Mostrando postagens com marcador SUPERLIGA 2009/2010. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador SUPERLIGA 2009/2010. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 19 de abril de 2010

SOLLYS/OSASCO É O CAMPEÃO DA SUPERLIGA 2009/2010


Demorou, mas veio a revanche. Após perder quatro finais consecutivas de Superliga feminina de vôlei para a Unilever (antigo Rexona), o Sollys/Osasco enfim conseguiu quebrar a escrita neste domingo. Em uma decisão eletrizante disputada nesta manhã no ginásio do Ibirapuera, em São Paulo, as comandadas do técnico Luizomar de Moura tiveram maior equilíbrio ao longo da partida e venceram por 3 sets a 2 (25-23, 18-25, 19-25, 25-13 e 15-12), assegurando seu quarto título na história da competição (levaram também em 2002/03, 2003/04 e 2004/05).

O resultado veio coroar uma temporada de superação do time paulista, que após perder a final do ano passado, viu seu patrocinador de quase 20 anos abandonar o projeto. Com o apoio da prefeitura da cidade, o time se manteve vivo e ganhou a parceria da Nestlé, que voltou ao vôlei para conquistar seu quarto título (os três primeiros vieram entre 1994 e 1997, com o antigo Leites Nestlé).
Para a Unilever, fica a frustração de ter perdido o título e os três jogos que fez contra o rival na atual Superliga. A decepção, no entanto, vem em menor escala quando lembradas todas as adversidades pelas quais a equipe passou nesta temporada, entre elas lesões de algumas de suas principais atletas, contestações durante todo o campeonato, uma semifinal dificílima contra São Caetano e o fatídico episódio do Maracanãzinho, quando jogadoras e comissão técnica tiveram de passar uma noite no ginásio, ilhados pelas fortes chuvas que assolaram o Rio de Janeiro.
Para vencer a final deste domingo, o time de Osasco precisou, antes de tudo, de muita paciência. Após vencer o primeiro set, a equipe paulista praticamente cochilou nas parciais seguintes e cometeu erros bobos que levaram à virada da Unilever. Na quarta etapa, as donas da casa voltaram mais concentradas e, claramente, mais motivadas, convocando a torcida para o jogo e superando a forte defesa montada por Bernardinho. No tie-break, com um equilíbrio mais do que esperado, o Osasco se aproveitou da evolução de Natália, que chamou o jogo e foi o grande nome da vitória.
A Unilever entrou em quadra com Dani Lins e Joycinha, Érika e Regiane, Fabiana e Carol Gattaz. Entraram ainda Amanda, Camila Adão, Monique e Michelle. O Osasco começou com Carol Albuquerque e Natália, Jaqueline e Sassá, Thaisa e Adenízia. Juliana, Thaís e Ana Tiemi também entraram.
Toda a renda da final deste domingo foi revertida à compra de 10 toneladas de alimentos, destinados às vítimas das enchentes no Rio de Janeiro.
O jogo
Sob um barulho ensurdecedor de ambas as torcidas, a partida começou com um bom saque de Sassá e o posterior ponto de contra-ataque do Osasco. A Unilever não se intimidou, porém, e rapidamente virou com um bloqueio de Dani Lins em cima de Jaqueline (2-1). Após uma troca de pontos, as donas da casa retomaram a vantagem e abriram três pontos (8-5), em uma boa sequência de Jaqueline no saque. Na volta do primeiro tempo técnico, a diferença subiu ainda mais (11-7), com o Osasco aproveitando-se, sobretudo, da recepção instável das cariocas. A Unilever não se entregou e tirou a distância aos poucos, chegando ao empate (23-23), mas o Osasco manteve o ritmo e fechou o primeiro set em um ataque de Natália (25-23).

Na segunda parcial, as equipes logo de cara fizeram o que não tinham feito no set anterior: erraram saques, um para cada lado. O Osasco saiu na frente, mas a Unilever assumiu a ponta em um ataque de Érika (3-2) e abriu três de vantagem em seguida (5-2). Luizomar de Moura pediu tempo, mas não adiantou, e as cariocas continuaram abrindo no marcador (9-3). Ana Tiemi entrou no saque e conseguiu comandar uma breve reação das anfitriãs (10-8), mas logo a Unilever abriu de novo (14-8). Luizomar voltou a pedir tempo, mas a equipe carioca não parou e caminhou tranquilamente até o fim da parcial, fechando com 25-18 e empatando a partida.
Em dois bons ralis, a Unilever abriu 2-0 no início da terceira etapa, mas o empate de Osasco veio em um ace da Adenízia (3-3), e dois ataques de Natália garantiram a virada (6-4). Após um pedido de tempo de Bernardinho, as cariocas retomaram a concentração e a dianteira (8-7). O novo empate veio em um cartão amarelo dado ao assistente Hélio Griner por reclamação, logo após o primeiro intervalo técnico. Com uma bola de xeque de Adenízia, Osasco retomou a ponta, mas a Unilever voltou a virar (11-10) e abriu novamente (16-10). As donas da casa ensaiaram uma reação (17-14) e, apesar de serem prejudicadas por uma marcação errada do árbitro no 36º rali (21-15), deram sequência ao bom momento (21-18). Um novo pedido de tempo de Bernardinho, porém, acordou as cariocas, que voltaram a crescer e fecharam com 25-19, virando o jogo.
O equilíbrio do final do terceiro set se confirmou no início do quarto, com as equipes trocando ponto até o oitavo rali (4-4). Em uma bela bola de segunda largada no fundo por Carol, porém, o Osasco abriu dois pontos de vantagem (7-5), chegando à frente no primeiro tempo técnico (8-5). Na volta, mais dois pontos, e Natália definitivamente chamou o jogo pra si, batendo no peito e convocando a torcida, que enlouqueceu nas arquibancadas e viu seu time abrir sete pontos (16-9), o último deles em um ace de Carol. Bernardinho pediu tempo, mas as osasquenses continuaram em melhor situação e não pararam de ampliar a diferença, fechando o set com incríveis 25-13 e levando o duelo para o tie-break.
A Unilever começou o quinto e decisivo set contando com uma grande ajuda do Osasco, que deu três pontos de graça para o time adversário. Após um pedido de tempo de Luizomar de Moura, porém, as paulistas voltaram melhores para o jogo e encostaram no placar (4-3), levando Bernardinho a também pedir tempo. A chamada não surtiu efeito, e Osasco virou com um bloqueio em cima de Joycinha (5-4). O time paulista ainda abriu vantagem maior (8-6), mas as cariocas voltaram a igualar o marcador (8-8) e viraram em um ataque de Regiane (9-8). Não demorou, porém, para que Osasco retomasse a ponta, em um ataque de Natália (11-8). A partir daí, bastou administrar a vantagem, fechar em 15-12, vencer a partida e faturar o título.
Sollys/Osasco: Carol Albuquerque, Natália, Jaqueline, Sassá, Thaísa, Adenízia e a líbero Camila Brait. Entraram Juliana, Thais, Carol e Isadora. Técnico: Luizomar de Moura.

Unilever: Dani Lins, Joycinha, Érika, Regiane, Fabiana, Carol Gattaz e a líbero Fabi. Entraram: Amanda, Camila Adão, Monique e Michelle. Técnico: Bernardo Rezende.

sábado, 17 de abril de 2010

BLAUSIEGEL/SÃO CAETANO GARANTE PÓDIO NA SUPERLIGA

A Blausiegel/São Caetano confirmou o favoritismo e venceu com facilidade o Pinheiros/Mackenzie por 3 sets a 0 (25-18, 25-21 e 25-19) neste sábado, no ginásio Henrique Villaboin, em São Paulo, garantindo assim a terceira colocação da Superliga Feminina 2009/2010.
A equipe de Fofão, Mari e Sheilla caiu na semifinal contra a Unilever (perdeu no tiebreak a classificação para a final), mas mesmo assim contou novamente com o apoio de sua torcida jogando fora de casa – os seguidores do São Caetano já haviam saído da Grande São Paulo e marcado presença também no Rio de Janeiro.
Já o Pinheiros havia perdido a série de melhor de três partidas da semifinal para o Sollys/Osasco, em dois jogos.
De forma que, motivado pela boa fase na reta final da Superliga, o São Caetano não deixou espaço para o Pinheiros na partida deste sábado e fulminou suas adversárias, que até chegaram a esboçar resistência em alguns momentos, mas estiveram quase o tempo todo atrás no placar. Apenas no segundo set o Pinheiros conseguiu equilibrar um pouco mais, empurrado também por sua torcida, mas não foi o suficiente para superar os ataques liderados por Fofão e Sheilla, que erraram pouco e garantiram o bronze.

quinta-feira, 15 de abril de 2010

DISPUTA DE TERCEIRO LUGAR VALE VAGA NO SUL-AMERICANO

A CBV manteve no regulamento a disputa pelo terceiro lugar tanto na superliga feminina quanto na masculina.
Sem sentido algum nos anos anteriores, o terceiro lugar dessa temporada será importante e pode dar ao time ganhador uma vaga no mundial de clubes que será jogado no fim do ano, segundo a FIVB.
A tendência, é que os 3 primeiros colocados da superliga feminina participem do campeonato sul-americano junto com equipes da Argentina, Peru e Venezuela.
Apenas o campeão desta competição vai se classificar para o mundial interclubes.
Ano passado, a Cimed derrotou São Bernardo na decisão do sul-americano masculino e representou o Brasil no mundial de clubes.

FINAL DA SUPERLIGA TERÁ CASA CHEIA!

A final da Superliga Feminina de vôlei 09/10 terá casa cheia. Os ingressos colocados à venda foram esgotados nesta quinta-feira (15.04). O duelo entre Unilever (RJ) e Sollys/Osasco será disputado no próximo domingo (18.04), a partir das 9h45, no ginásio do Ibirapuera, em São Paulo. A partida terá transmissão ao vivo da TV Globo e do canal Sportv.

terça-feira, 13 de abril de 2010

COMEÇARAM HOJE A VENDA DE INGRESSOS PARA A FINAL DA SUPERLIGA

A venda de ingressos para a grande final da Superliga feminina de vôlei, a ser disputada no próximo domingo, às 9h45, no Ibirapuera (São Paulo), entre Unilever e Osasco, começará na manhã desta terça-feira.
A partir das 9h, os interessados em obter os bilhetes poderão procurar no site http://www.ticketsforfun.com.br/. Os ingressos também estarão disponíveis pelos telefones 4003-5588 (para quem mora em São Paulo) e 0300-789-6846 (para quem reside em outras localidades).
As entradas também estarão à venda em 23 pontos, 14 deles em São Paulo, quatro no Rio de Janeiro, dois em Minas Gerais e um no Rio Grande do Sul, um em Brasília e um no Paraná.
As bilheterias do Ibirapuera estarão disponíveis para a procura de bilhetes, mas só a partir de quinta-feira, das 9h às 18h. No domingo, as bilheterias do ginásio começarão a funcionar às 7h.
Há três faixas de preços para os ingressos: R$ 10 (R$ 5 a meia entrada) para as aquibancadas, R$ 20 (R$ 10 a meia entrada) para as cadeiras superiores e R$ 30 (R$ 15 a meia entrada) para as cadeiras inferiores. Cada torcedor poderá comprar até seis entradas.
Os ingressos de meia entrada serão nominais. Por este motivo, será exigida, na entrada do ginásio do Ibirapuera, a carteira de estudante (para estudantes) e a carteira de identidade (no caso dos idosos).

PONTOS DE VENDA DE INGRESSOS


SÃO PAULO

Capital - Saraiva Mega Store dos shoppings

Morumbi, Anália Franco, Center Norte, Eldorado, Ibirapuera e Pátio Paulista; FNAC do shopping Morumbi, da Paulista e de Pinheiros; Shopping Iguatemi (piso térreo).

Campinas - Saraiva Mega Store do shopping Iguatemi; FNAC Campinas.

Ribeirão Preto - FNAC do shopping Ribeirão.

Santo André - Posto Ipiranga Gravatinha.

RIO DE JANEIRO

Capital - Saraiva Mega Store dos shoppings

NorteShopping e Rio Sul; FNAC do Barra Shopping; Modern Sound Copacabana.

MINAS GERAIS

Belo Horizonte - Chevrolet Hall; Livraria Leitura Savassi.

RIO GRANDE DO SUL

Porto Alegre - FNAC do shopping Barra Sul.

PARANÁ
Curitiba - FNAC do shopping Barigui.

DISTRITO FEDERAL

Brasília - FNAC do Park Shopping.

PINHEIROS/MACKENZIE E BLAUSIEGEL/SÃO CAETANO DICIDEM O TERCEIRO LUGAR NO SÁBADO

A CBV anunciou nesta terça-feira a data, o horário e o local da disputa de terceiro lugar da Superliga feminina de vôlei. Por ter obtido uma melhor colocação que a Blausiegel/São Caetano na fase de classificação (ficou em terceiro lugar, e o time do ABC foi o quarto), o Pinheiros/Mackenzie terá o direito de brigar pela medalha de bronze em casa.
A partida será neste sábado, às 13h15, no ginásio Henrique Villaboin, dentro do clube Pinheiros, em São Paulo. O jogo terá transmissão ao vivo da TV Bandeirantes.
Eliminado pela Unilever nas semifinais, o São Caetano, do trio olímpico Fofão/Mari/Sheilla, tentará repetir o resultado do ano passado, quando, atuando em casa, derrotou a extinta Brasil Telecom por 3 sets a 0 e ficou com a medalha de bronze.
Na busca por um novo terceiro lugar, o time comandado pelo técnico Mauro Grasso terá que se reconstruir, como o próprio treinador afirmou, depois da maneira amarga como se deu a eliminação diante da equipe carioca - perderam o terceiro e decisivo jogo no tie-break.
"Esta é uma semana de reconstrução, pois a meta que tínhamos proposto a nós mesmos, que era de ser campeão, escapou no Rio de Janeiro. A forma que foi deixou o nosso time realmente muito chateado e acabou sendo uma ducha de água fria. Mas temos tempo de reconstruir o time", avaliou Grasso. "Temos que continuar treinando forte para manter a forma em que chegamos e buscar a vitória na partida de sábado. A medalha de bronze seria muito importante para nós".
Já o Pinheiros, eliminado pelo Sollys/Osasco em apenas dois jogos nas semis, tenta retomar o posto que foi dele justamente na penúltima temporada, em 2007/2008, quando na disputa pelo terceiro lugar também derrotou a Brasil Telecom (3 sets a 1) e assegurou um lugar no pódio.

Fonte: UOL

domingo, 11 de abril de 2010

UNILVER ELIMINA O BLAUSIEGEL/SÃO CAETANO E ESTÁ NA FINAL DA SUPERLIGA 2009/2010


A Unilever (RJ) está pela nona vez na final da Superliga Feminina de vôlei. Na noite deste sábado (10.04), num jogo eletrizante, o time carioca superou a Blausiegel/São Caetano (SP) por 3 sets a 2, parciais de 25-15, 20-25, 25-14, 24-26 e 15-08, em 2h20 de jogo, no ginásio lotado do Tijuca Tênis Clube, no Rio de Janeiro.
Com a vitória, a equipe dirigida pelo técnico Bernardinho enfrentará o Sollys/Osasco (SP), comandado por Luizomar de Moura, na final da edição 09/10 da competição no próximo domingo (18.04), no ginásio do Ibirapuera, em São Paulo. Esta será a sexta final consecutiva entre os dois times. A equipe carioca venceu as últimas quatro e perdeu uma.
A Unilever buscará o heptacampeonato da Superliga e disputará sua nona final. O Sollys/Osasco tentará subir ao lugar mais alto do pódio pela quarta vez. O time paulista disputará sua 11ª final em 16ª edições da competição, a nona consecutiva.
“Foi um espetáculo maravilhoso. Ainda bem que acabou bem para o nosso lado. Ganhamos dois sets com relativa facilidade. Mas foi um jogo tenso. Vimos que a coisa complica se dermos qualquer tipo de brecha para um time que tem Fofão, Mari e Sheilla. Mais uma vez, saímos de uma dificuldade e o time mostrou força. Agora é focar no time de Osasco”, avaliou Bernardinho, técnico da Unilever.
O jogo
A Blausiegel/São Caetano entrou em quadra parecendo ainda não ter se recuperado da virada sofrida na segunda partida da série semifinal. A Unilever conseguiu quebrar a recepção do time paulista e dificultar os ataques das ponteiras adversárias. Ao todo, a equipe carioca somou 14 pontos em falhas adversárias. Mais concentrada, a Unilever fechou o set em 25/15, sem grandes dificuldades.
A Blausiegel/São Caetano voltou outra equipe para o segundo set. Com a oposto Sheilla decidindo no ataque, o time paulista cresceu e chegou à primeira parada técnica com três pontos de vantagem (8/5).
O número de erros excessivos mudou de lado. A Unilever não apresentou o mesmo ritmo da primeira parcial e viu a ponteira adversária Mari dominar e ajudar a equipe paulista a marcar 16/11. A Blausiegel/São Caetano administrou a diferença e, no ataque de Mariana, fechou o set em 25/20, empatando a partida.
A Unilever recuperou-se e entrou para o terceiro set dificultando a recepção paulista. No ataque, Joycinha foi o destaque e ajudou as donas da casa a abrirem 8/2. A torcida carioca pegou no pé da ponteira Mari, que reagiu às provações com gestos. O jogo ficou quente dentro e fora da quadra.
Com a levantadora Dani Lins melhor em quadra, a Unilever continuou dominando e com vantagem (16/12). No contra-ataque de Joycinha, destaque do set, a equipe da casa fechou a parcial em 25/14.
O técnico Mauro Grasso, da Blausiegel/São Caetano, começou o quarto set com a ponteira Dayse no lugar de Mariana, como terminou a parcial anterior. E dois pontos de bloqueio da Unilever marcaram o começo do set. O time carioca continuou com a mesma eficiência no saque e dificultou a recepção e o ataque da equipe paulista. Na primeira parada técnica, a vantagem das donas da casa era de cinco pontos.
A Blausiegel/São Caetano evoluiu e diminuiu a vantagem. No bloqueio da levantadora Fofão sobre Érika, o grupo paulista encostou no marcador (14/13) para, em seguida, empatar (16/16). O placar ficou equilibrado até o fim do set, que foi decidido no detalhe. Depois de um ponto de bloqueio e do saque forçado de Fofão, que dificultou a recepção e causou os dois toques de Dani Lins, a Blausiegel/São Caetano fez 26/24 e levou a decisão para o tie-break.
A atuação da central Fabiana fez a diferença no início do quinto set e as donas da casa abriram 5/2. Apesar da dificuldade na recepção da Blausiegel/São Caetano, a oposto Sheilla era a opção das bolas de segurança de Fofão. No ataque de Érika, a Unilever marcou 8/4. E a noite era mesmo da Unilever. Impulsionado pela torcida, o time carioca ditou o ritmo do set e fechou em 15/08, no contra-ataque da oposto Joycinha.

Unilever: Dani Lins, Joycinha, Regiane, Érika, Carol Gattaz e Fabiana. Líbero - Fabi. Entraram – Amanda, Camilla Adão e Monique. Técnico – Bernardinho

Blausiegel/São Caetano: Fofão, Sheilla, Mari, Mariana, Juciely e Natália. Líbero – Suellen. Entraram – Ciça, Dayse e Ana Maria. Técnico – Mauro Grasso

quinta-feira, 8 de abril de 2010

UNILEVER DEVOLVE O 3 A 0


Depois de ficar ilhado no ginásio do Maracanãzinho, o time da Unilever (RJ) entrou em quadra nesta quinta-feira (08.04) precisando da vitória a qualquer custo para continuar vivo na Superliga Feminina de vôlei 09/10. E a equipe carioca conseguiu. Após uma virada espetacular no primeiro set, o time comandado pelo técnico Bernardinho venceu a Blausiegel/São Caetano (SP) por 3 sets a 0, parciais de 25-22, 25-21 e 25-15, em 1h27 de jogo, no ginásio do Tijuca Tênis Clube, no Rio de Janeiro.
Com o resultado, a série semifinal está empatada. A terceira e decisiva partida será disputada no próximo sábado (10.04), a partir das 21h30, no ginásio do Tijuca Tênis Clube, com transmissão ao vivo do canal Sportv. O time que vencer disputará a final da competição no dia 18 (domingo), no ginásio do Ibirapuera, em São Paulo. O Sollys/Osasco (SP), que eliminou o Pinheiros/Mackenzie (SP), já está classificado e disputará a sua nona final de Superliga.

O JOGO


A Blausiegel/São Caetano começou o primeiro set melhor. O time paulista teve o placar na mão até o 21º ponto. Destaque para a ponteira Mari Paraíba, eficiente no ataque. Mas um ace da ponteira Regiane foi o início da virada da Unilever, que na segunda parada técnica estava quatro pontos em desvantagem (12/16).
Com Regiane eficiente no saque e Érika sendo a responsável pela definição no ataque, a equipe carioca virou: 23/22. A torcida cresceu junto com a equipe carioca que fechou a parcial em 25/22, depois do erro de ataque de Mari Paraíba.
A virada da Unilever no primeiro set mudou o panorama da partida. A Blausiegel/São Caetano entrou abatida para a segunda parcial, enquanto as donas da casa entraram com força total e abriram 5/1. Mas o rendimento do passe da Unilever caiu e o time paulista voltou a equilibrar o jogo (11/10).
No entanto, o saque do grupo carioca dificultou a recepção da Blausiegel/São Caetano e a Unilever voltou a ditar o ritmo da partida. Na segunda parada técnica, a vantagem era de três pontos (16/13). A oposto Sheilla ajudou o time da Blausiegel/São Caetano a diminuir mais uma vez o placar para um ponto de diferença. Mesmo assim, a Unilever imprimiu um ritmo forte na final do set e marcou 25/21.
A Blausiegel/São Caetano começou bem o terceiro set, mas a noite era mesmo da Unilever. Na primeira parada técnica, a vantagem do time carioca era o dobro de pontos das adversárias (8/4). O técnico Mauro Grasso pediu para as jogadoras da equipe do ABC Paulista acreditarem na vitória. Mesmo assim, o volume de jogo das anfitriãs foi maior o tempo inteiro.
Mauro Grasso ainda colocou a cubana Regla Bell, tricampeã olímpica, em quadra. Mas a Blausiegel/São Caetano continuou errando mais e não conseguiu parar a Unilever. As cariocas selaram a vitória ao marcarem 25/15, no ataque pelo meio com a central Carol Gattaz.
Homenagem às vítimas da chuva
Antes do início da partida, as equipes fizeram um minuto de silêncio em homenagem às vítimas das chuvas que atingiram o Rio de Janeiro desde a última segunda-feira. A partida, inclusive, precisou ser adiada porque o ginásio do Maracanãzinho, onde seria realizado o jogo, foi inundado e ficou sem condições de receber o duelo.
Além disso, o time da Unilever sentiu na pele os efeitos das chuvas. No momento da chuva torrencial, a equipe começava seu treinamento no Maracanãzinho. As jogadoras e os integrantes da comissão técnica ficaram ilhados e foram obrigados a passar à noite no ginásio. As atletas dormiram em uma sala improvisada na tribuna de honra e só conseguiram deixar o local às 11h do dia seguinte, 16 horas depois.


Unilever – Dani Lins (2), Joycinha (16), Érika (10), Regiane (5), Carol Gattaz (5) e Fabiana (15). Líbero – Fabi. Entraram – Amanda, Camila Adão (1) e Monique. Técnico – Bernardinho


Blausiegel/São Caetano – Fofão (1), Sheilla (13), Mari (3), Mari Paraíba (11), Juciely (6) e Natália (8). Líbero – Suellen. Entraram – Dayse e Regla Bell (2). Técnico – Mauro Grasso

SOLLYS/OSASCO VENCE E ESTÁ NA FINAL DA SUPERLIGA


O Sollys/Osasco (SP) é o primeiro finalista da Superliga Feminina de vôlei 09/10. Na noite de terça-feira(06.04), a equipe de Osasco venceu o Pinheiros/Mackenzie (SP) por 3 sets a 1, parciais de 25/19, 25/20, 19/25 e 25/15, em 1h48 de jogo, no ginásio Henrique Vilaboin, em São Paulo, e fechou a série melhor-de-três das semifinais em 2 jogos a 0. Esta será a nona final consecutiva do Sollys/Osasco.
A decisão será disputada no dia 18 de abril (domingo), no ginásio do Ibirapuera, em São Paulo. O adversário do Sollys/Osasco será o vencedor do confronto entre Unilever (RJ) e Blausiegel/São Caetano (SP). O time paulista vence a série, e a segunda partida será nesta quinta-feira(08.04), às 21h30, no ginásio do Tijuca Tênis Clube, no Rio de Janeiro. O canal Sportv transmite.
Nas últimas quatro finais que disputou, o time de Osasco perdeu as quatro para a Unilever (RJ). A última conquista do Sollys/Osasco foi na temporada 04/05, quando o time conquistou o tricampeonato (04/05, 03/04 e 02/03).
Apesar da derrota, a maior pontuadora do jogo foi a ponteira Fernanda Garay, do Pinheiros/Mackenzie. A atacante marcou 20 vezes – 16 no ataque e quatro no bloqueio. Pelo Sollys/Osasco, Jaqueline marcou 17.
“Não temos preferência contra quem jogar a final. Os dois elencos são muito fortes, não dá para ficar escolhendo, o que vier faremos de tudo e mais um pouco pra encerrar essa temporada com chave de ouro", afirmou Jaqueline apos o jogo.
Após três anos fora do país, a jogadora busca seu quarto título da competição. O último título da jogadora foi na temporada 2005/2006 com o então Rexona-Ades. No Osasco, a pernambucana é bicampeã, nas temporadas 2002/2003 e 2003/2004, e aproveita para convocar os fanáticos torcedores osasquenses.
“A final é aqui em São Paulo. Por isso, convoco a torcida de Osasco e toda a região para lotar o Ibirapuera e fazer dessa final um grande espetáculo. Conto muito com a presença e apoio de nossa torcida assim como hoje, que deram um show. Fiz questão de comemorar com eles assim que acabou o jogo, não pararam de cantar um minuto, foi muito empolgante”, finalizou.
Luizomar destaca superação da equipe
Após a partida, a equipe do Sollys/Osasco comemorou a classificação. O técnico Luizomar de Moura lembrou o momento difícil que a equipe passou após a última Superliga.
“Não podemos esquecer que esse time acabou, mas tivemos pessoas importantes que nos ajudaram a voltar e se reestruturar. Agora, precisamos trabalhar e esperar o adversário. Dever cumprido. O time superou um momento difícil, voltou e manteve a tradição de uma cidade chegando a mais uma final”, destacou Luizomar de Moura, que disputará a quinta final de Superliga.
Um dos destaques da vitória do Sollys/Osasco, a ponteira Sassá destacou a boa preparação do time para o duelo. “Todas nós acordamos preparadas para esse jogo. Sabíamos que seria uma partida difícil. Viemos preparadas para a pressão da torcida adversária e sabíamos que elas entrariam mordidas”, disse a atacante, que marcou 16 pontos.
O bom trabalho da levantadora Carol Albuquerque na distribuição de bolas pôde ser observado com o equilíbrio de pontos das atacantes da equipe de Osasco. Além de Jaqueline com 17 e Sassá com 17, a oposto Natália marcou 15 pontos, mesmo número da central Adenízia. A meio-de-rede Thaissa assinalou 10 vezes.

Pinheiros/Mackenzie: Fabíola (3), Lia (9), Fernanda Garay (20), Ju Costa (8) Marina (5), Bárbara (5) e a líbero Verê. Entraram Roberta, Thais, Cibele (2), Lígia (9) e Letícia.


Sollys/Osasco: Carol (3), Natália (15), Sassá (16), Jaqueline (17), Adenízia (15), Thaisa (10) e a líbero Camila Brait. Entraram Juliana, Thaís e Ana Tiemi.

terça-feira, 6 de abril de 2010

CHUVA ADIA JOGO NO MARACANÃZINHO


A forte chuva que desaba no Rio de Janeiro desde o início da noite de segunda-feira deixou a equipe do Rio de Janeiro, inclusive o técnico Bernardinho, presa no Maracanãzinho durante a madrugada desta terça. Quatro jogadoras, entre elas a atacante Carol Gattaz, até conseguiram sair do ginásio no meio da madrugada, mas sofreram nas ruas da cidade. A maioria das atletas e a comissão técnica, porém, dormiram no local, e, segundo o assistente técnico Hélio Griner, na manhã desta terça a quadra do Maracanãzinho está com cerca de um metro de água, sendo que a primeira fila de cadeiras do ginásio está submersa.
Com isso, fica difícil saber quando a segunda partida da série melhor de três da Superliga Feminina contra o São Caetano poderá ser realizada. De acordo com Griner provavelmente o jogo não será mais no Maracanãzinho, pela situação do ginásio. Bernardinho resumiu bem o que se passava dentro do ginásio e na cidade:

- Está caótico. Não sei o que vai acontecer. Ninguém descansou, não sei como vai ser esse segundo jogo - disse Bernardinho.

Água, espumas, pizzas, brincadeiras na madrugada...
Griner contou que a delegação do Rio de Janeiro chegou ao Maracanãzinho às 17h30m de segunda e depois de assistirem a um vídeo no ginásio, , as jogadoras começariam a treinar com bola no ginásio. Foi quando a água começou a invadir a quadra.

Depois de tentarem em vão enxugar o piso, o local no centro da quadra ficou mais limpo, e por volta de meia-noite, 1h, as jogadoras se deitaram em espumas que ficam no canto da quadra. Pouco antes, um amigo da ponteira Regiane que mora perto do Maracanãzinho conseguiu chegar ao ginásio e levou três pizzas.

Mas logo a chuva apertou novamente e a quadra começou a ser invadida novamente pela água. Com isso, jogadoras e comissão técnica tiveram de subir para a tribuna, onde um funcionário da Suderj abriu uma sala para todos se abrigarem. Foi lá que eles dormiram.

- Nós nos acomodamos em espumas na sala mesmo, mas eu e outras pessoas só conseguimos dormir às 3h30m até as 6h - contou Griner.
Quatro jogadoras saem do ginásio e sofrem nas ruas do Rio de Janeiro

Segundo o assistente-técnico, quando amanheceu, a chuva estava mais fraca e todos tentaram sair em conjunto, mas foram desaconselhados pelo Corpo de Bombeiros do Maracanã e voltaram para dentro do Maracanãzinho. Antes disso, Carol Gattaz, Camila Adão, Luísa e Carolzinha seguiram no carro de Gattaz, que é alto.

"Nunca vi nada igual na vida, estamos paradas faz três horas no mesmo lugar na Tijuca, isso sem falar nas quatro horas que ficamos ilhadas no Maracanãzinho, cansadas, e sem perspectiva de melhoras... Sem hora para chegar em casa, e já são 2h25m da manhã...", relatou Gattaz no site de relacionamentos "Facebook", em meio ao drama que ela e suas companheiras passaram nas ruas do Rio.



Gattaz e suas companheiras só chegaram na casa da atacante no início da manhã desta terça-feira. Assim que chegou em casa ela postou no site de relacionamentos "Facebook" o seguinte recado aos fãs, amigos e parentes:

"Chegando em casa agora, 6h30m da manhã. Tijuca e Maracanã ainda alagados... Só conseguimos sair depois de deixar o carro na Tijuca e pegar o metrô!!! Cansadas, molhadas, só querendo um banho quente e cama... Mas gracas a Deus, chegamos bem!!!"

Enquanto isso, no ginásio, segundo Griner, o amigo de Regiane, que dormiu junto com a equipe no ginásio, ainda se arriscou e foi na padaria comprar 30 pães, queijo, presunto e requeijão.- Sei que havia outras pessoas piores que a gente, pelo menos estávamos seguros aqui dentro. Durante a noite, as meninas tiveram momentos de brincadeira, dos males o menor - disse o assistente-técnico do Rio.

sábado, 3 de abril de 2010

BLAUSIEGEL/SÃO CAETANO VENCE O UNILEVER DEPOIS DE SEIS ANOS E ESTÁ A UMA VITÓRIA DA FINAL

O longo jejum de vitórias da Blausiegel/São Caetano diante da Unilever em Superligas femininas de vôlei enfim terminou. E em um momento mais do que providencial. Neste sábado, o time comandado pelo técnico Mauro Grasso teve apresentação de gala em casa, venceu a equipe de Bernardinho por 3 sets a 0 (25-23, 26-24 e 25-19) e largou em vantagem na série melhor de três das semifinais da competição.
Embora a Unilever tenha crescido após o segundo tempo técnico dos dois primeiros sets, o domínio do São Caetano na partida foi praticamente integral. Liderado por Fofão e Sheilla, e ainda contando com uma atuação surpreendente da ponteira Mariana, o time paulista atropelou a Unilever, que por sua vez errou demais, sobretudo na recepção e na cobertura, e não teve um dia inspirado de nenhuma de suas jogadoras (a única exceção foi a líbero Fabi, disposta como sempre).
Ao final da partida, as jogadoras do São Caetano destacaram a alegria do time e a evolução na reta final da Superliga. "A gente quer brigar muti por essa vaga na final. Tivemos alegria, vibração, e estamos no caminho certo. Na fase de classificação, o time ainda estava duvidando do que podia fazer. Agora o time está todo junto, jogando certinho, e é isso que conta na decisão", declarou Sheilla.
Mas o técnico Mauro Grasso tratou de frear a empolgação de suas atletas. "Um 3 a 0 não reflete um voleibol que reúne duas equipes do nível de São Caetano e Unilever. Agora vamos esperar um jogo muito mais difícil lá no Rio de Janeiro. O objetivo é fechar em duas partidas, mas temos que estar preparados para toda e qualquer eventualidade, preparar as meninas para todo tipo de erro e saber como devemos superá-los", observou o treinador.
Do outro lado, sobraram lamentos e elogios ao time vencedor. "Esse resultado não nos surpreendeu, porque [São Caetano] se trata de uma grande equipe, que cresceu no final. A Fofão imprime uma velocidade muito grande ao ataque, que dificultou nosso bloqueio e a defesa", analisou a líbero Fabi, que pediu mais vibração à Unilever. "Mas falando do nosso time, a gente está chateado pela maneira como a gente se portou na partida. A gente não tem obrigação de nada, só de jogar voleibol com um pouco mais de alegria. O espírito do nosso time é esse, acreditar sempre, lutar sempre. Independentemente do adversário, faltou um pouco de tranquilidade, a gente tentar se divertir lá dentro. A gente tem um time jovem, e eu acho que a tensão gerou alguns pontos de instabilidade".
Depois desta derrota, para chegar a sua sexta final consecutiva de Superliga, a Unilever, que sofreu sua primeira derrota por 3 a 0 nesta edição do campeonato, terá que melhorar muito e se aproveitar do fator casa para vencer o próximo jogo, no Maracanãzinho, às 21h, na terça-feira, para forçar uma terceira e definitiva partida, agendada para o dia 9 de abril também no ginásio carioca, às 21h.
Ao São Caetano, por sua vez, uma vitória fora de casa na semana que vem será suficiente para chegar a uma final de Superliga pela primeira vez na história do clube.
O São Caetano iniciou a partida deste sábado com Fofão e Sheilla, Mari e Mariana, Natália e Juciely, além da líbero Suellen. Também entrou Dayse. Já a Unilever foi pra quadra com Dani Lins e Joycinha, Érika e Regiane, e Fabiana e Carol Gattaz, além da líbero Fabi. Entraram ainda Amanda, Michelle, Monique e Camila Adão.

O jogo

A vitória do São Caetano começou com um ace de Mari logo no primeiro rali da partida. A partir daí, o São Caetano conseguiu no máximo abrir dois pontos (6-4), até que disparou após o primeiro intervalo técnico e, com dois pontos de Sheilla, abriu quatro de vantagem (12-8). Após um pedido de tempo de Bernardinho, a Unilever cresceu, chegou ao empate (15-15) e virou o placar (17-15). A instabilidade das anfitriãs, porém, durou pouco, e com dois ataques de Sheilla e um de Mari, o time retomou a dianteira (21-20), até fechar com 25-23.
O São Caetano largou na frente também no segundo set, mas a Unilever seguiu no seu encalço. Quando as donas da casa abriram três pontos (7-4), porém, Bernardinho voltou a pedir tempo. O sermão demorou a surtir efeito, e as visitantes só conseguiram reagir graças a um mau momento do São Caetano, potencializado por discussões entre as jogadoras dentro da quadra e marcações polêmicas do árbitro. O empate veio no 16-16, com uma virada logo em seguida. Mas o time do ABC voltou para o jogo e, inspirado por uma incontrolável Sheilla, retomou a ponta no marcador em um ataque de Monique para fora (21-20). Depois, bastou administrar para fechar com 26-24.
A terceira e última parcial foi a menos equilibrada de todas. Enquanto a Unilever continuava a padecer de problemas na recepção (mesmo com as alterações realizadas por Bernardinho), o São Caetano ditava o ritmo cada vez mais. A diferença que começou em dois pontos em um ataque de Natália (3-1) só cresceu, chegando a quatro (7-3) e a seis (19-13). A Unilever não conseguiu reagir, e o São Caetano acabou fechando com 25-19, matando a primeira partida das semifinais.
Blausiegel/São Caetano: Mari(18), Sheilla(11), Fofão(1), Mariana(14), Natalia(6), Juciely(13) e Suellen. Entrou: Dayse.

Unilever: Carol Gattaz(8), Erika(5), Fabiana(15), Regiane(2), Dani Lins(2), Joycinha(12) e Fabi. Entraram: Michele(1), Amanda, Monique(5) e Camila Adão.

SOLLYS/OSASCO BATE PINHEIROS/MACKENZIE E SAI NA FRENTE

Na primeira rodada das semifinais da Superliga Feminina, o Sollys/Osasco recebeu o Pinheiros/Mackenzie, neste sábado, no Ginásio José Liberatti e venceu o jogo em 3 sets a 1, parciais de 25-15, 25-20, 21 -25 e 25-23. Mesmo com goteiras e apagões, a torcida teve uma grande apresentação de voleibol e pode ver uma Jaqueline inspirada.
A ponteira do Sollys/Osasco foi o nome do jogo, pontuando em todos os fundamentos. Foram oito pontos no primeiro set, sete no segundo, seis no terceiro e sete no quarto set somando 28 pontos na partida
No primeiro set, o Pinheiros/Mackenzie contou com boa distribuição de Fabíola pelo meio e chegou ao primeiro tempo técnico em 8 a 6. Com saques fortes de Lia Castro, o Pinheiros/Mackenzie abriu 11 a 8 e Luizomar de Moura parou o jogo. Jaqueline empatou para o Sollys/Osasco em 11 a 11. A ponteira campeã olímpica começou o jogo de forma arrasadora e anotou 5 pontos na partida. Carol Albuquerque fez uma bela sequencia de saque e abriu de virada 13 a 11. Paulo Coco faz a inversão com Roberta e Thais no lugar de Fabíola e Lia. Jaqueline segue pontuando e abrindo para o Osasco. Cibele entra no lugar de Ju Costa. O Sollys seguiu na frente e abrindo, 19 a 13. Paulo Coco pediu tempo. Se destacando no bloqueio, Osasco fechou o set em 25 a 15.
Bárbara de bloqueio abriu o placar no segundo set e novamente de bloqueio fez 2 a 0. Jaqueline diminuiu após um rali 2 a 1. Pinheiros abre 6 a 3 com Fernanda Garay no bloqueio. Osasco empatou com erro do Pinheiros, 7 a 7. Marina Daloca ataca forte e chega o primeiro tempo técnico 8 a 7 Pinheiros. Garay faz boa sequência de saque abrindo 10 a 7. Osasco empatou a partida com Jaqueline, 11 a 11. E a ponteira coloca o Osasco na frente em 13 a 12, obrigando o Paulo Coco a pedir tempo. Natália amplia 14 a 12. Roberta entrou no lugar de Fabíola. Jaqueline, mais uma vez, leva o Osasco ao tempo técnico 16 a 12. Paulo Coco substitui Ju Costa por Cibele e Lia por Thais. Adenízia abre 19 a 15. Marina Daloca de bloqueio 22 a 19. Jaqueline na paralela levou Osasco ao set point 24 a 19, mas em um erro de Marina, Osasco fechou o segundo set em 25 a 20.
Como nos dois sets anteriores, o Pinheiros começa melhor o terceiro set 3 a 1. Fernanda Garay abre 5 a 2 e Luizomar pediu tempo. Adenízia diminuiu pelo meio 7 a 4. Marina Daloca pelo meio levou o Pinheiros/Mackenzie ao primeiro tempo técnico em 8 a 5. Sassá usa o bloqueio de Ju Costa e diminui 10 a 7. Jaqueline diminuiu na paralela 11 a 10. Adenízia de china voltou a diminuir 13 a 11 e Jaqueline de bloqueio empatou o set em 13 a 13. Já somando 20 pontos na partida, Jaqueline virou para o Osasco 14 a 13. Pinheiros volta a frente com Garay 15 a 14. Luizomar coloca Ana Tiemi no lugar de Carol. Fernanda Garay de bloqueio aumenta a diferença 19 a 14. Sassá deixa a quadra para a entrada de Thaís. Roberta entra para sacar no lugar de Lia. Marina saca bem e coloca Pinheiros perto de fechar o set em 23 a 20. Jaqueline diminuiu 23 a 21. Ju Costa fecha o set em 25 a 21.
Mesmo com Ana Tiemi de titular no quarto set, o Pinheiros repetiu o desempenho dos outros sets e abriu 5 a 2 no placar, chegando ao primeiro tempo técnico na frente em 8 a 5. A chuva apertou em Osasco e algumas goteiras fizeram com que a arbitragem interrompesse a partida por alguns minutos. Pinheiros abre 11 a 6 aproveitando um erro do Osasco. Jaqueline em uma diagonal curta, após rali, diminuiu 12 a 09. Com um ace, Jaqueline chega a 25 pontos na partida e encosta no placar, 14 a 13. Lia Castro de bloqueio leva o Pinheiros ao segundo tempo técnico, 16 a 13. Após parada por goteiras, faltou luz no José Liberatti e esfria a partida. Osasco diminuiu e Paulo Coco pediu tempo, 20 a 17. Ju Costa faz seu quinto ponto no set e abre 22 a 19. Jaqueline explora bloqueio e empatou o set 22 a 22, as jogadoras do Osasco vibraram muito e incendiou a partida. Jaqueline vira 23 a 22. Ju Costa erra o saque e Osasco fecha o sets em 25 a 23 e o jogo em 3 sets a 1.

Sollys/Osasco: Carol, Natália, Jaqueline, Sassá, Adenizia, Thaisa e a líbero Camila Brait. Entraram: Ju Gomes.

Pinheiros/Mackenzie: Fabíola, Lia, Garay, Ju Costa, Bárbara, Marina e líbero Verê. Entraram: Roberta, Thais e Cibele.

quinta-feira, 1 de abril de 2010

AGORA É "PRA" VALER, QUEM VENCER ESTÁ NA FINAL


Primeiro e segundo colocados da fase classificatória da Superliga feminina de vôlei, Unilever e Sollys/Osasco, respectivamente, chegaram às semifinais da competição com o direito de disputarem duas partidas da série melhor de três em casa. Mas seguindo o que fizeram nas quartas de final, os dois iniciarão a penúltima fase do campeonato com estratégias diferentes.
O Osasco decidiu abrir o playoff contra o Pinheiros/Mackenzie em casa, no ginásio José Liberatti. O primeiro jogo será neste sábado, às 15h. A segunda partida, na terça-feira, às 18h30, será na capital paulista. Já o terceiro jogo, ser for necessário, ocorrerá novamente em Osasco, no sábado (10 de abril), às 11h.
A Unilever, por sua vez, optou por iniciar a série semifinal contra a Blausiegel/São Caetano fora de casa, no ABC paulista. O primeiro jogo será no sábado, às 21h30. Já a segunda e a terceira partida (esta última se for necessária) acontecerão no Rio de Janeiro, no ginásio do Maracanãzinho, na terça-feira, às 21h, e na sexta (9 de abril), também às 21h.
Os seis jogos das semifinais terão transmissão do canal Sportv. Ao todo, nove das campeãs olímpicas em Pequim-2008 estarão em quadra: Carol Albuquerque, Jaqueline, Sassá e Thaísa pelo Osasco, Fabi e Fabiana pela Unilever, e Sheilla, Fofão e Mari pelo São Caetano.

terça-feira, 30 de março de 2010

USIMINAS/MINAS É ELIMINADO PELO BLAUSIEGEL/SÃO CAETANO

A Blausiegel/São Caetano (SP) não se intimidou com a torcida mineira e fechou a série melhor-de-três das quartas-de-final da Superliga Feminina de vôlei 09/10 na Arena Vivo, em Belo Horizonte. Na noite desta segunda-feira (29.03), o time paulista superou a Usiminas/Minas (MG) pela segunda vez consecutiva e ganhou por 3 sets a 0, parciais 25-14, 25-23 e 25-18, em 1h21 de jogo.
Com a vitória, a Blausiegel/São Caetano passou para as semifinais. Na próxima fase, o time dirigido pelo técnico Mauro Grasso lutará por um lugar na decisão contra a Unilever (RJ), time hexacampeão da competição que eliminou a Cativa/Oppnus (SC) nas quartas-de-final.
A oposto Sheilla e a central Natália, da Blausiegel/São Caetano, e a oposto Nancy Metcalf, da Usiminas/Minas, foram as maiores pontuadoras da partida, com 14 acertos cada uma.
“Mineiros” comemoram
A Blausiegel/São Caetano teve a ajuda de dois “mineiros” na vitória que selou a passagem da equipe para as semifinais. O técnico Mauro Grasso, que treinou a equipe masculina do Minas Tênis Clube nas últimas temporadas, e a oposto Sheilla, ex-jogadora da equipe de Belo Horizonte.
“A atenção e a concentração foram essenciais para a vitória. O jogo foi muito bom para o nosso lado. O Minas jogou bem é um time que tem o seu valor e fez merecer por chegar até aqui. Para mim, essa vitória, aqui em Minas, é até meio complicada porque minha família mora toda aqui em Belo Horizonte”, disse Mauro Grasso.
Sobre o próximo adversário, Mauro disse que o time paulista terá ainda mais dificuldades. “Será um confronto duríssimo. Nessa Superliga, temos que matar um leão a cada dia. E os leões estão ficando cada vez mais ferozes. Vamos nos preparar ainda mais para o duelo contra a Unilever”, completou o treinador.
A atacante Sheilla tem a mesma opinião do treinador quando o assunto é a Unilever. “Será duríssimo. São duas grandes equipes. A Unilever tem um timaço. Mas a Blausiegel/São Caetano está num bom momento e vamos para cima delas para chegarmos à final”, avaliou a mineira Sheilla, que contou com a torcida de 20 familiares nas arquibancadas da Arena Vivo.

Usiminas/Minas – Dani Fagundes, Metcalf, Ingrid, Ivna, Vargas e Natasha. Líbero – Tassia. Entraram – Fernanda, Silvana e Renata. Técnico – Jarbas Soares
Blausiegel/São Caetano – Fofão, Sheilla, Mari, Mari Paraíba, Juciely e Natália. Líbero - Suellen. Entrou - Dayse. Técnico – Mauro Grasso.

PINHEIROS/MACKENZIE E VÔLEI FUTURO DECIDEM AMANHÃ QUEM PASSA E ENFRENTA O SOLLYS/OSASCO


Pinheiros/Mackenzie (SP) e Vôlei Futuro (SP) enfrentam-se nesta quarta-feira (31.03) por uma vaga nas semifinais da Superliga feminina de vôlei 09/10. Cada equipe tem uma vitória na série das quartas-de-final e quem vencer enfrentará o Sollys/Osasco (SP) na briga por um lugar na decisão. O jogo acontecerá a partir das 19 horas, no ginásio Henrique Villaboin, na capital paulista.
Atual campeão paulista, o Pinheiros/Mackenzie abriu a série das quartas-de-final da Superliga 09/10 vencendo o Vôlei Futuro, em casa, por 3 a 0. Na segunda partida, no último domingo, jogando ao lado de sua torcida, em Araçatuba, o Vôlei Futuro adiou a decisão da vaga ao derrotar o adversário por 3 a 1. Na fase classificatória, cada time também venceu uma vez.
Veja a galeria de fotos Melhor do Vôlei do primeiro jogo da série
O técnico do Pinheiros/Mackenzie, Paulo Coco, aproveitou estes dois dias para corrigir os erros de sua equipe. “Nosso saque, que caiu de produção durante aquele jogo, mas, principalmente, a postura do grupo. Taticamente estávamos jogando bem, marcando as principais atacantes do Vôlei Futuro, a Neneca e a Mambru, e começamos a perder a cabeça”, explicou. “Temos que manter um padrão de jogo”, completou Paulo Coco.
Pelo Vôlei Futuro, o técnico William Carvalho ressaltou que sua equipe está otimista para a partida. “Todo mundo acreditava em uma classificação tranquila do Pinheiros para as semifinais. Sabemos que estamos enfrentando um time forte, atual campeão paulista, com um poder de fogo maior que o nosso, mas não vamos desistir nunca”, garante William. “É um tudo ou nada para as duas equipes. É um jogo de xadrez”, concluiu.
Uma das semifinais da Superliga 09/10 já está definida e reunirá Unilever (RJ), hexacampeão, e São Caetano/Blausiegel (SP).
Estatísticas

SOLLYS/OSASCO PASSA PELO PRAIA CLUBE/BANANA BOAT E SE CLASSIFICA PARA AS SEMIS

O Sollys/Osasco venceu o Praia Clube/Banana Boat (MG), na segunda partida da série melhor-de-três das quartas-de-final, por 3 sets a 1, parciais 25-11, 25-19, 22-25 e 25-14, no ginásio do Praia Clube.

Mais uma vez a ponteira campeã olímpica Jaqueline Carvalho foi a maior pontuadora da partida com 20 pontos, seguida por Natália com 16 e a meio-de-rede do Praia, Giovanna com 10 pontos.
O semifinalista Sollys/Osasco enfrentará o vencedor do confronto entre Pinheiros/Mackenzie (SP) e Vôlei Futuro (SP). A série está empatada em um jogo a um. O terceiro e último duelo será nesta quarta-feira (31.03), em São Paulo, no ginásio Henrique Villaboin, a partir das 19h.
Luizomar: “Entramos extremamente focados”
O Sollys/Osasco chegou a Uberlândia querendo não repetir a mesma história da última vez que esteve na cidade mineira, onde perdeu para o Praia Clube/Banana Boat. E, com concentração, a equipe paulista saiu de quadra com a vitória e a vaga nas semifinais garantida.
“Sabíamos que seria um jogo difícil. O ginásio estava lotado e a cidade estava mobilizada para ajudar o time a empatar esta série. Mas o Sollys/Osasco entrou extremamente focado e conseguiu conquistar a vitória”, avaliou Luizomar de Moura, técnico do Sollys/Osasco.
Sobre o adversário nas semifinais, Pinheiros/Mackenzie ou Vôlei Futuro, Luizomar disse não ter preferência. “A Superliga é um dos campeonatos mais fortes do mundo. As quatro equipes que conseguirem passar para as semifinais farão grandes jogos e lutarão ponto a ponto para chegar à decisão. Não há favoritos e não tenho preferência pelo adversário. A partir de amanhã, já vamos começar a trabalhar visando essa nova fase”, disse o treinador.

Praia Clube/Banana Boat: Ananda (1), Jéssica (3), Elis (2), Sara (9), Vivi Cruz (7), Giovanna Chagas (10) e Arlene (líbero). Entraram: Rafaella (6 ), Danielle (8 ), Claudinha e Camila. Técnico: Spencer Lee.
Sollys/Osasco: Carol Albuquerque ( 6), Natália (16), Jaqueline (20), Sassá (8 ), Adenízia (9), Thaissa (15) e Camila Brait (líbero). Entraram: Isadora (1), Ana Tiemi, Ju Gomes e Thais. Técnico: Luizomar Moura

UNILEVER ELIMINA O CATICA/OPPNUS


Unilever está na semifinal da Superliga Feminina de Vôlei. O time das campeãs olímpicas Fabiana e Fabi, comandado pelo técnico Bernardo Rezende, venceu a Cativa/Oppnus, de Brusque-Pomerode (SC), por 3 sets a 1, parciais de 28-30, 25-16, 25-17 e 27-25, em 2h01, nesta segunda-feira (29/3), pela segunda rodada das quartas-de-final, no Ginásio do Maracanãzinho, no Rio de Janeiro.
Na primeira partida, a equipe carioca superou seu adversário por 3 sets a 0, em Pomerode (SC). Com isso, fechou a série melhor-de-três por 2 a 0 e assegurou presença na semifinal. Agora, o time do Rio vai lutar pelo heptacampeonato brasileiro.
"O time continuou mostrando que não consegue alcançar regularidade. Segue alternando altos e baixos, momentos razoáveis e outros de excessiva tensão, como na partida de hoje", observou o técnico Bernardinho.
"Esperávamos um jogo difícil. O time de Brusque estava buscando a sobrevivência no torneio. Elas fizeram um grande jogo - defenderam bem e imprimiram um bom volume de jogo. A partida foi marcada pela impaciência para a Unilever. Bom, é bola para a frente. Estamos felizes com a vitória e cada fase é um campeonato. Agora vamos começar de novo", acentuou a líbero Fabi.
"O time cometeu erros que não pode cometer. O importante foi a vitória. Vamos esquecer hoje e pensar para a frente", observou a meio-de-rede Fabiana, que fez 20 pontos e foi a maior marcadora da partida - juntamente com Suelle, da Cativa/Oppnus, com a mesma pontuação.


Unilever: Dani Lins, Joycinha, Érika, Regiane, Carol Gattaz, Fabiana e a líbero Fabi. Entraram: Amanda, Monique e Camilla Adão.


Cativa/Oppnus: Karine, Tandara, Suelle, Ju Amaral, Edna, Flúvia e a líbero Nine. Entraram: Fê Isis, Bruna e Flavinha e Claudinha.

domingo, 28 de março de 2010

VÔLEI FUTURO EMPATA A SÉRIE COM O PINHEIROS/MACKENZIE



Em Araçatuba, interior de São Paulo, o Vôlei Futuro surpreendeu o Pinheiros/Mackenzie, venceu por 3 sets a 1, parciais de 20/25, 26/24, 25/16 e 25/22, e levou a decisão do confronto de quartas-de-final da Superliga Feminina de vôlei para o terceiro jogo, que acontece na próxima quarta-feira, em São Paulo.
Depois de sair perdendo no primeiro set por 25/20, tendo a oposto Lia como destaque, com sete pontos, o Vôlei Futuro viu o Pinheiros ter um set-point em 24/23, mas conseguiu reagir e fechou o set em 26/24.
A igualdade motivou a equipe de Araçatuba, que teve facilidade para vencer o terceiro set em 25/16, virando o jogo. Com a confiança abalada, o Pinheiros/Mackenzie não conseguiu reagir e, no quarto set, o Vôlei Futuro matou o jogo com 25/22.
A levantadora Ana Cristina apontou a garra como a maior virtude da equipe: “Esta foi a segunda vez que o Pinheiros perdeu aqui dentro da nossa casa. No primeiro confronto dessa série, em São Paulo, até jogamos bem, mas no final de cada set desconcentrávamos. Precisamos manter o ritmo durante todo o jogo, como foi hoje a partir da final do segundo set. A garra é a principal característica da nossa equipe. Hoje, a comissão técnica nos pediu para jogarmos com alegria e não desistir nunca. E foi isso que fizemos em quadra”, analisou a capitã do Vôlei Futuro.

sábado, 27 de março de 2010

SOLLYS/OSASCO VIRA CONTRA O PRAIA CLUBE/BANANA BOAT

O Sollys/Osasco confirmou o favoritismo e saiu na frente na disputa feminina das quartas de final da Superliga de vôlei. Segundo colocado na primeira fase, a equipe da ponteira Jaqueline venceu o Praia Clube/Banana Boat (MG), sétimo melhor classificado, pelo placar de 3 a 1, com parciais de 21-25, 25-17, 25-18 e 25-21. A primeira partida do duelo de melhor de três foi disputada no ginásio Professor José Liberatti, em Osasco.
Agora, para garantir uma vaga nas semifinais da Superliga, o Sollys/Osasco precisa vencer o segundo jogo da disputa, que será realizado na próxima segunda-feira, às 19h30 (horário de Brasília), no ginásio do Praia Clube, em Uberlândia. Caso o time mineiro triunfe, uma terceira e decisiva partida será realizada.
O vencedor das quartas entre Sollys/Osasco e Praia Clube/Banana Boat enfrenta quem triunfar do confronto entre Pinheiros/Mackenzie e Vôlei Futuro.
Em quadra, apesar do favoritismo, o Sollys/Osasco encontrou dificuldades no início do jogo e foi surpreendido pela equipe visitante, que “matou” o primeiro set com um ponto de bloqueio. A partir do segundo, o time comandado pelo técnico Luizomar de Moura encontrou-se em quadra e impôs seu jogo, confirmando a esperada vitória em casa. No quarto set, as equipes começaram errando muito, mas, a partir do sétimo ponto, o time anfitrião assumiu o controle e não deixou as adversárias livres.
"Foi uma grande vitória. Temos que comemorar hoje e já pensar no segundo jogo, na próxima segunda-feira. Levamos um susto no primeiro set. Não podemos entrar vacilando dessa forma e jogando com corpo mole. No próximo confronto, temos que jogar como nos três últimos sets de hoje", avisou a ponteira Jaqueline, principal pontuadora da partida, com 20 acertos.
Sollys/Osasco: Carol, Natália, Sassá, Jaqueline, Adenízia e Thaissa. Líbero – Camila Brait. Entraram – Ana Tiemi, Isadora, Thaís e Juliana. Técnico – Luizomar de Moura

Praia Clube/Banana Boat: Claudinha, Sara, Elis, Jéssica, Vivi Cruz e Giovanna. Líbero – Arlene. Entraram – Ananda, Angélica, Danielle, Rafaella e Mayara. Técnico – Spoencer Lee

UNILEVER MANTÉM FAVORITISMO E DERROTA O CATIVA/OPPNUS


Nem a força do saque e nem a presença de Tandara – maior pontuadora da fase classificatória da Superliga Feminina de vôlei 09/10 – foram suficientes para impedir que a Unilever (RJ) saísse na frente Da Cativa/Oppnus (SC) no primeiro confronto das quartas-de-final da competição. Nesta sexta-feira (26.03), o time carioca ganhou por 3 sets a 0 (25/17, 25/20 e 25/21), em 1h35 de jogo, no ginásio Ralf Knaesel, em Pomerode (SC).
Com a vitória, as atuais campeãs da Superliga estão a uma vitória de garantir vaga nas semifinais. Na próxima segunda-feira (29.03), os dois times estarão novamente frente a frente. Desta vez, no ginásio do Maracanãzinho, no Rio de Janeiro, a partir das 19h30. Para a Cativa/Oppnus, só a vitória interessa para empatar o playoff e provocar a terceira partida.
Nas semifinais, o vencedor do confronto entre Unilever e Cativa/Oppnus duelará contra o ganhador da série entre Blausiegel/São Caetano (SP) e Usiminas/Minas (MG).
O destaque do jogo foi a oposto Joycinha, da Unilever. A atacante marcou 15 pontos e foi a maior pontuadora do confronto.
Após a partida, a campeã olímpica Fabi, da Unilever, festejou a vitória. “Sacamos e bloqueamos bem e conseguimos ter uma boa atuação. Sabíamos que teríamos dificuldade nessa partida. A equipe da Cativa mescla experiência com juventude. Não está nada decidido. Mas a pressão delas é maior porque terão que vencer dois jogos na nossa casa. Espero contar com a ajuda da nossa torcida para termos mais uma boa atuação e conseguirmos a classificação para as semifinais”, avaliou a líbero
Tandara não consegue explicar atuação
Aposta maior da Cativa/Oppnus, a oposto Tandara não teve a atuação esperada. Maior pontuadora da Superliga na fase classificatória, a atacante não conseguiu palavras para avaliar seu desempenho.
“Não sei explicar o que aconteceu. Não consegui rodar as principais bolas. Não soubemos aproveitar as nossas chances. Agora, nossa responsabilidade aumenta para conseguirmos a classificação. Teremos que trabalhar de forma diferente do que fizemos para esse jogo”, tentou explicar Tandara, que marcou 10 pontos na partida e, ao lado da central Edna, foi quem mais marcou pela equipe catarinense.
O jogo
A Cativa/Oppnus jogou desfalcada da ponteira Verônica. Com dores no ombro, a atacante foi substituída por Juliana Amaral. Já a Unilever pôde contar com a ponteira Regiane e jogou completa.
A partida começou com as donas da casa cometendo muitos erros no ataque. Com isso, a Unilever aproveitou para abrir seis pontos de vantagem (10/4). O time catarinense ainda chegou a encostar (11/13). Mesmo assim, a superioridade técnica da Unilever prevaleceu.
A Cativa/Oppnus continuou falhando nos ataques e contra-ataques, enquanto o time carioca manteve a regularidade. Desta forma, a Unilever marcou 25/17 e fechou a primeira parcial no ataque da ponteira Érika pela entrada da rede.
A Cativa/Oppnus começou o segundo set com a levantadora Flavinha, que havia entrado no final da primeira parcial para substituir Karine, com dores no cotovelo após pancada com a companheira Flúvia na descida de um bloqueio.
E a segunda parcial foi mais disputada no início. A Cativa/Oppnus pressionou e não deixou a Unilever deslanchar. Até o 14º ponto, as anfitriãs conseguiram manter apenas dos pontos de desvantagem. No bloqueio de Érika sobre Tandara, a Unilever chegou à segunda parada técnica (16/13).
Mas, diferente do primeiro set, a Unilever cometeu muitos erros e deixou a Cativa/Oppnus empatar e virar (18/17). No entanto, na reta final, a experiência do time carioca falou mais alto. A Unilever virou e abriu 22/20. E, depois de Tandara invadir a linha dos três metros, as atuais campeãs da Superliga fecharam em 25/20.
A Cativa/Oppnus entrou para o terceiro set disposta a não deixar as adversárias fecharem a partida e abriram logo 3/0. Imediatamente o técnico Bernardinho parou o jogo e chamou a atenção da equipe da Unilever, que se reencontrou em quadra e empatou em 7/7.
Mais uma vez, os erros do time catarinense ajudaram o grupo carioca, que deslanchou no marcador e, com facilidade, chegou à segunda parada técnica com seis pontos de vantagem (16/10). Tudo parecia se encaminhar para um final de set tranquilo. No entanto, a Cativa/Oppnus aproveitou os erros da Unilever e diminuiu a diferença para dois pontos (22/20). Mas as donas da casa não conseguiram virar o placar, e a Unilever, no erro de saque adversário, fechou o set em 25/21.

CATIVA/OPPNUS: Karine, Tandara, Suelle, Ju Amaral, Edna e Flúvia. Líbero – Nine.
Entraram – Flavinha, Puly, Bruna e Fernanda Ísis - V Técnico: Rogério Portela

UNILEVER: Dani Lins, Joycinha, Érika, Regiane, Fabiana e Carol Gattaz. Líbero – Fabi.
Entraram – Amanda, Michelle e Monique - Técnico: Bernardinho