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terça-feira, 28 de outubro de 2014

REXONA-ADES FATURA O CARIOCA PELA 11ª VEZ SEGUIDA

Divulgação

Maior campeão da Superliga, o Rexona-Ades quebrou mais um recorde nesta segunda-feira (27). De forma tranquila, o time de Bernardinho faturou o 11º caneco do Campeonato Carioca, após vencer o Canto do Rio, na Urca, por 3 sets a 0 (25/15, 25/17 e 25/16). 

Com isso, passou a ser o maior papa-títulos também no estado. Entre os anos 60 e 70, o Fluminense emplacou dez conquistas na competição. Desde a última década, porém, o Rexona reinou absoluto em território fluminense.

De volta à equipe após defender o extinto Vôlei Amil, Natália valorizou o novo feito. “Atingir essa marca é importante para o Rexona-AdeS.” Além disso, fez questão de elogiar a equipe adversária, que foi montada há pouco tempo e, mesmo assim, mostrou “muita qualidade.”

“Elas deram trabalho para a gente e isso é muito bom. Espero que o vôlei daqui possa se fortalecer. É a cidade olímpica, estamos há menos de dois anos das Olimpíadas e torcemos para que apareçam mais empresas interessadas em investir no esporte.”

Cumprido o dever de casa, o Rexona passa a pensar na Superliga. O atual campeão faz sua estreia no próximo dia 7, contra o Rio do Sul/Equibrasil, em Santa Catarina. Até lá, as cariocas treinam na Urca sob o comando de Bernardinho.  

fonte: saque viagem

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

MUNDIAL MILITAR: TETRACAMPEÃES

Seleção Militar tetracampeã Mundial. Renatinha é MVP  
Foto: Sd Rafel Chagas/CCFEx

O Brasil conquistou o título de Campeã do 15º Campeonato Mundial Militar Feminino de Voleibol do CISM, disputado no Centro de Capacitação Física do Exército (CCFEx), na Urca (Rio de Janeiro). De virada, sobre a China, as comandadas do técnico Anderson Rodrigues venceram por 3 a 2, parciais de 19-25, 23-25, 30-28, 25-23 e 15-11.
O Sargento e técnico Anderson Rodrigues é um velho conhecido do Vôlei Mundial. Campeão Olímpico com a seleção principal em 2004, Anderson também defendeu a Seleção Militar Masculina como atacante, mas esse ano resolveu se tornar técnico. "Foi uma experiência muito marcante, pois perdíamos de 2 sets a 0 e viramos. Como jogador defendendo a Seleção é mais fácil, eu ia lá e executava. Mas como treinador eu tinha que fazer elas entenderem como executar", comentou o auxiliar técnico do Camponesa/Minas na Superliga. 

"Eu estou, mais do que tudo, na profissão certa. Eu adoro desafios e foi uma estreia ótima em uma seleção. Foi emocionante essa conquistas, uma das mais difíceis da minha vida. Mas sei que não será a última", concluiu.

Entre as selecionáveis, a levantadora Claudinha deu um toque de qualidade no grupo brasileiro tetracampeão mundial. "Ser militar é uma honra mesmo que temporariamente. O que aprendi aqui até agora vou levar pra minha carreira e pra minha vida", disse a levantadora. " No mundial sabíamos que o adversário a ser batido era a China, que até escondeu o jogo na fase de classificação. Nos primeiros sets fomos muito mal, mas conseguimos nos recuperar e virar o jogo. O time todo está de parabéns", comemora a jogadora que vestirá a camisa do Sesi-SP essa temporada.


Outro destaque da equipe foi a oposto Renatinha Colombo, que logo em seu primeiro ano de incorporação, já foi eleita a Melhor Jogadora do Mundial. "Estou muito feliz com a vitória sobre a China e poder fazer parte dessa Seleção. Foi um jogo muito difícil, mas assim é mais gostoso né?!", brincou a jogadora. "Ser eleita a MVP da competição foi demais, uma emoção que não sei como explicar", vibrou a jogadora do E.C.Pinheiros.

Durante a partida os militares fizeram uma homenagem ao técnico Bebeto de Freitas, da “Geração de Prata”, em referência à histórica Medalha de Prata nos Jogos Olímpicos de Los Angeles 1984, que completou 30 anos em agosto.

Foto 2 e 3: Marcos Hirose

fonte: melhor do volei

domingo, 11 de maio de 2014

MUNDIAL DE CLUBES: DÍNAMO KAZAN IMPÕE JOGO E VENCE FÁCIL O MOLICO/ NESTLÉ

Divulgação/FIVB

A intenção do Molico/Osasco era coroar a temporada com o bicampeonato do Mundial de Clubes e, assim, garantir mais um recorde à equipe, que ficou 28 partidas sem perder na Superliga. Porém, a turma de Sheilla esqueceu de combinar os planos com o Dínamo Kazan-RUS, que fez o que quis neste domingo (11) e ficou com o título da competição disputada na Suíça. Esta foi a primeira conquista do time russo no torneio. 
 
Em uma verdadeira aula de bloqueio, defesa e ataque, Gamova e companhia esfriaram os ânimos da turma de Sheilla e se sagraram campeãs mundiais. Foram sonoros 3 sets a 0 (25/11, 25/16 e 27/25), que só tiveram emoção no fim do terceiro, quando as osasquenses reagiram. Assim, o Molico volta para casa com a missão de recuperar a confiança para montar o time de olho nas disputas da próxima temporada.

Kazan atropela e abre 1 a 0
O Dínamo começou bem o primiro set, com o saque caçando Malagurski. A ponteira, por sua vez, não teve boa recepção e ajudou o placar a apontar 2 a 6 para as russas. Luizomar, então, queimou o primeiro pedido de tempo. Mas as coisas não melhoraram para as brasileiras, que, além de não conseguirem montar bem os ataques, ainda não conseguiram passar pelo bloqueio da turma de Moroz (3/12). 

 
As brasileiras ganharam animação nova quando Sheilla assumiu o saque, mas nada que alterasse o panorama geral do duelo (6/15). O passeio russo continuou, e nem Gabi no lugar de Bosetti fez efeito. Assim, a turma de Gamova caminhou sem problema algum rumo aos 11 a 25, cujo derradeiro tento foi um ace de Larson.
 
Molico melhora, mas russas vencem segundo set
A postura osasquense mudou entre um set e outro, e o jogo ficou mais equilibrado. Mais efetivo na defesa e também no contra-ataque, o time de Luizomar de Moura manteve a ponta do placar em alguns momentos. Mas as russas aproveitaram os vacilos das rivais no passe para irem à parada técnica com 6 a 8. Na volta, as europeias abriram maior vantagem, graças à ação do bloqueio e boa atuação da líbero Ulanova, que deu volume ao time (8/13). 

As brasileiras, por sua vez, seguiram com dificuldades para colocar a bola no chão, diferente de Larson, que brilhou na disputa (10/16). Mesmo com menos erros cometidos do que as oponentes, o time de Osasco não conseguiu alcançar as rivais, que compensaram os pontos cedidos com efetividade em outros quesitos. Assim, a turma de Gamova caminhou sem grandes problemas rumo aos 16 a 25, após um ponto de saque da camisa 11.     


Molico reage no fim, mas Kazan é campeão
Decidido a fechar o jogo e comemorar de uma vez o título, o Dínamo inicou a terceira etapa com um show de bloqueio, abrindo 2 a 7. As russas não abriram mais, porque cometeram mais erros e mantiveram as rivais com vida (7/10). O passe das brasileiras seguiu fazendo Fabíola correr, o que impediu uma reação melhor (9/12). Mas, se não esteve bem na recepção, Malagurski compensou em outros fundamentos, e ajudou o Molico a encostar em 11 a 13.


O  que realmente esquentou a disputa foi o ace que Thaísa arrancou, levando o placar para 13 a 14. O Dínamo não se abateu e manteve a consistência, usando e abusando de Larson em todos os setores. A defesa russa, mais uma vez, fez a diferença e ajudou a turma de Gamova a abrir quatro tentos (15/19). O Molico não desistiu e mostrou disposição defensiva e competência no contra-ataque para botar fogo na reta final (21/22). As russas seguraram a pressão e confirmaram a melhor jornada ao fecharem em 25 a 27. 


fonte: saque viagem

sábado, 3 de maio de 2014

PIACENZA LEVA O TÍTULO NA ITÁLIA

   Divulgação

O sábado (3) foi de festa para o Piacenza, que se tornou bicampeão do Italiano feminino de vôlei. E nem mesmo a presença dos 4,5 mil torcedores, que lotaram o ginásio do Busto Arsizio, foram o suficiente para tirar a concentração das meninas de Giovanni Caprara.

Muito bem no bloqueio, fundamento em que acumularam 18 pontos, Lucia Bosetti e companhia cravaram 3 sets a 0, com parciais de 25/22, 25/11 e 25/21. O jogo que encerrou a edição 2013/14 teve apenas 1h20 de duração.

Mas foi o bastante para Ferretti mexer bastante no jogo. Van Hecke, Meijners e Bosetti foram as mais buscadas pela levantadora. Leggeri e De Kruijf também tiveram uma boa participação. A maior pontuadora foi Meijners, com 13 acertos.

Já as atacantes do Busto Arsizio, pressionadas pela forte marcação, tiveram um desempenho aquém do esperado. Ortolani foi a tradução do mau dia das donas da casa e marcou apenas três vezes, com 15% de aproveitamento ofensivo. 

Assim ficou difícil de evitar a comemoração do Piacenza, que fechou a série melhor de cinco em 3 a 0. As bicampeãs foram tão superiores que cederam apenas um set às comandadas de Carlo Parisi nas três partidas da decisão.

fonte: saque viagem

sexta-feira, 2 de maio de 2014

DÍNAMO KAZAN SE GARANTE NA FINAL DO RUSSO

Dinamo Kazan é o primeiro finalista na Rússia  
Foto: Divulgação

O Dinamo Kazan, de Del Core, Gamova e Larson é o primeiro finalista da Liga Russa. Jogando  em Krasnodar, a equipe derrotou o Dinamo local, de Sokolova e Calderón, por 3 a 0, parciais de 13-25, 21-25 e 19-25, finalizando a série em 3 a 0.

Se rival na decisão pode sair nesta sexta-feira (02/05), caso o Dinamo Moscou vença o jogo 3 contra o Omichka. A Série está 2 a 0 para a equipe da capital.

fonte: melhor do vôlei

quinta-feira, 1 de maio de 2014

FINAL: PIACENZA VENCE A SEGUNDA E FICA MAIS PERTO DO BI NA ITÁLIA

Piacenza vence a segunda e fica perto do bi feminino na Itália
Foto: Divulgação

Atual campeão Nacional, o Piacenza está muito perto do bi na Itália. Nesta quarta-feira (30/04), a equipe derrotou o Busto Arsízio no segundo jogo da série final da Liga Italiana Feminina. As parciais foram de 25-19, 25-16 e 25-22, em 1 hora e 20 minutos.

Lucia Bosetti foi a grande jogadora da partida, marcando 20 pontos para o Piacenza. O terceiro jogo acontece neste sábado, às 15h30, na casa do Busto Arsízio. O Piacenza precisa de apenas mais uma vitória para ser campeão.

fonte: melhor do vôlei

FINAL DO TURCO: FENERBAHCE VENCE E DIMINUI VANTAGEM DO VALKIFBANK

Fenerbahce vence a primeira e adia festa do Vakifbank
Foto: Divulgação

Duas derrotas em um dia. Foi assim que o Vakifbank viu ser sua quarta-feira (30/04). Após ter que abrir mão da disputa do Mundial por conta da participação na final Turca, a equipe de Giovani Guidetti também foi derrota no jogo três, perdendo a chance de sagrar-se campeão.

Em casa, o Fenerbahce, ainda sem contar com Fernanda Garay, venceu o jogo três por 3 a 1, parciais de 25-22, 17-25, 25-19 e 25-21, diminuindo a diferença na série para 2 a 1.

Sem Garay, a coreana Kim, jogou pelas duas e fez 30 pontos. Agora, o Vakif tem a segunda chance de ser campeão neste sábado, 3 de maio, agora jogando em casa.

fonte: melhor de vôlei

domingo, 27 de abril de 2014

A SUPERLIGA 2013/2014 É DA UNILEVER




A Unilever (RJ) é eneacampeã da Superliga feminina de vôlei. Neste domingo (27.04), o time carioca venceu o Sesi-SP por 3 sets a 1 (21/11, 21/12, 13/21 e 21/16), em 1h47 de jogo, no ginásio do Maracanãzinho, no Rio de Janeiro (RJ), e ficou com o título da edição 13/14. A equipe do Rio de Janeiro é a maior vencedora da história da competição e disputou sua décima final consecutiva.

Ao final da partida, o técnico Bernardinho falou sobre a importância da força do grupo que tem em mãos para trabalhar.
"Tem dois componentes que eu considero fundamentais que digo e acredito: muito trabalho e união do grupo. Isso é uma causa que essas jogadoras defendem e é muito bonito. Nós construímos isso e elas são as grandes representantes. Nosso grupo tem base sólida para trabalhar e o resultado é esse", comentou Bernardinho.

Mesmo depois da conquista do título, o treinador ainda falou sobre os momentos não muito positivos de sua equipe durante a final.
"Hoje, fomos traídos um pouco pelo emocional no terceiro set, elas se soltaram e nós falhamos na hora de fechar. O mais importante é que soubemos retornar. Essa foi uma temporada de superação e as meninas souberam acreditar na força do grupo", destacou Bernardinho.

O comandante da Unilever ainda destacou o valor da levantadora Fofão, que ergueu o troféu do time carioca aos 44 anos, foi ainda eleita a melhor em quadra e levou o Troféu VivaVôlei para casa.


"A Fofão é a síntese da atleta que inspira as pessoas pela paixão que tem pelo que ela faz. É uma jogadora que tem que estar sempre no voleibol, porque é um exemplo para todas as jovens. Ficou praticamente 15 dias sem treinar, mas sempre esteve com a equipe em todos os treinos. Antes do jogo eu disse a ela: 'obrigado por tudo que você fez e, conseguindo ou não conseguindo, está bom'. Ela merece o que colheu e ver o time todo em volta dela foi fantástico ", elogiou Bernardinho. 

Sem clima de lamentações, a capitã do Sesi-SP, Fabiana, declarou que o momento era de festa também para o time vice-campeão.

"Poucas pessoas acreditaram na nossa equipe e acredito que a Unilever também tinha essa sensação. Acho que, por isso, essa foi uma final diferente, especial e o segundo lugar é praticamente como o primeiro. Claro que não era o que queríamos, não fizemos o nosso melhor jogo hoje, mas estou muito feliz. A maioria do nosso time veio para a final pela primeira vez, a comissão técnica toda trabalhou muito bem, está de parabéns e o nosso time esteve unido durante todo o tempo", disse Fabiana.

JOGO

A Unilever começou melhor e fez os quatro primeiros pontos da partida (4/0). A equipe carioca foi para o primeiro tempo técnico vencendo por 7/1. Numa bola de contra-ataque da ponteira sérvia Mihajlovic, a equipe carioca abriu seis pontos (11/6). Com um ace da levantadora Fofão, o time da casa foi para a segunda parada técnica com oito de vantagem (14/6). A Unilever seguiu melhor até o final e venceu o primeiro set por 21/11.

Assim como o primeiro set, o segundo começou favorável a Unilever, que abriu 3/0. No ponto de saque da central Carol, a equipe carioca chegou a 5/1. O Sesi-SP buscou reação e, também com ace da central Fabiana, reduziu a diferença para 6/4. Com um ace da ponteira Gabi, a Unilever voltou a abrir no marcador (10/6). A vantagem do time carioca voltou a cair para dois pontos depois do bom saque da ponteira Pri Daroit. Mas a Unilever voltou com o bom ritmo e, contando com erros do adversário, abriu 17/11. Quando o placar foi para 18/12, o técnico Talmo de Oliveira pediu tempo. A ponteira Amanda entrou para sacar na Unilever e, no ace, fez 19/12. Com mais um ponto de saque de Amanda, o time carioca fez 21/12.

Justamente o oposto aconteceu no início do terceiro set, quando o Sesi-SP esteve melhor e a Unilever caiu de produção. O time visitante dominou o jogo e fez 7/1 no primeiro tempo técnico. Na volta, Suelle ainda conseguiu um bom ataque e fez o oitavo ponto. O treinador Bernardinho trocou as ponteiras. Entrou Régis e saiu Mihajlovic. Mesmo com a substituição, a Unilever seguiu com dificuldade na recepção e o time paulista fez 14/4. Com bons ataques da oposto Bruna, o time carioca diminuiu a diferença (15/9). O Sesi-SP segurou a vantagem até o final e venceu o terceiro set por 21/13.

A Unilever voltou a jogar bem no início do quarto set e fez 6/1. Com um ataque da central Juciely, a equipe carioca fez 7/2. Com uma boa sequência de saques da ponteira Pri Daroit, o time paulista diminuiu a vantagem (10/7). No segundo tempo técnico, o Sesi-SP tinha três de vantagem (14/11). O time carioca se manteve na frente até o final do set e venceu a parcial por 21/16 e o jogo por 3 sets a 1.

EQUIPES:

UNILEVER: Fofão, Sarah Pavan, Mihajlovic, Gabi, Juciely e Carol. Líbero – Fabi
Entraram: Bruna, Roberta, Amanda e Régis
Técnico – Bernardinho

SESI-SP – Dani Lins, Ivna, Dayse, Suelle, Fabiana e Bia. Líbero – Suelen
Entraram: Carol Albuquerque, Mariana e Pri Daroit
Técnico – Talmo de Oliveira

fonte: cbv

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

CAMPEÃES COM PROPRIEDADE! BRASIL FATURA A COPA DOS CAMPEÕES!


A seleção brasileira feminina de vôlei é bicampeã da Copa dos Campeões. Neste DOMINGO (17.11), o Brasil venceu o Japão por 3 sets a 0 (29/27, 25/14 e 25/18), em 1h27 de jogo, em Tóquio, no Japão, e garantiu o título da competição. Nem mesmo mais de 10.000 pessoas que lotaram o Tokyo Metropolitan Gymnasium apoiando as donas da casa foram capazes de impedir a vitória das brasileiras. O time verde e amarelo foi campeão invicto (cinco jogos e cinco vitórias) e coroou um ano perfeito. Os Estados Unidos terminaram com a medalha de prata e o Japão levou o bronze. 

As atuais campeãs olímpicas ficaram com o título dos cinco torneios que disputaram em 2013: os torneios de Montreux, Alassio, o Grand Prix, o Sul-Americano e a Copa dos Campeões. Em toda a temporada, o Brasil disputou 36 partidas e perdeu apenas uma.

A ponteira Fê Garay foi a maior pontuadora da partida com 16 pontos. A aposto Sheilla também teve boa pontuação com 14 acertos e foi eleita a melhor jogadora do confronto. A central Fabiana foi outro destaque do duelo com 10 acertos. 

A oposto Sheilla comentou sobre o ano perfeito das brasileiras e ainda chamou a atenção para a importância na vitória do primeiro set no jogo de hoje contra as japonesas. 

“Esse ano cumprimos o nosso papel com louvor. O Zé Roberto mexeu bastante no time e conseguimos manter os bons resultados. Ganhamos todos os campeonatos que disputamos. O jogo contra o Japão foi muito difícil. O primeiro set foi decisivo. Defendemos bem hoje e estamos com muito volume de jogo. Isso foi fundamental para essa conquista”, disse Sheilla. 

A ponteira Natália, que marcou oito pontos na partida, parabenizou a equipe pelo espírito de superação do grupo. 

“Merecemos comemorar esse título. Nós apresentamos uma regularidade em todos os jogos. Esse campeonato também foi muito importante para mim. Foi o primeiro campeonato que joguei efetivamente pela seleção desde o Mundial de 2010. Isso também me deixou muito feliz. O Brasil é o time a ser batido e conseguimos terminar esse ano vencendo todas as competições. Parabéns para todo o grupo”, comentou Natália. 

O líbero Camilla Brait teve a missão de substituir a bicampeã olímpica Fabi na partida decisiva deste domingo. O técnico José Roberto Guimarães fez um revezamento entre as 14 jogadoras durante a Copa dos Campeões e Brait começou jogando contra o Japão. A jovem líbero ganhou elogios da companheira mais experiente. Ao fim do jogo, Camila Brait era só alegria. 

“O Zé falou desde o início que iria revezar bastante as jogadoras. Em cada jogo ele colocou uma equipe diferente. Fiquei muito feliz de ajudar o grupo. A Claudinha e a Monique também entraram muito bem no primeiro set e, a partir daquele momento, mudamos nossa atitude. É uma honra fazer parte desse grupo e fechamos o ano com chave de ouro”, disse Camila Brait. 

Ano marcante 

O treinador José Roberto Guimarães fez uma análise da temporada do Brasil e comentou a atuação das brasileiras no jogo decisivo contra o Japão. 

“Tivemos um grande ano com poucas contusões e precisamos agradecer por isso. Foi uma temporada quase perfeita. Fechamos esse ano com chave de ouro. O jogo contra o Japão foi muito difícil, principalmente no primeiro set. O time delas é muito bom tecnicamente. Nesse quesito elas são as melhores do mundo. Felizmente, fomos nos ajustando ao longo do jogo. A Camila teve uma participação excepcional e o bloqueio funcionou muito bem. Fizemos 17 pontos neste fundamento contra dois do Japão. Atuamos bem taticamente e fizemos o jogo que deveríamos fazer. Esse grupo está de parabéns por todo o ano e por tudo que realizou”, afirmou José Roberto Guimarães. 

O técnico tricampeão olímpico também ressaltou a importância de ter um grupo versátil. 

“Nessa competição conseguimos usar efetivamente todas as jogadoras. A Camila e a Carol entraram com uma grande responsabilidade no jogo de hoje e seguraram a pressão. Um ponto chave de um grupo é quando a comissão técnica tem diferentes características entre as jogadoras e pode mexer na equipe que o nível continua o mesmo. Isso é tudo que um técnico planeja e sonha. Espero que isso aconteça até 2016”, disse José Roberto Guimarães. 

Quando questionado se a o Brasil é o melhor time do mundo pelos números desta temporada, o treinador brasileiro garante que já pensa em 2014. 

“Podemos dizer que fomos o melhor time do mundo em 2013. No entanto, começa tudo novamente em 2014”, comentou o técnico brasileiro. 

Fabiana é a MVP 

A central Fabiana foi eleita a melhor jogadora do campeonato. A bicampeã olímpica e capitã da equipe brasileira fez um torneio consistente e liderou o grupo em busca do quinto título de 2013.
“Fiquei muito feliz pelo prêmio, mas minha felicidade é ainda maior pela nossa temporada. Sabemos o quanto é difícil e que a luta é muito grande todos os dias. O nosso grupo é muito unido e conseguimos superar todas as adversidades. Esse ano foi uma coroação de todo o nosso trabalho duro. Parabéns para toda a equipe”, finalizou Fabiana. 

O JOGO

O Japão começou bem e fez 6/1. As japonesas foram para a primeira parada técnica com quatro de vantagem (8/4). Com bom volume de jogo, as donas da casa fizeram 17/12. Quando o Japão vencia por 17/13, o técnico José Roberto Guimarães inverteu o cinco e um. Entraram Claudinha e Monique e saíram Sheilla e Fabíola. A substituição fez bem ao Brasil que virou o marcador (19/18). O final do primeiro set foi emocionante e o Brasil levou a melhor por 29/27.

Brasil manteve o bom momento no início do segundo set e fez 7/3. Bem no bloqueio, o time verde e amarelo abriu cinco (12/7). Com Sheilla e Fernanda Garay efetivas no ataque, as brasileiras seguiram na frente em todo o segundo set e venceram a parcial por 25/14. O resultado garantiu o título de forma antecipada para as brasileiras.

O Brasil iniciou bem o terceiro set e fez 8/5. Com bom volume de jogo, o Japão encostou (11/9). O set ficou equilibrado. No segundo tempo técnico, o Brasil tinha um de vantagem (16/15). O time verde e amarelo cresceu de produção no final da parcial e venceu o set por 25/18 e o jogo por 3 sets a 0.

EQUIPES

BRASIL – Fabíola, Sheilla, Fê Garay, Natália, Adenízia e Fabiana. Líbero – Fabi
Entraram – Carol Gattaz, Claudinha, Michelle e Monique
Técnico – José Roberto Guimarães

JAPÃO – Hitomi, Saori Kimura, Iwasaka, Ishii, Shinnabe, e Sokoda. Líbero – Sato
Entraram – Nagaoka, Yukino, Ebata, Akari e Riho
Técnico – Manabe

fonte: cbv

domingo, 2 de junho de 2013

MONTREUX: BRASIL É CAMPEÃO INVICTO


A seleção feminina começou o novo ciclo olímpico com o pé direito. Neste DOMINGO (02.06), o Brasil venceu a Rússia por 3 sets a 0, parciais de 25/23, 25/23 e 25/22, na final do Montreux Volley Masters, realizado na Suíça, e conquistou o hexacampeonato do torneio de forma invicta e sem perder um set sequer.
 
O destaque e maior pontuadora da partida, foi a ponteira Fê Garay, com 16 pontos. A central Juciely também fez grande partida e ajudou, com 14 pontos, o Brasil a sair vitorioso. Pelo lado russo, a oposto Isaeva foi a melhor jogadora, com 13 pontos.

A seleção do Japão ficou com a quinta colocação, ao vencer a China por 3 sets a 1, parciais de 25/20, 27/25, 13/25 e 25/19. Derrotada pelo Brasil na semifinal, a República Dominicana levou a melhor sobre a Itália por 3 sets a 1, parciais de 15/25, 25/22, 25/18 e 26/24, e conquistou o terceiro posto. 


O JOGO

O jogo começou com um belo rali. Melhor para o Brasil, que num ataque de Pri Daroit abriu o marcador. O equilíbrio marcou a primeira parte da parcial. Com a vantagem mínima as brasileiras chegaram à primeira parada técnica (8 a 7). Com mais volume de jogo, a Rússia abiru quatro pontos e chegou à segunda parada (16 a 12). Depois de uma série de erros do time brasileiro, o técnico Zé Roberto parou o jogo (17 a 12). Depois do pedido de tempo, as brasileiras voltaram melhor e encostaram no placar. Hora do técnico Russo parar o jogo (19 a 18). O time verde e amarelo virou o set e o técnico da Rússia pediu outro tempo (23 a 22). Num ataque de Fê Garay, o Brasil fechou o set em 25 a 23.

A Rússia saiu na frente no segundo set, com um ataque de meio. Melhor do que início da parcial anterior, o Brasil chegou à primeira parada técnica após um bloqueio triplo (8 a 5). Sem desperdiçar ataques e contra-ataques, o as brasileiras chegaram ao segundo tempo técnico vencendo por 16 a 11. A Rússia ameaçou uma reação, e o técnico Zé Roberto pediu tempo (21 a 18). O treinador brasileiro voltou a pedir tempo com o placar em 24 a 23 a favor. Num ataque de Fê Garay, o Brasil fechou o set em 25 a 23.

Com um bloqueio, a Rússia abriu o placar do terceiro set. Com mais volume de jogo, o Brasil chegou à primeira parada técnica vencendo por 8 a 3. O técnico russo pediu tempo, com as brasileiras cinco pontos na frente (12 a 7). Num forte ataque de Adenízia, o time verde e amarelo manteve a diferença de cinco pontos (16 a 11). O técnico russo voltou a pedir tempo, após três bloqueios brasileiros seguidos (19 a 11). A Rússia diminuiu a diferença no placar e Zé Roberto pediu tempo (21 a 16). Num ataque de Pri Daroit, o Brasil fechou o set em 25 a 22.

EQUIPES

BRASIL –
Dani Lins, Monique, Juciely, Adenízia, Fê Garay e Pri Daroit. Líbero – Camila Brait
Entraram: Fabíola, Michelle e Suelen
Técnico: Zé Roberto

RÚSSIA – Pankova, Isaeva, Zaryazhko, Shlyakhovaya, Chaplina e Dianskaya . Líbero – Malova
Entraram: Malykh, Matienko, Vinogradova e Goncharova
Técnico: Marichev Iuriy

JOGOS DO BRASIL NA PRIMEIRA FASE

28/5 – Brasil 3 x 0 Suíça, (25/21, 25/23 e 25/10)
29/5 – Brasil 3 x 0 China, (25/19, 27/25 e 25/23)
30/5 – Brasil 3 x 0 Rússia, (25/14, 25/20 e 25/23)

SEMIFINAL

01.06 – Brasil 3 x 0 República Dominicana, (25/19, 25/18 e 32/30)

FINAL

02.06 – Brasil 3 x 0 Rússia, (25/23, 25/23 e 25/22)

fonte: cbv 
fotos: http://www.volleymasters.ch/en/images/photo-gallery/?page=2


quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

VÔLEI FUTURO VENCE O SOLLYS/NESTLE COM AUTORIDADE E FATURA O PAULISTA 2011

Vôlei Futuro e Osasco se enfrentam na final do Paulista de vôlei feminino (Foto: Fabio Rubinato/AGF)
(Foto: Fabio Rubinato/AGF)

O Vôlei Futuro derrotou o Sollys/Nestle por 3 sets a 1 nesta quinta-feira e conquistou o título do Campeonato Paulista de Vôlei. Com boa atuação da ponteira Fernanda Garay, responsável por 21 pontos, a equipe de Araçatuba contou com o apoio da torcida no ginásio Plácido Rocha para fechar a série melhor de três por 2 a 1. Coincidentemente, todas as parcias da decisão tiveram o mesmo placar, que terminou marcando 25-20, 20-25, 25-20 e 25-20.

Apesar de começar o jogo com dificuldade para virar as bolas, a atacante da seleção brasileira se encontrou na segunda metade da final, e juntamente com Paula Pequeno e Ana Tiemi, liderou a equipe rumo ao inédito título paulista. As campeãs também contaram com excessivos erros das adversárias, que entregaram 31 pontos. A conquista teve um gosto especial para o técnico Paulo Coco, que venceu as últimas duas edições do campeonato, no comando do Pinheiros.

A defesa do Osasco foi mais eficiente no início do jogo e a equipe se aproveitou dos contra-ataques para abrir 7 a 1, com direito a dois pontos de bloqueio da central Thaísa. O Vôlei Futuro passou a virar mais bolas e entrou no jogo, conseguindo assumir a ponta no placar, por 13 a 11. Enquanto isso, a líbero Verê, que substituiu a norte-americana Stacy Sykora, salvava a equipe na defesa. Apostando nas jogadas de meio com Walewska, a levantadora Ana Tiemi teve sucesso e ampliou a vantagem da equipe, que fechou a primeira parcial por 25 a 20, após invasão da levantadora Fabíola.

O segundo set começou mais equilibrado e as equipes seguiram empatadas até o 7 a 7. Pelo time da casa, Fernanda Garay não tinha boa apresentação e desperdiçava muitos ataques. Já no Osasco, quem tinha dificuldade para colocar a bola no chão era Jaqueline. Com erros consecutivos das adversárias, as mandantes abriram 12 a 8, mas logo em seguida cederam o empate por 14 a 14. Jaqueline ainda teve tempo de se recuperar no set e, juntamente com a outra ponta Ju Costa, liderou as meninas do Osasco até a vitória por 25 a 20.

O início da terceira parcial teve diversos ralis e quem levou a melhor foi o Vôlei Futuro, que marcou 13 a 6. Com nove pontos, Paula Pequeno era o destaque ofensivo da partida até então. Mesmo com boa atuação da líbero Camila Brait, o Osasco não resistiu à pressão e ainda viu Ana Tiemi crescer mais na decisão, com pontos de bloqueio e até mesmo ataque. O time do interior só precisou administrar a vantagem e levou por 25 a 20.

O quarto set foi de Fernanda Garay. O Vôlei Futuro manteve o ritmo e marcou 14 a 7 no começo da parcial. Até então, a atacante havia sido responsável por seis pontos, sendo quatro de bloqueio. O Osasco reduziu a desvantagem para 14 a 13. Mesmo passando por um momento melhor no set, Fabíola encontrava dificuldade para distribuir o jogo e o Vôlei Futuro abriu novamente, para 18 a 14. A vantagem foi suficiente para o time do interior levar o placar até 25 a 20.

fonte: UOL Vôlei

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

BRASIL FATURA O OURO DO PAN 2011


O Brasil voltou a conquistar ontem o ouro nos Jogos Panamericanos, algo que não acontecia desde 1999, e chegou a seu objetivo no torneio. Final entre Brasil e Cuba é sempre uma partida tradicional, mas que nos últimos anos não tiveram muito equilíbrio, pela renovação do voleibol cubano. Isso ontem, no entanto, não aconteceu. As cubanas, apesar da derrota, mostraram um grande voleibol, principalmente no saque. O time cresceu muito desde sua última apresentação no Grand Prix, o que valorizou ainda mais a vitória brasileira. Após uma grande partida final, o Brasil venceu no quinto set em 15 a 10. Foi o quarto ouro da seleção feminina do Brasil em Jogos Panamericanos. Os outros títulos haviam sido conquistados em 1959, 1963 e 1999. As cubanas Palacios e Carcaces foram as maiores pontuadoras na partida, com 18 pontos cada. Mas o Brasil conta com um elenco mais equilibrado. A ponteira Mari, que foi substituída ainda no quarto set para o retorno de Paula, e a oposta Sheilla foram nossas maiores pontuadoras, com 15 pontos cada. Em seguida apareceu Fabiana, com 13 pontos. No pódio, a líbero Fabi fez uma bela e emerecida homenagem a ponteira Jaqueline, vestindo a blusa da jogadora. As duas se envolveram em uma infeliz jogada ainda na primeira fase, que tirou Jaque do resto dos Jogos, com uma fratura nas vértebras cervicais.

Brasil 3x2 Cuba (25-15, 21-25, 25-21, 21-25, 15-10) - Estatísticas

Brasil: Dani Lins 1, Sheilla 15, Fabiana 13, Thaisa 6, Mari 15, Paula 11, Fabi (L). Entraram: Fernanda Garay 11, Fabíola, Tandara 5, Juciely

Cuba: Sillie 12, Santos, Giel 6, Silva 9, Carcaces 18, Palacios 18, Borrell (L). Entrou: Cleger 10

Classificação Final:

1. Brasil
2. Cuba
3. EUA
4. República Dominicana
5. Porto Rico
6. Peru
7. Canadá
8. México

Prêmios Individuais:

MVP: Yoana Palacios (CUB)
Maior Pontuadora: Bethania De la Cruz (DOM)
Melhor Atacante: Yoana Palacios (CUB)
Melhor Bloqueadora: Lauren Gibbemeyer (USA)
Melhor Sacadora: Gyselle Silva (CUB)
Melhor Levantadora: Danielle Lins (BRA)
Melhor Recepção: Brenda Castillo (DOM)
Melhor Defesa: Brenda Castillo (DOM)
Melhor Líbero: Brenda Castillo (DOM)

fonte: norceca.org / vôlei sem fronteiras

domingo, 2 de outubro de 2011

A SÉRVIA É A MELHOR SELEÇÃO DA EUROPA




A Sérvia acabou de conquistar o Campeonato Europeu Feminino. O título veio em uma virada sobre as alemãs que começaram ganhando a partida, tiveram oportunidade de fechar no quarto set em 3 a 1, mas no final as sérvias, concentradas na partida, conseguiram reverter a situação e vencer o título continental de seleções mais disputado em grande estilo. As parciais foram 16-25, 25-20, 19-25, 25-20 e 15-12.

Tecnicamente as seleções forem bem equilibradas nos fundamentos. A Alemanha foi melhor no ataque e a Sérvia no bloqueio. As equipe ficaram equiparadas no saque e recepção. As alemãs começaram a partida muito bem, com ritmo forte de jogo, e muita eficiência ofensiva. Postura motivada pela conquista da vaga na final sobre a Itália, uma das favoritas ao título. As Sérvias, jogando diante de sua torcida, tiveram que se reorganizar, correr atrás do prejuízo e mostrar que uma equipe pode vencer o jogo. A Alemanha cedeu muitos pontos em erros de saque e ataque.

Principal opção ofensiva sérvia, a oposto Jovana Brakocevic atuou abaixo de seu potencial marcando apenas 10 pontos. A atleta foi substituída, ainda no quarto set pela novata Malagurski, de apenas 21 anos, que permaneceu até o final do jogo e deixou anotado 7 acertos. Se por um lado Brakocevic não estava bem, por outro, as ponteiras da equipe para esta partida deram conta do recado. A capitã Nikolic voltou a atuar bem marcando 15 pontos, mas a maior pontuadora do jogo foi sua diagonal, Molnar com 17.

Pela Alemanha, Angeline Grun não repetiu a atuação da semifinal quando liderou sua equipe, levando-a a final e marcou 13 pontos no jogo de hoje. Do lado alemão que mais pontuou foram a oposto Kozuch e a ponta Brinker que ontem tevem atuação apagada, ambas com 20 pontos. a central Furst marcou 12.



Sérvia: Ognjenovic (5), Brakocevic (10), Nikolic (15), Molnar (17), Krsmanovic (8), Rasic (8) e a líbero Cebic. Jogaram também Malagurski (7), Antonijevic (2), Vesovic e Ninkovic.

Alemanha: Weiss (3), Kozuch (20), Grun (13), Brinker (20), Furst (12), Ssuchke (6) e Tzscherlich de líbero. Entraram Matthes, Hippe, Thomzen (1) e Apitz.

As melhores do campeonato:

Melhor Atacante: Margareta Kozuch (ALE)
Melhor Bloqueadora : Christiane Fürst (ALE)
Melhor Saque: Bahar Toksoy (TUR)
Melhor Líbero: Suzana Cebic (SRB)
Melhor Recepção: Angelina Grün (ALE)
Melhor Levantadora: Maja Ognjenovic (SRB)
Maior Pontuadora: NEslihan Darnel (TUR)
MVP: Jovana Brakocevic (SRB)

fonte: cev.lu