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segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

FLAMENGO PODE TER TIME FEMININO?

 


A seriedade e a maneira como o Flamengo está sendo conduzido pelas mãos de Eduardo Bandeira de Mello, pode render bons frutos ao clube em outras modalidades.

O Flamengo pode voltar a ter uma equipe de ponta no vôlei feminino já na próxima temporada.
 
Embora seja tratado com cautela, o assunto ganhou força nas últimas semanas.

Nestlé e Sky estariam interessadas no negócio.

No caso da Nestlé, a idéia é trazer a estrutura, o orçamento de Osasco e algumas jogadoras da seleção brasileira para o Rio de Janeiro.

Luizomar de Moura, técnico de Osasco, é o nome que está sendo comentado nos bastidores.

O treinador foi campeão brasileiro pelo Flamengo em 2001 e deixou ótimas lembranças.

A Sky está de olhos abertos.

Gente influente de dentro da empresa apoia Bandeira e gostaria de ver a marca ligada ao vôlei feminino do Flamengo.

A idéia é ainda é embrionária e evolui gradativamente.

Bandeira quer o vôlei sobrevivendo com os recursos do patrocinador e distante do futebol. Só assim acredita que a parceria possa dar certo.

fonte: bruno voloch

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

GOVERNO TERÁ DE MUDAR PROJETO DE PRIVATIZAÇÃO DO MARACANÃZINHO PARA ATENDER EXIGÊNGIAS DO COI

Maracanãzinho precisa ter 12 mil lugares para receber jogos de vôlei da Rio-2016

A privatização do complexo esportivo do Maracanã prevê obras para a redução da capacidade de público do Maracanãzinho. O ginásio, que hoje tem 11.424 lugares, deve estar preparado para receber 9.914 pessoas após ser concedido à iniciativa privada. Essa mudança, no entanto, pode atrapalhar a preparação do Rio de Janeiro para a Olimpíada de 2016.

Isso porque o Comitê Olímpico Internacional (COI) exige que o Maracanãzinho tenha pelo menos 12 mil lugares para receber os jogos de vôlei da Olimpíada. Escolhido para sediar essa competição, o ginásio já teria que ser ampliado até 2016. Entretanto, isso é exatamente o contrário do que o governo do Rio de Janeiro planeja para o espaço para os próximos quatro anos.

De acordo com o secretário estadual da Casa Civil, Regis Fitchner, a intenção do governo é incluir o Maracanãzinho na privatização do Maracanã e transformá-lo numa arena pronta para receber shows e outros eventos. Fitchner disse que a proposta é que a empresa que assumir o Maracanã faça um tratamento acústico no ginásio e melhore seus sanitários e serviços de alimentação.

Sobre a Olimpíada, o secretário chegou a dizer que o ginásio ganharia duas quadras de aquecimento de atletas já pensando em 2016. Porém, não explicou como o governo pretende cumprir as exigências do COI e colocar em prática seu plano de redução do ginásio.

Na quarta-feira, perguntado sobre o assunto, o governo informou que os planos para o Maracanãzinho podem ser modificados. Nesta quinta-feira, ele informou que já está tratando disso com o Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016 e que pretende atender às exigências do COI para o ginásio. “O governo do Estado está tratando do assunto com o Comitê Organizador para chegar a um denominador comum para atender à exigência Olímpica.”

O Comitê Rio 2016 é o responsável por garantir que todas as estruturas esportivas dos Jogos Olímpicos do Rio estejam adequadas às exigências do COI. O órgão também informou que está em contato com o governo para discutir possíveis alterações no plano de privatização do Maracanã e do Maracanãzinho. “O Rio 2016 está em contato com o Governo do Estado para examinar o edital do complexo do Maracanã e fazer possíveis ajustes, caso seja necessário”, declarou o Rio 2016, em nota.

A proposta de privatização do Maracanã foi elaborada com base em um estudo feito pela empresa IMX, do bilionário Eike Batista. Foi a companhia quem analisou e informou ao governo tudo o que deveria ser feito para que o estádio e seus anexos se tornem mais rentáveis.

Usando informações do estudo da IMX, o governo do Rio de Janeiro divulgou uma primeira versão do edital da licitação do Maracanã. Até o dia 8 de novembro, o governo está aberto a sugestões sobre a concessão. Dez dias depois, ele deve lançar a versão final do edital.

No ano que vem, será definida a empresa que assumirá a administração do Maracanã. Essa empresa controlará o complexo esportivo por 35 anos. O Estado ganhará R$ 7 milhões por ano pela concessão.

fonte: uol vôlei