essa decisão. Em 20 minutos, Zé Roberto me convenceu de que eu estava equivocada. Essa é uma decisão íntima, não tenho como dizer se é certa ou errada. Mas eu sabia que esse dia iria acontecer. Para um atleta, é muito difícil saber a hora e o dia de parar. A sensação é de que a missão está cumprida - afirmou.
Virar uma página tão importante de sua vida, deixando para trás a seleção, nunca foi algo fácil para Fabi. Precisou ouvir outros grandes nomes, das quadras e até dos gramados, que já haviam passado por aquele momento para começar a conviver melhor com a ideia.  Sempre quis defender aquelas cores, ganhar aqueles títulos. E precisou de muito empenho para chegar a ser a dona daquela posição.

vôlei José ROberto guimarães e Fabi brasil treino (Foto: Danielle Rocha) 
Fabi e José Roberto Guimarães conversam fora da quadra: adeus foi muito pensado (Foto: Danielle Rocha)

Primeiro precisou convencer os vizinhos bons de bola de seu condomínio em Irajá de que apesar de pequena e magrinha tinha habilidade suficiente para ganhar um lugar no time. Na primeira chance que teve, se jogou sem medo de se machucar, para efetuar defesas. Não fugia das "pancadas" e deixou de ser "café com leite" aos olhos da turma. Passou a gostar ainda mais de vôlei por causa da Geração de Ouro de 92.

Motivada por aquela então inédita medalha olímpica dourada, virou a craque do time do colégio e só depois de ganhar um Intercolegial fez a mãe entender que não teria mais como insistir em tirar o vôlei do seu caminho. Tinha a certeza de que dona Vera, que sonhava com uma carreira mais convencional para a filha, ainda a veria dando muita entrevista na televisão. As portas se abriram no Flamengo. A rotina da então atacante para ir e voltar da Gávea consumia boas horas do dia, paciência e investimento dos pais, um motorista de táxi e uma manicure.

Depois de defender o Rubro-Negro foi jogar em Macaé. Fez o caminho de volta para o Flamengo até ser chamada por Isabel para o Vasco, onde foi campeã estadual em 2000. Aceitou em seguida a proposta para se mudar e jogar pelo Campos, comandado por Luizomar de Moura. Em 2001, veio a tão sonhada oportunidade na seleção de Marco Aurélio Motta. A partir de 2005, já com José Roberto Guimarães, foi evoluindo, ganhando espaço, até conquistar a confiança do chefe. Foi aumentando sua coleção de títulos defendendo o Brasil e também o Rio de Janeiro nas competições de clubes.

Foi se transformando numa referência de garra e liderança para as companheiras e de grande defensora para o resto do mundo. O álbum não parava de ganhar novas fotos com objetos dourados pendurados no pescoço. A casa foi ganhando novas relíquias. As camisas de várias fases de sua carreira e também as de grandes nomes do vôlei que garimpou; as bolas oficiais dos Jogos de Pequim 2008 e Londres 2012, que demandaram muito trabalho e papo para serem conseguidas; um retalho de 15cm "do piso sagrado" do bicampeonato e, claro, as duas reluzentes medalhas olímpicas.

Os itens mais recentes de seu minimuseu, vão ser os registros fotográficos de seus últimos momentos com as jogadoras e comissão técnica no CT de Saquarema, nesta semana. E esses, ninguém vai precisar pedir depois àquela que ria ao se definir como "o baú da seleção". Todas fizeram questão de fazer os cliques e guardar a recordação em bom lugar.

Principais conquistas pela seleção

Jogos Olímpicos: ouro em Pequim 2008 e Londres 2012
Mundial: prata na edições de 2006 e 2010, ambas no Japão
Grand Prix: ouro em 2005, 2006, 2008, 2009 e 2013; prata em 2010
Copa dos Campeões: ouro em 2005 e 2013; prata em 2009
Jogos Pan-Americanos: ouro em Guadalajara 2011 e prata no Rio 2007
Sul-Americano: ouro em 2003, 2005, 2007, 2009, 2011 e 2013
Torneio de Montreux: ouro em 2005, 2006 e 2009

Prêmios individuais pela seleção

Melhor líbero do Grand Prix (2002)
Melhor líbero do Sul-Americano (2003 e 2007)
MVP do Sul-Americano (2009)
Melhor líbero das Olimpíadas (Pequim 2008)
Melhor líbero e melhor defesa do Torneio de Voleibol Final Four (2008)
Melhor líbero do Torneio de Montreux (2009)
Melhor recepção da Copa do Mundo de Voleibol (2011)

fonte: globoesporte.com

terça-feira, 10 de junho de 2014

MOLICO APRESENTA MARI PARA A TEMPORADA 2014/2015

Mari veste camisa de Osasco e se diz pronta pra atender a torcida fanática 
  Foto: Rafael Zito/Divulgação


Títulos e prêmios não faltam na carreira da jogadora Marianne Steinbrecher. Campeã olímpica em 2008, Mari chega ao MOLICO/Osasco para a temporada 2014/15 e quer dar sequência a sua carreira vitoriosa no clube em que deu seus primeiros ataques como atleta profissional de voleibol. Atualmente com 30 anos, se profissionalizou na cidade de Osasco em 2000, quando tinha apenas 17 anos, e atuou pelo time osasquense até 2007. Nestes sete anos, a atleta tem como principais conquistas os quatro títulos do Campeonato Paulista (2002, 2003, 2004 e 2005) e o três da Superliga (2002/03, 2003/04 e 2004/05). 

"Estou muito feliz de voltar ao clube que fui revelada e me consagrei como atleta profissional. A expectativa é a melhor possível porque é um lugar que sempre gostei de jogar. Foram sete anos jogando em Osasco e me sinto em casa. Será uma temporada longa, com muitos jogos e campeonatos e precisamos nos manter bem o tempo inteiro. Acho que tem tudo para dar certo a formação deste novo time e venho para ajudar e fazer o meu melhor em quadra. Chego com o objetivo de conquistar títulos e seguir crescendo como jogadora", afirmou Mari.

Além das conquistas coletivas por Osasco, Mari foi eleita a melhor atacante, a maior pontuadora e a revelação da Superliga 2003/04, quando o clube foi bicampeão nacional. Está será a primeira experiência da jogadora sob o comando do técnico Luizomar de Moura e Mari não esconde a alegria de poder trabalhar com o treinador. “Outro motivo que me deixa feliz nesta volta é poder trabalhar com o Luizomar, que é um técnico que sempre admirei. Além de um profissional muito competente, ele é um cara muito bacana”, elogiou a atleta.

Com relação aos torcedores do MOLICO/Osasco, Mari conhece bem a paixão e vibração que transborda das arquibancadas do ginásio José Liberatti e garante entrega total ao time. “Estou voltando para casa. A torcida já me conhece e sabe como eu sou. Sou mais séria, todo mundo sabe do meu jeito, mas sempre que alguém vier falar comigo vou estar pronta para atender e conversar. Prometo dar o meu melhor dentro de quadra”, concluiu Mari. 

Com a chegada de Mari, o MOLICO/Osasco tem dez jogadoras confirmadas para a temporada 2014/15. Adenízia, Thaisa, Camila Brait, Gabi e Marjorie renovaram seus contratos e o clube já oficializou as contratações de Diana (ex-São Caetano), Samara e Lara (ex-Pinheiros), e Ivna (ex-SESI). Depois da primeira passagem por Osasco (2000 a 2007), Mari atuou por Scavolini Pesaro, da Itália (2007-2008), São Caetano/Blausiegel (2008-2010), Unilever (2010-2012), Fenerbahçe Acibadem, da Turquia (2012-2013), e Banana Boat/Praia Clube (2013-2014).

fonte: melhor do vôlei

WANG MUDA DE EQUIPE NA TURQUIA

Divulgação




Sem obter grande sucesso no Eczacibasi-TUR, a oposta Wang continuará a carreira no Trabzon Idmanocagi em 2014/15. A nova equipe da chinesa subiu na última temporada para a divisão principal do Turco feminino de vôlei.

fonte: saque viagem

BANANA BOAT/PRAIA CLUBE CONTRATA A NORTE-AMERICANA BAILEY WEBSTER

 Divulgação


O Banana Boat/Praia Clube contratou a ponteira norte-americana Bailey Marie Webster. Com 23 anos, ela atuava no Texas Longhorns, dos Estados Unidos, e neste ano defendeu a seleção do país, no Campeonato da Norceca. Na ocasião, a jogadora ajudou o time a se classificar para o Mundial da Itália.

Webster é a terceira jogadora dos Estados Unidos a defender as cores do Praia Clube. Recentemente, Dani Scott e Kim Glass atuaram pelo clube de Uberlândia (MG).

fonte: saque viagem


quarta-feira, 28 de maio de 2014

EM JOGO DISPUTADO, BRASIL PASSA PELA CHINA

Lucas Vuitel



Na segunda partida válida pelo Montreux Volley Masters, na Suíça, o Brasil superou a China no tie-break e ficou perto da classificação para as semifinais da competição: 25/19, 14/25, 23/25, 26/24 e 15/13. A ponteira Natália foi a maior pontuadora da seleção, com 19 acertos. Nesta quinta-feira (29.05), o Brasil enfrenta a Rússia, às 13h30, encerrando sua participação na primeira fase.

No grupo A, as comandadas de José Roberto Guimarães lideram com 5 pontos, seguidas por China (3) e Rússia (1) – a Suíça é a lanterna sem pontos conquistados. Contudo, Rússia e Suíça tem um jogo a menos. O grupo B é atualmente liderado pelos EUA e ainda tem Alemanha, Japão e República Dominicana. 

De acordo com o regulamento, as duas melhores equipes de cada grupo se enfrentam nas semifinais, que serão disputadas no sábado (31.05). A decisão da competição, assim como as decisões de terceiro e quinto lugares acontecerão no domingo (01.06).

fonte: cbv


terça-feira, 27 de maio de 2014

BRASIL VENCE NA EM SUA ESTREIA

Foto da not?cia

No primeiro jogo da temporada 2014, que também foi estreia da seleção feminina no Montreux Volley Masters, as comandadas de José Roberto Guimarães venceram a Suíça por 3 a 0 - 25/13, 25/20 e 25/13. O próximo adversário da seleção será a China, nesta quarta-feira (28.05), às 13h30.

A ponteira Jaqueline, que fez seu retorno à equipe após um ano afastada, por conta da gravidez do filho Arthur, falou sobre novamente estar em quadra com suas companheiras de seleção.
“É uma sensação muito boa estar de volta à quadra pela seleção – ainda mais após uma vitória”, resumiu a jogadora. 

Além de Suíça e China, o Brasil está no grupo também ao lado da Rússia. Já o grupo B é composto por Estados Unidos, Japão, Alemanha e República Dominicana. As equipes se enfrentarão dentro dos seus respectivos grupos e as duas melhores se classificarão para as semifinais. 

fonte: cbv

segunda-feira, 19 de maio de 2014

COMO PREVISTO SHEILLA É APRESENTADA PELO VALKIFBANK

A atleta assinou contrato e vai refazer dupla de sucesso com Carolina Costagrande. 
Foto: Divulgação/Vakifbank.

Poucos dias depois de oficializar a saída do Molico/Osasco, Sheilla foi apresentada como novo reforço do VakifBank-TUR para a temporada 2014/15. O evento aconteceu nesta segunda-feira (19), em Istambul, na Turquia.

A bicampeã olímpica chega para ocupar a vaga deixada pela sérvia Brakocevic, que está de partida para o Azerbaijão. "Estou feliz em fazer parte de uma equipe tão forte. O único título que falta eu ganhar na minha carreira é a Liga dos Campeões, e estou ansiosa para ir para quadra junto com meu time”, afirmou.  

O acerto com o time de Giovanni Guidetti marca o retorno de Sheilla para a Europa após seis anos no voleibol brasileiro. Até 2008, a oposta defendeu o italiano Pesaro.
 

fonte: saque viagem

sexta-feira, 16 de maio de 2014

MOLICO/NESTLÉ CONTRATA KENIA CARCACES


 

Era um antigo sonho de consumo.

A realidade se chama Kenia Carcaces.

A cubana de 28 anos é o novo reforço de Osasco. A jogadora atua como ponteira e disputou a última temporada pelo Volero Zurich, da Suíça. Curiosamente, Carcaces foi adversária do time brasileiro recentemente no mundial de clubes.

A atleta não joga pela seleção de Cuba desde 2012.

Assim como Ramirez, hoje em no Praia Clube, Herrera, Sanchez e Carrillo, Carcaces deixou de atuar por Cuba por causa de problemas políticos.

Embora atuem em posições diferentes, a chegada da jogadora deixa uma interrogação quanto a contratação de Margaret Kozuch, da Alemanha.

Mari poderia ser usada também na função de oposta e com isso Gabi, de contrato renovado, assumiria de vez a condição de titular.

fonte:  blog bruno voloch