Mostrando postagens com marcador pan-americano. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador pan-americano. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

BRASIL FATURA O OURO DO PAN 2011


O Brasil voltou a conquistar ontem o ouro nos Jogos Panamericanos, algo que não acontecia desde 1999, e chegou a seu objetivo no torneio. Final entre Brasil e Cuba é sempre uma partida tradicional, mas que nos últimos anos não tiveram muito equilíbrio, pela renovação do voleibol cubano. Isso ontem, no entanto, não aconteceu. As cubanas, apesar da derrota, mostraram um grande voleibol, principalmente no saque. O time cresceu muito desde sua última apresentação no Grand Prix, o que valorizou ainda mais a vitória brasileira. Após uma grande partida final, o Brasil venceu no quinto set em 15 a 10. Foi o quarto ouro da seleção feminina do Brasil em Jogos Panamericanos. Os outros títulos haviam sido conquistados em 1959, 1963 e 1999. As cubanas Palacios e Carcaces foram as maiores pontuadoras na partida, com 18 pontos cada. Mas o Brasil conta com um elenco mais equilibrado. A ponteira Mari, que foi substituída ainda no quarto set para o retorno de Paula, e a oposta Sheilla foram nossas maiores pontuadoras, com 15 pontos cada. Em seguida apareceu Fabiana, com 13 pontos. No pódio, a líbero Fabi fez uma bela e emerecida homenagem a ponteira Jaqueline, vestindo a blusa da jogadora. As duas se envolveram em uma infeliz jogada ainda na primeira fase, que tirou Jaque do resto dos Jogos, com uma fratura nas vértebras cervicais.

Brasil 3x2 Cuba (25-15, 21-25, 25-21, 21-25, 15-10) - Estatísticas

Brasil: Dani Lins 1, Sheilla 15, Fabiana 13, Thaisa 6, Mari 15, Paula 11, Fabi (L). Entraram: Fernanda Garay 11, Fabíola, Tandara 5, Juciely

Cuba: Sillie 12, Santos, Giel 6, Silva 9, Carcaces 18, Palacios 18, Borrell (L). Entrou: Cleger 10

Classificação Final:

1. Brasil
2. Cuba
3. EUA
4. República Dominicana
5. Porto Rico
6. Peru
7. Canadá
8. México

Prêmios Individuais:

MVP: Yoana Palacios (CUB)
Maior Pontuadora: Bethania De la Cruz (DOM)
Melhor Atacante: Yoana Palacios (CUB)
Melhor Bloqueadora: Lauren Gibbemeyer (USA)
Melhor Sacadora: Gyselle Silva (CUB)
Melhor Levantadora: Danielle Lins (BRA)
Melhor Recepção: Brenda Castillo (DOM)
Melhor Defesa: Brenda Castillo (DOM)
Melhor Líbero: Brenda Castillo (DOM)

fonte: norceca.org / vôlei sem fronteiras

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

FINAL DO PAN É A MESMA DO PAN DO RIO: BRASIL E CUBA

Luiz Pires/VipComm

Na última vez em que o Brasil enfrentou a República Dominicana, o time verde-amarelo tomou um susto. Jaqueline e Fabi se chocaram e a ponteira acabou com uma fratura cervical e está fora do Pan. Nesta quarta-feira, as duas seleções voltaram a se encontrar. E o resultado foi muito melhor para o Brasil.

O time de José Roberto Guimarães passou ileso pelas rivais, venceu a semifinal do torneio de vôlei feminino de Guadalajara-2011 por 3 sets a 0 (25-19, 25-18 e 25-23) e marcou uma revanche: na final enfrenta Cuba, o time que tirou do Brasil o título pan-americano do Rio -2007. Neste ano, as duas seleções já se enfrentaram na primeira fase, com vitória por 3 sets a 1 das brasileiras.

Apesar do resultado, Zé Roberto desaprovou a irregularidade da equipe. "Estou bravo, mais uma vez nosso time caiu de rendimento. Isso não pode acontecer, ainda mais em jogo que vale final. Vou lá falar com elas”, disse o técnico Zé Roberto, ao sair rapidamente para o vestiário, tentando corrigir os erros para a final.

Da equipe vice-campeã pan-americana em 2007, seis atletas seguem na seleção. Paula Pequeno, Sheila, Fabi, Fabiana, Thaisa e Mari. Todas titulares. A única “intrusa” é a levantadora Dani Lins – na equipe de 2007, as duas levantadoras eram Fofão e Carol Albuquerque, estão fora da seleção.

Na noite desta quarta-feira, o Brasil encontrou mais facilidade do que na estreia na competição. Sem sustos, conseguiu abrir boa vantagem desde o começo da parcial, com a levantadora Dani Lins tendo sua melhor atuação até aqui no Pan. Distribuiu bem as jogadas nas pontas, com Paula Pequeno, Mari e Sheilla, e no meio, com Thaísa e Fabiana. Desta vez, todas as atacantes corresponderam e não deixaram as dominicanas se aproximarem em nenhum momento na parcial.

No começo do terceiro set, a seleção brasileira começou desconcentrada já que tinha 2 a 0 no placar. As caribenhas se aproveitaram e abriram 7 a 2. O técnico José Roberto Guimarães parou o jogo, chamou a atenção das jogadoras e alertou que o jogo ainda não estava ganho. Além disso, promoveu a entrada de Fernanda Garay no lugar de Paula Pequeno. Deu certo, e o time empatou.


No entanto, após dois vacilos consecutivos, as rivais abriram 11 a 8 e chegaram à frente na segunda parada técnica: 16 a 13. Na volta, após uma dura chamada de Zé Roberto, as brasileiras empataram em 18 a 18, em ponto de bloqueio. A partir dali, no entanto, o equilíbrio seguiu, mas com vantagem brasileira, que fechou em 25 a 23.

"É muito bom chegar a uma final, todo mundo gosta de jogar uma decisão e é para isso que nos preparamos. Contra Cuba, é melhor ainda. As duas seleções querem ganhar, cada uma com suas razões. Elas querem provar que ainda estão no jogo", afirmou Fabi.

A decisão dos Jogos Pan-Americanos será nesta quinta-feira, às 23h (de Brasília).

fonte: uol vôlei

CUBA É FINALISTA DO PAN

Divulgação/Norceca


A alegria dos Estados Unidos durou até esta quarta-feira (19) nos Jogos Pan-americanos. Com um time B no México, as norte-americanas não foram páreo para Cuba e perderam a disputa semifinal. Foram 3 sets a 1 para as caribenhas (25/17, 25/16, 25/27 e 25/21), que buscam o eneacampeonato.

E será assim, com o moral em alta, que Palacio, Carcaces e companhia irão em busca da defesa do título conquistado em 2007, no Rio de Janeiro. O adversário das cubanas poderá ser o Brasil, que ainda disputará a semi nesta quarta, contra a República Dominicana.

O duelo não foi dos mais difíceis para Cuba, que começou atropelando os Estados Unidos. Nos dois primeiros sets, as cubanas dominaram a partida e não deram chances às rivais, principalmente quando Palacio ia para o ataque. Somente neste fundamento a atacante marcou 23 pontos, além de outros dois de saque.

Na terceira parcial, as norte-americanas mostraram que não estavam mortas, mas mesmo assim tiveram dificuldades para diminuir a desvantagem no jogo para as rivais. Mas a empolgação durou pouco. Após perder o set anterior, Cuba voltou a se destacar, sobretudo no bloqueio.


Comandado pela capitã Silie, que marcou seis pontos, este fundamento foi decisivo para a vitória cubana. A boa leitura de jogo fez com que a seleção de Cuba conseguisse parar o ataque rival em 16 oportunidades. Já os Estados Unidos conseguiram frear as ações adversárias 11 vezes.