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segunda-feira, 30 de setembro de 2013

UNILEVER FATURA MAIS UM CARIOCA

Mario Rodrigues

Unilever venceu o Fluminense na decisão


Mihajlovic nem bem chegou e já sentiu o sabor de ser campeã pela Unilever. Na noite deste domingo (29), a sérvia se sagrou campeã do Carioca depois do tranquilo triunfo diante do Fluminense, que não resistiu ao placar de 3 sets a 0 (25/15, 25/14 e 25/18). Foi o décimo título seguido das meninas de Bernardinho na competição, igualando o recorde do próprio tricolor.

“Cheguei hoje (domingo) bem cedo, depois de mais de dez horas de voo. Mas estou bem e muito animada para jogar logo. Não foi hoje que entrei em quadra, mas já garanti uma medalha. Estou muito feliz por ter tido essa recepção. Espero ajudar a equipe a conquistar mais medalhas o quanto antes”, disse Mihajlovic.

                                                              
Apesar da fragilidade das oponentes, as favoritas ao título apresentaram um bom nível de concentração, o que deixou Gabi satisfeita. “Provamos mais uma vez o respeito que temos por elas e pelo esporte. Entramos bem concentradas em quadra e com o Bernardinho cobrando bastante da equipe. Valeu pelo título, pelo ritmo de jogo que a equipe está começando a pegar”, disse.

O próximo compromisso da Unilever já é nesta terça-feira (1), em Araraquara (SP), diante do Uniara/Afav. É a estréia das octacampeãs na Superliga. Depois do giro pelo interior paulista, Gabi, Mihajlovic e companhia voltam para casa, onde fazem a parte final da preparação para o Mundial de Clubes.

fonte: saque viagem

domingo, 1 de setembro de 2013

GRAND PRIX: BRASIL NOVE VEZES CAMPEÃO!



A seleção brasileira feminina de vôlei é nove vezes campeã do Grand Prix (1994, 1996, 1998, 2004, 2005, 2006, 2008, 2009 e 2013). Neste DOMINGO (01.09), o Brasil venceu a China por 3 sets a 0 (25/15, 25/14 e 25/20), em 1h13 de jogo, no Hokkaido Prefectural Sports Center, em Sapporo, no Japão, coroou uma campanha brilhante e garantiu o nono título. O time verde e amarelo terminou a fase final invicto. Foram cinco jogos, cinco vitórias e nenhum set perdido. 
 
O próximo desafio das brasileiras no ano será o Campeonato Sul-Americano, de 16 a 23 de setembro, no Peru. A competição será classificatória para a Copa dos Campeões e Campeonato Mundial de 2014. 

Na partida deste domingo, mais uma vez, brilhou a estrela da oposto Sheilla. A atacante foi a maior pontuadora do confronto com 18 acertos (15 de ataque, um de bloqueio e dois de saque). As ponteiras Fernanda Garay e Gabi também tiveram boas atuações, respectivamente, com 14 e 12 pontos. Em tarde inspirada, a levantadora Dani Lins foi eleita a melhor jogadora do duelo.
Com a vitória no segundo set do confronto com as chinesas, as brasileiras já haviam garantido o título, mesmo assim, o Brasil manteve o bom ritmo e fechou o jogo por 3 sets a 0. A levantadora Dani Lins falou sobre a conquista do time verde e amarelo.
“O Grand Prix é uma competição cansativa, mas estou feliz pelo trabalho bem feito e pelo título. Vencemos todos os jogos na fase final por 3 sets a 0. Sabíamos que tínhamos que ganhar o jogo. Quando acabou o segundo set, vibramos um pouco, mas o Zé Roberto pediu concentração para fecharmos a partida. É muito bom ganhar esse título pela nona vez. O terceiro set foi difícil, mas deu tudo certo”, disse Dani Lins. 

A oposto Sheilla, que mais uma vez teve papel decisivo numa conquista do voleibol brasileiro, comentou sobre a participação do Brasil na edição 2013 do Grand Prix. 

“Ganhamos todos os jogos da fase final por 3 sets a 0. O time se comportou muito bem em todo o campeonato. A China mudou o time para jogar contra nós, mas nos adaptamos e vencemos o jogo. Cumprimos o nosso papel”, afirmou a oposto, que ainda fez uma análise da sua atuação individual. 

“Acho que estou aos poucos voltando a minha forma. Foi bom que voltei a jogar bem na fase final. Estou feliz pela atuação do time inteiro. Tivemos muita maturidade na etapa decisiva”, afirmou a atacante.

Estreia vitoriosa de Gabi 

Com apenas 19 anos, a atacante Gabi viveu fortes emoções nos últimos meses. Depois de ser medalha de bronze no Campeonato Mundial Juvenil, a jogadora integrou a seleção adulta e, na sua primeira participação na fase final do Grand Prix, ficou com o título sendo um dos destaques da campanha do Brasil. 

“É muito bom ser campeão. Foi um campeonato muito proveitoso. A seleção manteve o ritmo do começo ao fim. Nosso objetivo era ganhar todas as partidas na fase final e fizemos isso. Estou muito feliz de ter jogado essa competição. Foi o meu primeiro título com a seleção adulta. Agora é hora de comemorar”, garantiu Gabi.
Para Gabi, natural de Belo Horizonte, a competição também ficará marcada pela realização de um sonho: jogar ao lado da também mineira de Belo Horizonte, Sheilla. 

“Sempre foi meu sonho estar na seleção e jogar ao lado da Sheilla. É um momento de realização. Sempre fui muito fã dela. Os meus pais sempre me lembram disso. Estou muito feliz”, disse a ponteira, que ganhou elogios do seu ídolo. 

“É muito bom jogar com a Gabi. Ela é muito madura para a idade dela. Brincamos dentro e fora de quadra. É uma jogadora que já se destacou na Superliga. Ela fez um Grand Prix maravilhoso e vai evoluir ainda mais até 2016”, afirmou Sheilla.

José Roberto Guimarães exalta mescla entre novatas e experientes 

O treinador José Roberto Guimarães fez uma análise da participação brasileira no Grand Prix. 

“É muito bom ver que quando enfrentamos as melhores equipes do mundo, nossas jogadoras se sentem mais a vontade, mesmo nos momentos mais difíceis. É legal ver a Gabi jogando nesse nível. É isso que precisamos. Eu acordo, tomo café, almoço e vou dormir pensando em voleibol. Posso dizer que os Jogos Olímpicos já começaram, temos time para brigar contra qualquer seleção do mundo”, disse o treinador brasileiro. 

Sobre o jogo com a China, José Roberto Guimarães lembrou que queria sair de quadra com a vitória, independentemente de o Brasil ter garantido o título no segundo set. 

“Eu queria ganhar esse jogo. Esse era o objetivo principal. Ser campeão com um resultado positivo. O mais importante foi termos ganho todos os jogos por 3 sets a 0. Foi uma excelente campanha. Agora, vamos nos preparar para o Sul-Americano”, comentou José Roberto Guimarães.

Para o treinador tricampeão olímpico, um dos segredos das vitórias do voleibol brasileiro é a mescla entre jogadoras novas e experientes. 

“É importante encontrar atletas como a Gabi, a Natália e a Tandara para esse movimento do voleibol brasileiro continuar. Precisamos sustentar esse trabalho. A mescla dessas jogadoras com nomes como Sheilla, Fabi, Fabiana e Thaísa, que têm idade para a próxima Olimpíada, é muito importante. Temos que dar para o voleibol brasileiro a possibilidade de continuidade para o futuro”, analisou o técnico do Brasil. 

Quando questionado sobre o que mais marcou a campanha das brasileiras no Grand Prix, José Roberto Guimarães não teve dúvidas.

“O mais legal foi a convivência com esse grupo. O Grand Prix é o campeonato mais complicado e difícil que você pode participar pelo tempo fora de casa, as viagens, o fuso, o cansaço e a saudade. Essas meninas deixam de estar nas suas casas para treinar, viajar e dormir mal com o objetivo de representar a seleção brasileira. É muito importante esse sentimento de brasilidade”, finalizou José Roberto Guimarães.

Desembarque 

A seleção brasileira retornará para o Brasil na madrugada desta SEGUNDA-FEIRA (02.09). O time verde e amarelo desembarcará no Brasil no voo LH540 (Lufthansa) às 5h30 desta TERÇA-FEIRA (03.09) no Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo.

O JOGO 

O Brasil começou bem no bloqueio e fez 7/1. O time verde e amarelo seguiu melhor e foi para o segundo tempo técnico com oito de vantagem (16/8). Sheilla se destacou e as atuais campeãs olímpicas venceram o set por 25/15. 

As brasileiras mantiveram o bom momento no início do segundo set e fizeram 9/7. Com Sheilla se destacando no ataque, o Brasil fez 16/11. As atuais campeãs olímpicas seguiram sem dar chances para a China e fecharam o segundo set com um ataque de Thaísa por 25/14. O resultado garantiu o nono título do Grand Prix para as brasileiras. 

A China voltou melhor para o segundo set e fez 11/7. O Brasil cresceu de produção e virou o marcador (16/13). As brasileiras seguraram a vantagem, venceram o set por 25/20 e o jogo por 3 sets a 0.

EQUIPES 

BRASIL – Dani Lins, Sheilla, Fê Garay, Gabi, Fabiana e Thaísa. Líbero – Fabi
Entraram – Michelle e Juciely
Técnico – José Roberto Guimarães

CHINA – Yin, Shen, Yang, Zeng, Wang e Ma. Líbero - Zhan
Entraram - Mi, Hui e Zhang
Técnico – Lang Ping 

AS CAMPEÃS 

# 1 FABIANA MARCELINO CLAUDINO (FABIANA)
Meio de rede - 1,93m – 76 kg - 24/01/85 - Naturalidade: Belo Horizonte (MG)

# 2 JUCIELY CRISTINA SILVA (JUCIELY)
Meio de rede – 71 kg – 1,84m – 18/12/1980 – Naturalidade: João Monlevade (MG)

# 3 DANIELLE RODRIGUES LINS (DANI LINS)
Levantadora – 68 kg – 1,81m – 05/01/85 – Naturalidade: Recife (PE)

# 5 ADENÍZIA APARECIDA DA SILVA (ADENÍZIA)
Meio de rede – 1,86m – 64 kg – 18/12/86 – Naturalidade: Ibiaí (MG)

# 6 THAÍSA DAHER DE MENEZES (THAÍSA)
Meio de rede - 1,96m – 79 kg – 15/05/87 - Naturalidade: Rio de Janeiro (RJ)

# 7 PRISCILA DAROIT (PRISCILA)
Ponteira – 74 kg – 1,82m – 10/08/1988 – Naturalidade: Sapucaia do Sul (RS) 

# 8 CLÁUDIA SILVA (CLAUDINHA)
Levantadora – 80 kg – 1,81m - 21/09/87 - Naturalidade: São Caetano do Sul (SP)

# 9 MICHELLE MARINHO PAVÃO (MICHELLE)
Ponteira – 68 kg – 1,78m – 30/10/1986 – Naturalidade: Rio de Janeiro (RJ) 

# 10 GABRIELA BRAGA GUIMARÃES (GABI)
Ponteira – 59 kg – 1,76m – 02/08/1994 – Naturalidade: Belo Horizonte (MG) 

# 13 SHEILLA TAVARES CASTRO (SHEILLA)
Oposto - 1,85m – 64 kg - 01/07/83 - Naturalidade: Belo Horizonte (MG)

# 14 FABIANA ALVIM DE OLIVEIRA (FABI)
Líbero - 1,69m – 59 kg - 07/03/80 - Naturalidade: Rio de Janeiro (RJ)

# 15 MONIQUE MARINHO PAVÃO (MONIQUE)
Oposto – 70 kg – 1,78m – 30/10/1986 – Naturalidade: Rio de Janeiro (RJ) 

# 16 FERNANDA RODRIGUES GARAY (FÊ GARAY)
Ponta – 1,79m – 74 kg – 10/05/86 – Naturalidade: Porto Alegre (RS)

# 18 CAMILA DE PAULA BRAIT (CAMILA BRAIT)
Líbero – 61 kg – 1,70m - 20/10/88 - Naturalidade: Frutal (MG)

COMISSÃO TÉCNICA 

Chefe da delegação: Leonardo Moraes
Técnico: José Roberto Guimarães
Auxiliares: Paulo Coco e Cláudio Pinheiro
Preparador físico: José Elias Proença
Médico: Júlio Nardelli
Fisioterapeuta: Alexandre Lopes Ramos
Estatístico: Marco Antonio Di Bonifácio

fonte: cbv

sábado, 30 de abril de 2011

UNILEVER É HEPTACAMPEÃO DA SUPERLIGA COM DIREITO A UM 3 A 0 NO SOLLYS/OSASCO

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Na sétima final seguida da Superliga Feminina 10/11 entre Unilever (RJ) e Sollys/Osasco (SP), melhor para as cariocas. Neste SÁBADO (30.04), a equipe do técnico Bernardinho venceu as atuais campeãs, por 3 sets a 0 (25/23, 30/28 e 25/19), em 1h34 de jogo, no ginásio do Mineirinho, em Belo Horizonte (MG). Este foi o sétimo título da equipe carioca na competição, o quinto conquistado diante do time de Osasco.

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O grande nome da partida foi a atacante Sheilla. A oposto da Unilever marcou 19 pontos – 13 de ataque, cinco de bloqueio e um de saque. Na premiação individual, Sheilla também brilhou. A mineira ganhou o Troféu VivaVôlei como melhor jogadora do confronto e ainda foi eleita a melhor atacante.

Do lado do Sollys/Osasco, a oposto Natália e a ponteira Sassá foram os destaques. Cada uma marcou 14 pontos.

Nas sete finais disputadas entre Unilever e Sollys/Osasco, o time carioca levou a melhor cinco vezes (05/06, 06/07, 07/08, 08/09 e 10/11). Já a equipe paulista venceu duas vezes (04/05 e 09/10).

União e superação


vÔlei rio de janeiro osasco final superliga (Foto: Washington Alves / Vipcomm)

Antes do jogo decisivo, Bernardinho fez questão de trabalhar dois sentimentos na conversa com a equipe: união e superação. “Conversei com o grupo e fiz questão de exaltar que a união e a superação iriam nos levar a esta conquista. Só seríamos campeões com uma equipe unida. Uma grande jogadora ganha uma partida, mas somente um grande time ganha um campeonato”, destacou Bernardinho.

Para o treinador, a Unilever cresceu no momento certo. “A equipe chegou nos playoffs no seu melhor momento. Na reta final, jogamos cinco jogos e ganhamos todos por 3 sets a 0. Isso foi primordial”, destacou Bernardinho, que disse que a equipe entrou em quadra de maneira correta.

“A consistência do time e a convicção na vitória nos deu esse título também. Entramos em quadra sabendo o que tínhamos que fazer e não tiramos isso da mente em momento algum. Sabíamos que não poderíamos vacilar. O Sollys/Osasco tem uma grande equipe e uma qualidade de passe muito boa”, completou o treinador, que esteve à frente da Unilever nos sete títulos da Superliga.

Luizomar: “não podemos desprezar este vice-campeonato”

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Do lado do Sollys/Osasco, o sentimento de tristeza era evidente. Mesmo assim, o treinador Luizomar de Moura destacou o espírito de luta da equipe. “Não podemos desprezar este vice-campeonato. Faltou aproveitarmos as oportunidades durante a partida. Sabíamos que teríamos que sacar muito bem. Até que conseguimos fazer isto nos dois primeiros sets, mas nossos contra-ataques não foram eficientes”, avaliou Luizomar.

O treinador espera manter uma equipe competitiva para a próxima temporada. “Vamos fazer de tudo para o Sollys/Osasco continuar com um time forte que nos permita chegar a mais uma final. Tivemos uma temporada extremamente difícil, com a contusão da Jaqueline durante a Superliga. Além dela, a Natália jogou no sacrifício várias partidas, com dores na canela”, disse Luizomar de Moura.

O JOGO

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O jogo começou extremamente equilibrado. O primeiro ponto só saiu depois de um belo rally. E foi da Unilever, num ataque de Sheilla. Em um erro de saque da central Valeskinha, o Sollys/Osasco abriu dois pontos (16/14). Depois de duas falhas seguidas de ataque das atuais campeãs da Superliga, a Unilever tomou a liderança do placar: 19/18. A partir desse momento, o time do Rio de Janeiro dominou a parcial e fechou com um ponto de bloqueio de Juciely sobre a campeã olímpica Jaqueline (25/23). Sheilla e Natália, do Sollys/Osasco, foram as maiores pontuadoras do set, com seis pontos cada. O bloqueio foi a principal arma das cariocas. Foram cinco pontos contra apenas um das paulistas.

O Sollys/Osasco voltou melhor para o segundo set. Mas numa boa sequência de saques da central Valeskinha, a Unilever chegou à frente na primeira parada técnica (8/7). A liderança se alternou entre os times até que o volume de jogo das cariocas fez a diferença. Ao defender e bloquear com eficiência, a Unilever abriu três pontos (20/17). Neste momento, as atuais campeãs mostraram força numa boa sequência de saques da levantadora Carol e empataram: 20/20. A parcial seguiu indefinida. No ace da mineira Sheilla, a Unilever fechou: 30/28, para delírio da torcida. E a atacante da equipe do Rio de Janeiro teve atuação destacada na parcial, ao marcar oito pontos.

A Unilever continuou dominando o jogo na terceira parcial. Logo no início, abriu três pontos. No segundo tempo técnico, a vantagem das cariocas aumentou para cinco (16/11). O Sollys/Osasco não teve forças para reagir e foi totalmente dominado pelo adversário. No final, a Unilever administrou a vantagem, venceu o set (25/19) e conquistou o sétimo título da sua história.

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SOLLYS/OSASCO: Carol Albuquerque, Natália, Sassá, Jaqueline, Thaísa e Adenízia.

Líbero: Camila Brait - Entraram: Thais, Samara, Juliana e Ana Tiemi

Técnico: Luizomar de Moura

UNILEVER: Dani Lins, Sheilla, Mari, Regiane, Juciely e Valeskinha. Líbero – Fabi

Entraram: Amanda e Roberta - Técnico: Bernardinho