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terça-feira, 18 de novembro de 2014

REXONA/ADES SOFRE, MAS VENCE O MARANHÃO/CEMAR

Foto da not?cia

A noite dessa terça-feira (18) não foi nada tranquila para os favoritos ao título da Superliga. Depois de o Dentil/Praia Clube sofrer diante do Uniara/Afav em São Paulo, bem longe dali, no Nordeste, foi a vez do Rexona-Ades deixar muito suor no ginásio Castelinho para não amargar o primeiro revés na fase classificatória. 

O Maranhão/Cemar, então vice-lanterna da competição nacional, chegou a ter 2 a 1 no marcador. Nos dois últimos sets, porém, a equipe de Bernardinho provou sua força para virar para 3 a 2, com parciais de 25/19, 22/25, 20/25, 25/9 e 15/8. Com os oito pontos ganhos, o Rexona assumiu a quarta posição. Já o Maranhão, com o primeiro tento, subiu para o 11º posto. 

Depois de jogar sem público em casa, o Rexona experimentou a sensação de enfrentar um ginásio abarrotado de gente em São Luís. Mas jogar com a torcida contra não foi problema para as cariocas, que contaram com os erros do Maranhão para comandar o primeiro set. Jucy, no bloqueio, também foi fundamental para o Rexona abrir 25 a 19. 

A situção se inverteu no segundo set. Sem a mesma concentração, o Rexona errou mais. Com isso, deu brecha para o Maranhão colocar a torcida no jogo, principalmente com Priscila e Nikolle no ataque. As cariocas, apesar dos oito pontos de Gabi, e do bom trabalho de Natália no bloqueio, não se encontraram. 

A igualdade deu ainda mais moral ao time de Chicão, que passou a acreditar na vitória sobre o atual campeão brasileiro. Sonho que virou uma realidade mais próxima diante das inúmeras falhas das fluminenses. A cada erro do Rexona, Bernardinho ia à loucura à beira da quadra. Mas de nada adiantaram as broncas. Por 25 a 20, o Maranhão fez 2 a 1.

Depois de dois sets ruins, o time do Rio de Janeiro colocou a cabeça no lugar e foi outro a partir do quarto set. E a primeira meta foi diminuir os erros. Com isso, o Maranhão se viu obrigado a construir os próprios erros. Gabi, apesar da juventude, seguiu como melhor opção da equipe. Só no tie-break foram seis da camisa 1, que fechou o jogo com 22 acertos na suada vitória em 3 a 2.

fonte: saque viagem

O DENTIL/PRAIA CLUBE PRECISOU DE 5 SETS PARA VENCER O UNIARA

Divulgação/CBV

O Dentil/Praia Clube precisou de muita disposição para não deixar Araraquara, no interior paulista, com a marca da primeira derrota na Superliga feminina de vôlei. Diante de um Uniara/Afav enjoado, que fez as mineiras suarem para confirmar cada ponto, o time de Ramirez precisou de cinco sets para comemorar a vitória.

Foram longos 3 sets a 2 na noite desta terça-feira (18), encerrados com parciais de 23/25, 30/28, 22/25, 25/17 e 15/6. Ramirez, com 25 pontos, foi a maior pontuadora do time mineiro, que chegou à quarta vitória e voltou à liderança da competição, com 10 tentos. Angélica, com 20, se sagrou a artilheira da equipe da casa. 

Apesar do revés, o quarto no torneio, o Uniara ganhou posições com o ponto roubado. Agora, as meninas de Sandra Mara Leão são as oitavas colocadas. No próximo dia 25, o elenco mineiro visita o Brasília Vôlei, em Taguatinga (DF). Um dia depois, as paulistas recebem o Sesi-SP.

O favoritismo era todo do Praia Clube para a conquista dos três pontos, ainda que o Uniara jogasse em casa o compromisso desta noite, mas o que se viu em quadra foi um duelo dos mais complicados para as mineiras. Com Ju Carrijo no lugar de Karine, a equipe de Uberlândia sofreu para passar pelo bloqueio das mandantes no primeiro set. Resultado: vitória do Uniara em 25 a 23.

A derrota fez o Praia Clube acordar. Ou melhor, Ramirez. A cubana colocou o time debaixo do braço e virou a melhor opção para Ju. Já Tandara, a atacante mais perigosa do elenco de Ricardo Picinin, esteve apagada. A equipe de Sandra Mara voltou a incomodar a partir dos ataques de Angélica e Ju Maranhão. O problema foi que as araraquarenses erraram muito, deixando escapar os 2 a 0.

A igualdade não abalou a confiança do Uniara. Muito pelo contrário. Percebendo a chance de vencer, as meninas do interior paulista seguiram a dar muito trabalho com Angélica, Ednéia e Fernanda Tomé. Os erros também foram minimizados, e o Praia Clube precisou correr atrás dos próprios pontos. O problema foi que apenas Natália e Ramirez corresponderam.

Perto de uma derrota inesperada, o Praia Clube tratou de jogar mais vôlei no quarto set. Ju Costa, que havia saído do banco, assumiu as principais bolas do time de amarelo e preto. Com o ataque funcionando melhor, as comandadas de Picinin não deram chances de as paulistas reagirem. Desta vez, o ataque do Uniara também não entrou para evitar o tie-break.

E foi com este embalo que o Praia Clube entrou no set de desempate. Determinado a voltar para casa com mais um triunfo, o time de Uberlândia abriu distância desde as primeiras trocas de bola. O representante de Araraquara sentiu e não conseguiu mais acompanhar o ritmo. Assim, com um bloqueio mais eficiente e um ataque mais potente, o Praia fechou em 3 a 2.

fonte: saque viagem

MERCADO: JAQUELINE FECHA COM O CAMPONESA/MINAS

Jaque terá a companhia de jogadoras como Walewska e Carol Gattaz em Belo Horizonte 
Divulgação/Minas

Finalmente acertada com um time para a temporada 2014/2015 após uma longa novela nos bastidores, a ponteira Jaqueline se mostrou bastante satisfeita na casa nova, o Camponesa/Minas. A bicampeã olímpica já tirou fotos com o uniforme novo e ficou surpresa ao ser informada que sua contratação veio após um pedido da torcida:

- É sério isso? Eu não sabia. Eu fico feliz. Ir para BH sabendo que a torcida está a favor, que todo mundo pedia para que eu fosse… Fico lisonjeada

A apresentação oficial de Jaque no Minas está marcada para 12h30 desta quarta (19), mas a equipe não divulgou quando será a estreia dela - o time do técnico Marco Queiroga encara o Molico Osasco, última casa de Jaque, às 19h30 da própria quarta e o Sesi às 21h30 da sexta (21). Ambas as partidas são fora de casa.

Independente disto, Jaque só tem um pensamento:

- Espero retribuir da melhor maneira possível. Quero dar a essa torcida alegria, porque o carinho que tenho recebido é enorme. Voltar a jogar, ainda mais em uma equipe de tradição, como a Minas, vai ser maravilhoso

Na Camponesa/Minas, Jaqueline jogará ao lado de jogadoras de renome, como Walewska, Carol Gattaz, Lia, Mari Paraíba e Ju Nogueira. O restante do elenco conta com as jovens Carla, Jordane, Valquíria, Tica, Naiane, Emília, Laís, Jessica, Gabriela Martins, Karol Tormena e Maiara. Todas sob as orientações do técnico Marco Queiroga.

fonte: melhor do vôlei

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

SUPERLIGA 14/15: REXONA/ADES ESTRÉIA COM VITÓRIA

Foto da not?cia

A primeira partida da Superliga feminina de vôlei 14/15 terminou com triunfo das atuais campeãs. Nesta sexta-feira (07.11), o Rexona-Ades (RJ) derrotou o Rio do Sul/Equibrasil (SC) por 3 sets a 1 (25/15, 25/20, 19/25 e 25/14), em 1h49 de jogo no ginásio do Tijuca Tênis Clube, no Rio de Janeiro. A equipe carioca se valeu da eficiência do saque, 11 pontos neste fundamento e do excesso de erros das adversárias, 37 ao todo, para estrear com vitória na temporada.

Diante de um público de 1200 pessoas a equipe anfitriã dominou a partida na maior parte do tempo. Destaque para a ponteira Gabi, eleita a melhor em quadra e premiada com o Troféu VivaVôlei. A atleta elogiou a atuação adversária e contou que cada ponto conquistado na competição é importante.

“Esta foi uma vitória muito importante, precisamos jogar muito, principalmente no quarto set para garantir os três pontos. A equipe de Rio do Sul tem um saque muito bom e jogou muito bem. A estreia é sempre difícil, nervosa, mas estamos buscando entrosamento e ainda vamos evoluir na competição”, contou a ponteira que está na terceira temporada na equipe carioca.

Mesmo com a derrota da equipe catarinense, a oposto Natiele se destacou e foi a maior pontuadora da partida, marcando 17 vezes. Para a atleta a primeira partida na competição mostrou que o Rio do Sul pode fazer um bom papel na temporada.

“Toda estreia é cheia de nervosismo. No começo não conseguimos encaixar o nosso jogo. Somos um time jovem e vamos evoluir. Temos tudo para fazer um bom campeonato”, comentou Natiele ao fim do jogo.

A Superliga feminina continua neste sábado (08.11) com outra partida válida pela quarta rodada. Em Uberlândia (MG), o Dentil/Praia Clube (MG) recebe o São Bernardo Vôlei (SP), no ginásio do Praia Clube, às 18h.

O jogo

A partida começou com equilíbrio entre as duas equipes que se revezaram na liderança no placar. Com o erro da defesa das visitantes, o Rexona-Ades chegou a frente na primeira parada técnica, 8/7. Na volta, o time carioca conseguiu impor o ritmo e, com um ace, Gabi fez 11/7. A equipe do Rio do Sul/Equibrasil, apesar dos erros, conseguiu recuperação, e, com ataque de Mimi Sosa, a equipe catarinense diminuiu para 15/13. A ponteira Natália, do time representante do Rio de Janeiro, entrou para o saque e fez 18/13. A vantagem aumentou e chegou a 10 pontos, quando Gabi largou e encerrou o set, 25/15.

A segunda parcial teve ingredientes semelhantes à primeira. As donas da casa começaram forçando o saque dificultando as ações de ataque das adversárias. No primeiro tempo técnico, vantagem para o Rexona-Ades após ataque de Juciely, 8/5. A equipe catarinense melhorou o volume defensivo e reagiu no placar, com ataque de Vanessa pela entrada a vantagem caiu para um ponto, 11/10. A equipe carioca voltou a deslanchar no placar com o saque de Carol, que, com um ace, fez 15/12. Na sequência o Rexona-Ades administrou a diferença no marcador, e, com ataque de Natália, encerrou o set em 25/20.

No terceiro set o time de Rio do Sul/Equibrasil voltou melhor e assumiu a liderança do placar logo no começo. Após ataque de Vanessa, as visitantes fizeram 8/7. A equipe do Rexona-Ades conseguiu a virada após bloqueio de Carol, 10/9. O time catarinense manteve um bom rendimento na defesa, conseguiu reassumir a frente no marcador, e, com o erro de ataque de Andréia, abriu 15/11. O Rio do Sul/Equibrasil administrou a vantagem, e, com o ace de Yael chegaram a 22/18. Natiele deu números finais ao set, 25/19.
Com um ace de Fofão, o Rexona-Ades abriu o placar no quarto set. A diferença aumentou, e com um erro de ataque de Neneca, as donas da casa abriram 6/3. O domínio do time carioca aumentou e com o saque de Juciely a vantagem chegou a 15/6. O time catarinense continuou com dificuldades no passe e no ataque, permitindo que as anfitriãs abrissem 10 pontos, 19/9. O panorama não se alterou na reta final do set, vitória do Rexona-Ades por 25/14 após ataque de Natália.

EQUIPES

Rexona-Ades: Fofão, Andréia, Carol, Juciely, Natália, Gabi e a líbero Fabi.
Entraram – Roberta, Bruna, Amanda
Técnico: Bernardinho

Rio do Sul: Natiele, Yael, Mimi Sosa, Camila Paracatu, Neneca, Vanessa e a líbero Juliana Paes. Entraram – Duda, Luciana, Elis, Carla e Fernanda.
Técnico: Spencer Lee

fonte: cbv

terça-feira, 28 de outubro de 2014

MARIANA COSTA É CONTRATADA PELO CAMPONESA/MINAS

  Divulgação

Mari Paraíba está de volta à Camponesa/Minas. Após disputar o Paulista feminino pelo Vôlei Bauru, time que chegou até as quartas de final, a ponteira acertou com os minastenistas para jogar a Superliga 2014/15.

Trata-se da segunda passagem da atacante, que ajudou o Minas a chegar até as semifinais da competição nacional em 2011/12. Foi o último grande resultado do representante de Belo Horizonte (MG).

“Adorei trabalhar no Minas em 2011. Espero repetir o bom desempenho daquela temporada. Estou muito feliz por ter voltado. Adoro Belo Horizonte e o Minas Tênis Clube. Espero fazer uma ótima Superliga”, declarou a atleta.

A estreia de Mari e do Minas na Superliga é no próximo dia 11 de novembro, a partir das 19h30 (de Brasília), contra o Pinheiros em casa.

A levantadora Camila Torquete também foi contratada.

fonte: saque viagem e melhor do vôlei

PINHEIROS NÃO DÁ CHANCES AO MOLICO/OSASCO E FAZ 3 A 0 NA LUTA POR UMA VAGA NA FINAL DO PAULISTA 2014

Pinheiros vence Molico/Osasco por 3 sets a 0 pela semifinal do Paulista  
Luiz Pires/Fotojump

Mesmo atuando na casa do adversário, o Pinheiros fez bonito na noite desta terça-feira (28/10). Com Ellen e Rosamaria inspiradas, a equipe da capital derrotou o Molico/Osasco por 3 sets a 0, com parciais de 25-20, 32-20 e 25-22.

O Pinheiros começou o set se aproveitando dos erros das adversárias e, em boa sequência de saques de Cibele, abriu três pontos de frente através de uma bola de cheque de Fernanda Isis (8/5). Com dois bloqueios da central Thaisa, as donas da casa reduziram a diferença para um ponto (13/12). Após um ace da central, o Osasco passou a liderar o placar (16/15). Com um bloqueio de Fernanda Isis em Ivna, as visitantes voltaram a abrir três pontos (20/17). Em um ataque de Rosamaria, o Pinheiros fechou a primeira parcial (25/20).

As comandadas do técnico Wagão iniciaram o segundo set com gás total e, com a ponteira Ellen inspirada, foram ao primeiro tempo técnico na frente (8/4). Sem perder a concentração, o Pinheiros seguiu abrindo vantagem após um erro de ataque da cubana Carcases (16/9). Em mais um ótimo momento da ponteira Ellen, as visitantes chegaram ao vigésimo ponto (20/13). Com bons saques de Dani Lins, o Molico chegou ao empate em uma reação que levantou o ginásio (24/24). Em um final de set eletrizante, o Pinheiros não se deixou abater pelas perdas de set points e fechou a parcial após um ataque de Cibele (32/20).

As visitantes entraram para o terceiro set dispostas a liquidar o duelo e já abriram o placar desde o início (5/2). Com a oposto Rosamaria muito constante o Pinheiros seguiu na liderança após um bloqueio da jogadora em Carcases (11/8). O Molico encostou no placar, mas em um ataque de Ellen, as comandadas de Wagão foram para o segundo tempo técnico na liderança (16/14). Após um ataque de Rosamaria pelo fundo, o Pinheiros fechou o jogo (25/22).

Na próxima quinta-feira (30/10) as duas equipes voltam a se enfrentar, às 18h30, no Ginásio do Esporte Clube Pinheiros. Com o triunfo desta noite, o Pinheiros só precisa vencer a partida de quinta para se classificar para a final do Paulista. Caso o Molico vença, a série será decidida no Golden Set.


Molico/Osasco – Dani Lins, Ivna, Mari, Carcases, Thaisa e Adenizia. Líbero – Camila Brait. Entraram – Diana, Gabi, Samara e Lara.

Pinheiros – Macris, Rosamaria, Ellen, Cibele, Vivian e Fernanda Isis. Líbero – Léia. Entraram – Kasiely, Rosane e Renatinha.

fonte: melhor do vôlei

O SÃO CRISTÓVÃO/SÃO CAETANO SURPREENDE E BATE O SESI-SP PELAS SEMIS DO PAULISTA 2014



O Sesi-SP não encontrou adversário à altura em toda a fase classificatória do Paulista feminino. Foram seis jogos e seis vitórias, campanha que o colocou como o favorito diante do São Cristóvão Saúde/São Caetano. Na prática, porém, foi bem diferente. O time de Hairton Cabral jogou bem, aguentou a pressão das paulistanas e, dentro de casa, venceu por 3 sets a 2, parciais de 29/27, 15/25, 25/24, 16/25 e 15/13. 

Com o resultado desta segunda-feira (27), o elenco do ABC colocou um pé na grande decisão. Mas a equipe da Vila Leopoldina ainda tem chances de buscar a classificação. Nesta quarta-feira (29), às 19 horas (de Brasília), o confronto é na Vila Leopoldina. O São Caetano avança com mais um triunfo. Já o Sesi-SP precisa vencer no tempo normal para provocar o golden set. O vitorioso briga pelo título com Molico/Nestlé ou Pinheiros.  

Empurrado por um bom público, o São Caetano fez do início do primeiro set uma espécie de passeio. O time de Hairton Cabral, a partir de um bom saque, colocou ampla vantagem. Em meio à má recepção, o sexteto de vermelho perdeu força ofensiva. Talmo de Oliveira trocou então Claudinha por Carol Albuquerque. A levantadora reserva se saiu bem e conduziu o Sesi-SP a uma bela reação.  E foi por muito pouco que o time visitante não venceu a parcial.

Se não deu para evitar o triunfo do São Caetano, a reação serviu para acordar o Sesi-SP. E o segundo set foi completamente diferente. Com um bloqueio agressivo, em especial quando Bia entrou na rede, a equipe de Talmo jogou solta e não deixou as donas da casa respirarem. Hairton não teve outra alternativa a não ser solicitar tempo. Fez também mudanças. Mas o Sesi-SP, pra lá de concentrado, manteve o ritmo forte para empatar a disputa.

A vitória não foi o suficiente para fazer as paulistanas deslancharem em quadra. Oscilando novamente, o sexteto de vermelho perdeu o placar de vista. E a história do primeiro set se repetiu. O elenco de azul voltou a jogar um bom voleibol e abriu uma boa distância. Diante das dificuldades, Talmo colocou as experientes Carol e Fabiana. A dupla entrou bem, o Sesi-SP recuperou o terreno e pressionou o Sanca. Na reta final, porém, a equipe da casa levou a melhor.

A um set da derrota, Talmo mudou a formação que entrou em quadra na quarta parcial. Fabiana assumiu o lugar de Bárbara. Já Carol, o de Claudinha. O Sesi-SP passou a jogar ainda com duas líberos: Suelen no passe e Michelle na defesa. As trocas foram benéficas, e as meninas da Vila Leopoldina passaram a ditar o ritmo do set. As donas da casa não conseguiram quebrar o jogo das oponentes, que venceram e provocaram o tie-break.

O São Caetano deixou de lado a derrota e foi para o tudo ou nada no tie-break. A tática surtiu efeito, e o time de Hairton comandou o confronto. Após a virada de quadra, Talmo fez a inversão do 5-1, com Claudinha e Monique. A levantadora, no saque, complicou a vida de Thaisinha e companhia. A partir daí, a partida ficou acirrada, com ponto lá, ponto cá. Em um jogo tão justo, um erro determinou o placar final. Nos dois toques de Suelle, o Sanca fechou em 15 a 13.

fonte: saque viagem

REXONA-ADES FATURA O CARIOCA PELA 11ª VEZ SEGUIDA

Divulgação

Maior campeão da Superliga, o Rexona-Ades quebrou mais um recorde nesta segunda-feira (27). De forma tranquila, o time de Bernardinho faturou o 11º caneco do Campeonato Carioca, após vencer o Canto do Rio, na Urca, por 3 sets a 0 (25/15, 25/17 e 25/16). 

Com isso, passou a ser o maior papa-títulos também no estado. Entre os anos 60 e 70, o Fluminense emplacou dez conquistas na competição. Desde a última década, porém, o Rexona reinou absoluto em território fluminense.

De volta à equipe após defender o extinto Vôlei Amil, Natália valorizou o novo feito. “Atingir essa marca é importante para o Rexona-AdeS.” Além disso, fez questão de elogiar a equipe adversária, que foi montada há pouco tempo e, mesmo assim, mostrou “muita qualidade.”

“Elas deram trabalho para a gente e isso é muito bom. Espero que o vôlei daqui possa se fortalecer. É a cidade olímpica, estamos há menos de dois anos das Olimpíadas e torcemos para que apareçam mais empresas interessadas em investir no esporte.”

Cumprido o dever de casa, o Rexona passa a pensar na Superliga. O atual campeão faz sua estreia no próximo dia 7, contra o Rio do Sul/Equibrasil, em Santa Catarina. Até lá, as cariocas treinam na Urca sob o comando de Bernardinho.  

fonte: saque viagem

terça-feira, 23 de setembro de 2014

MUNDIAL 2014: BRASIL ESTRÉIA BEM E VENCE A BULGÁRIA

Foto da not?cia
Brasil comemora a vitória sobre a Bulgária

A seleção brasileira feminina de vôlei estreou com vitória no Campeonato Mundial. Nessa terça-feira (23.09), o Brasil venceu a Bulgária por 3 sets a 0 (25/19, 25/22 e 25/16), no Palatrieste, em Trieste, na Itália. Brasileiras e búlgaras estão no grupo B que ainda tem Canadá, Camarões, Turquia e Sérvia. O time verde e amarelo luta por um titulo inédito. 

Pelo grupo das brasileiras, o Canadá venceu Camarões por 3 sets a 1 e a Sérvia superou a Turquia pelo mesmo placar.

O próximo desafio do Brasil na competição será Camarões. As brasileiras duelarão com as camaronesas às 12h (horário de Brasília) dessa quarta-feira (24.09) com transmissão ao vivo do SporTV. 

A oposto Sheilla foi a maior pontuadora do confronto, com 15 pontos. A central Fabiana, com 13, e a ponteira Jaqueline, com 12, também pontuaram bem. Pelo lado da Bulgária as ponteiras Vasileva e Rabadzhieva marcaram 14 pontos cada. 

A bicampeã olímpica Sheilla comentou a atuação do Brasil na vitória sobre a Bulgária e dedicou o resultado positivo para a sua avó Terezinha, a aniversariante do dia. 

"Essa vitória por 3 sets a 0 e os três pontos foram muito importantes. Demos uma desconcentrada no segundo set, mas no geral, a equipe se portou bem. Conseguimos manter nosso ritmo e sacamos com eficiência. Dedico essa vitória para minha avó Terezinha que sempre me apoiou durante toda a minha carreira", disse Sheilla. 

A central Fabiana falou sobre a dificuldade das adversárias do grupo do time verde e amarelo. 

"Começamos um pouco ansiosas por ser uma estreia, no entanto, logo depois, conseguimos impor nosso ritmo, principalmente no terceiro set. Estamos em um grupo difícil e não tem jogo fácil nesse Mundial" , analisou Fabiana. 

O treinador José Roberto Guimarães fez uma análise da primeira partida das brasileiras no Mundial da Itália. 

"Poderíamos ter jogado um pouco melhor no segundo set quando deixamos a Bulgária equilibrar o jogo por termos cometido alguns erros bobos. No entanto, para uma estreia e com o nervosismo envolvido, além de um adversário difícil, foi uma boa partida. O time se comportou bem e a nossa defesa funcionou. Fizemos também oito pontos de saque, o que é efetivo, portanto estou feliz", garantiu José Roberto Guimarães. 

O JOGO

Com um ace, a ponteira Jaqueline fez o primeiro ponto da partida. As brasileiras começaram melhores e, numa largada da oposto Sheilla, fizeram 9/4. Bem no ataque e no saque, o time verde e amarelo abriu seis pontos (16/10). Com um erro das búlgaras, as atuais campeãs olímpicas fizeram 21/17. O Brasil seguiu melhor até o final e fechou a primeira parcial por 25/19. 

A Bulgária voltou melhor para o segundo set e fez 3/1. Com Fabiana bem no ataque, as brasileiras viraram o placar e abriram dois (6/4). O técnico da Bulgária pediu tempo. A parada fez bem ao time búlgaro que virou o marcador (9/8). Com três pontos seguidos de bloqueio, a equipe verde e amarela voltou a abrir no placar (11/9). No segundo tempo técnico, o grupo comandado pelo treinador José Roberto Guimarães tinha três de vantagem (16/13). Com uma boa sequência de saques, o time europeu empatou (18/18). O final da parcial foi equilibrado, mas o Brasil foi melhor nos momentos decisivos e venceu o segundo set por 25/22. 

Bem no saque e no bloqueio, o Brasil fez 5/1 no início do terceiro set. Com uma boa sequência de saques da ponteira Fê Garay, o time verde e amarelo abriu sete (10/3). As brasileiras foram para o segundo tempo técnico com seis de vantagem (16/10). As atuais campeãs olímpicas seguiram melhores até o final e venceram o terceiro set por 25/16.

EQUIPES

BRASIL – Dani Lins, Sheilla, Jaqueline, Fê Garay, Jaqueline, Fabiana e Thaísa. Líbero – Camila Brait 

Entraram – Fabíola, Tandara, Gabi e Natália 

Técnico: José Roberto Guimarães 

BULGÁRIA – Kitipova, Rabadzhieva, Ruseva, Vasileva, Filipova e Nikolova. Líbero – Filipova

Entraram –Koleva, Nenova e Dimitrova 

Técnico:Vladimir Kuzyutkin 

fonte: cbv

terça-feira, 1 de julho de 2014

WALEWSKA FECHA COM O MINAS PARA A TEMPORADA 2014/2015

Walewska agradece a torcida. – Foto: Felipe Christ/Vôlei Amil 
Foto: Felipe Christ/Vôlei Amil

Campeã olímpica nos Jogos de Pequim, em 2008, Walewska está de casa nova. Defendendo as cores do Campinas de maio de 2012 até a última temporada da Superliga feminina de vôlei, a central acertou o seu contrato com o Minas, onde foi revelada. A mineira de Belo Horizonte, de 34 anos, fica no clube até o fim da da próxima temporada. 

O técnico do Minas, Marco Queiroga, aprovou a contratação da atleta. Segundo ele, a central dará muita qualidade e experiência ao grupo mineiro. 

- A Walewska é um sonho antigo do Minas. O clube formou a atleta e abriu as portas do vôlei para ela. Temos a grata felicidade de contar com esta jogadora de altíssimo nível. Ela tem uma liderança muito grande, qualidade técnica indiscutível, experiência de campeã olímpica e experiência internacional - avaliou Queiroga.

Entre as conquistas importantes de Walewska em sua passagem pela seleção brasileira estão o bronze nas Olimpíadas de Sidney, em 2000, o tricampeonato do Grand Prix (2004, 2006 e 2008) e o ouro nos Jogos Pan-Americanos de Winnipeg, em 1999, e na Copa dos Campeões de 2013, em Tóquio, no Japão.

fonte: globoesporte.com

sexta-feira, 13 de junho de 2014

FABI NÃO JOGA MAIS PELA SELEÇÃO: "A sensação é de que a missão está cumprida"

Aos 34 anos, líbero bicampeã olímpica anuncia fim de sua trajetória com a
camisa do Brasil, mas seguirá em quadra defendendo o Rio de Janeiro

 

De uns tempos para cá, um pensamento recorrente tomou conta de Fabi. O "claro que sim" virou "não sei". A disputa dos Jogos do Rio, em 2016, começou a parecer mais distante. Vestir pela última vez a camisa da seleção, jogando no quintal de casa, diante dos olhos da família e dos amigos, era tudo o que ela queria. Mas a caminhada acabou sendo abreviada. Nesta sexta-feira, no CT de Saquarema, a bicampeã olímpica comunicou que daqui em diante será apenas mais uma torcedora do time que ajudou a transformar em potência.

- Eu vinha amadurecendo há algum tempo essa ideia. Um casamento no qual você tem dois filhos (duas medalhas olímpicas), não pode terminar assim. Você pensa, analisa os fatos, vê se você contribuiu nessa relação, se você deu o seu melhor - explicou.

Aos 34 anos, a melhor líbero do mundo seguirá apenas atuando pelo Rio de Janeiro. Decidiu que é hora de passar o bastão para as mãos de Camila Brait. Chegou a pensar seriamente nisso pouco antes das Olimpíadas de Londres. Embora estivesse mostrando a mesma entrega e desempenho, achava que o corpo tratava de lembrar que não era o mesmo de quando tinha 25. Desde então, se viu mergulhada na nostalgia. Passou a aproveitar e registrar todos os momentos. Começou a dividir treinos com estudo - faculdade de Administração a distância e inglês - já pensando na próxima fase. Era preciso decidir algo tão importante no momento certo.

- No ano passado, eu ainda não estava muito madura para tomar essa decisão. Em 20 minutos, Zé Roberto me convenceu de que eu estava equivocada. Essa é uma decisão íntima, não tenho como dizer se é certa ou errada. Mas eu sabia que esse dia iria acontecer. Para um atleta, é muito difícil saber a hora e o dia de parar. A sensação é de que a missão está cumprida - afirmou.
Virar uma página tão importante de sua vida, deixando para trás a seleção, nunca foi algo fácil para Fabi. Precisou ouvir outros grandes nomes, das quadras e até dos gramados, que já haviam passado por aquele momento para começar a conviver melhor com a ideia.  Sempre quis defender aquelas cores, ganhar aqueles títulos. E precisou de muito empenho para chegar a ser a dona daquela posição.

vôlei José ROberto guimarães e Fabi brasil treino (Foto: Danielle Rocha) 
Fabi e José Roberto Guimarães conversam fora da quadra: adeus foi muito pensado (Foto: Danielle Rocha)

Primeiro precisou convencer os vizinhos bons de bola de seu condomínio em Irajá de que apesar de pequena e magrinha tinha habilidade suficiente para ganhar um lugar no time. Na primeira chance que teve, se jogou sem medo de se machucar, para efetuar defesas. Não fugia das "pancadas" e deixou de ser "café com leite" aos olhos da turma. Passou a gostar ainda mais de vôlei por causa da Geração de Ouro de 92.

Motivada por aquela então inédita medalha olímpica dourada, virou a craque do time do colégio e só depois de ganhar um Intercolegial fez a mãe entender que não teria mais como insistir em tirar o vôlei do seu caminho. Tinha a certeza de que dona Vera, que sonhava com uma carreira mais convencional para a filha, ainda a veria dando muita entrevista na televisão. As portas se abriram no Flamengo. A rotina da então atacante para ir e voltar da Gávea consumia boas horas do dia, paciência e investimento dos pais, um motorista de táxi e uma manicure.

Depois de defender o Rubro-Negro foi jogar em Macaé. Fez o caminho de volta para o Flamengo até ser chamada por Isabel para o Vasco, onde foi campeã estadual em 2000. Aceitou em seguida a proposta para se mudar e jogar pelo Campos, comandado por Luizomar de Moura. Em 2001, veio a tão sonhada oportunidade na seleção de Marco Aurélio Motta. A partir de 2005, já com José Roberto Guimarães, foi evoluindo, ganhando espaço, até conquistar a confiança do chefe. Foi aumentando sua coleção de títulos defendendo o Brasil e também o Rio de Janeiro nas competições de clubes.

Foi se transformando numa referência de garra e liderança para as companheiras e de grande defensora para o resto do mundo. O álbum não parava de ganhar novas fotos com objetos dourados pendurados no pescoço. A casa foi ganhando novas relíquias. As camisas de várias fases de sua carreira e também as de grandes nomes do vôlei que garimpou; as bolas oficiais dos Jogos de Pequim 2008 e Londres 2012, que demandaram muito trabalho e papo para serem conseguidas; um retalho de 15cm "do piso sagrado" do bicampeonato e, claro, as duas reluzentes medalhas olímpicas.

Os itens mais recentes de seu minimuseu, vão ser os registros fotográficos de seus últimos momentos com as jogadoras e comissão técnica no CT de Saquarema, nesta semana. E esses, ninguém vai precisar pedir depois àquela que ria ao se definir como "o baú da seleção". Todas fizeram questão de fazer os cliques e guardar a recordação em bom lugar.

Principais conquistas pela seleção

Jogos Olímpicos: ouro em Pequim 2008 e Londres 2012
Mundial: prata na edições de 2006 e 2010, ambas no Japão
Grand Prix: ouro em 2005, 2006, 2008, 2009 e 2013; prata em 2010
Copa dos Campeões: ouro em 2005 e 2013; prata em 2009
Jogos Pan-Americanos: ouro em Guadalajara 2011 e prata no Rio 2007
Sul-Americano: ouro em 2003, 2005, 2007, 2009, 2011 e 2013
Torneio de Montreux: ouro em 2005, 2006 e 2009

Prêmios individuais pela seleção

Melhor líbero do Grand Prix (2002)
Melhor líbero do Sul-Americano (2003 e 2007)
MVP do Sul-Americano (2009)
Melhor líbero das Olimpíadas (Pequim 2008)
Melhor líbero e melhor defesa do Torneio de Voleibol Final Four (2008)
Melhor líbero do Torneio de Montreux (2009)
Melhor recepção da Copa do Mundo de Voleibol (2011)

fonte: globoesporte.com

terça-feira, 10 de junho de 2014

MOLICO APRESENTA MARI PARA A TEMPORADA 2014/2015

Mari veste camisa de Osasco e se diz pronta pra atender a torcida fanática 
  Foto: Rafael Zito/Divulgação


Títulos e prêmios não faltam na carreira da jogadora Marianne Steinbrecher. Campeã olímpica em 2008, Mari chega ao MOLICO/Osasco para a temporada 2014/15 e quer dar sequência a sua carreira vitoriosa no clube em que deu seus primeiros ataques como atleta profissional de voleibol. Atualmente com 30 anos, se profissionalizou na cidade de Osasco em 2000, quando tinha apenas 17 anos, e atuou pelo time osasquense até 2007. Nestes sete anos, a atleta tem como principais conquistas os quatro títulos do Campeonato Paulista (2002, 2003, 2004 e 2005) e o três da Superliga (2002/03, 2003/04 e 2004/05). 

"Estou muito feliz de voltar ao clube que fui revelada e me consagrei como atleta profissional. A expectativa é a melhor possível porque é um lugar que sempre gostei de jogar. Foram sete anos jogando em Osasco e me sinto em casa. Será uma temporada longa, com muitos jogos e campeonatos e precisamos nos manter bem o tempo inteiro. Acho que tem tudo para dar certo a formação deste novo time e venho para ajudar e fazer o meu melhor em quadra. Chego com o objetivo de conquistar títulos e seguir crescendo como jogadora", afirmou Mari.

Além das conquistas coletivas por Osasco, Mari foi eleita a melhor atacante, a maior pontuadora e a revelação da Superliga 2003/04, quando o clube foi bicampeão nacional. Está será a primeira experiência da jogadora sob o comando do técnico Luizomar de Moura e Mari não esconde a alegria de poder trabalhar com o treinador. “Outro motivo que me deixa feliz nesta volta é poder trabalhar com o Luizomar, que é um técnico que sempre admirei. Além de um profissional muito competente, ele é um cara muito bacana”, elogiou a atleta.

Com relação aos torcedores do MOLICO/Osasco, Mari conhece bem a paixão e vibração que transborda das arquibancadas do ginásio José Liberatti e garante entrega total ao time. “Estou voltando para casa. A torcida já me conhece e sabe como eu sou. Sou mais séria, todo mundo sabe do meu jeito, mas sempre que alguém vier falar comigo vou estar pronta para atender e conversar. Prometo dar o meu melhor dentro de quadra”, concluiu Mari. 

Com a chegada de Mari, o MOLICO/Osasco tem dez jogadoras confirmadas para a temporada 2014/15. Adenízia, Thaisa, Camila Brait, Gabi e Marjorie renovaram seus contratos e o clube já oficializou as contratações de Diana (ex-São Caetano), Samara e Lara (ex-Pinheiros), e Ivna (ex-SESI). Depois da primeira passagem por Osasco (2000 a 2007), Mari atuou por Scavolini Pesaro, da Itália (2007-2008), São Caetano/Blausiegel (2008-2010), Unilever (2010-2012), Fenerbahçe Acibadem, da Turquia (2012-2013), e Banana Boat/Praia Clube (2013-2014).

fonte: melhor do vôlei

BANANA BOAT/PRAIA CLUBE CONTRATA A NORTE-AMERICANA BAILEY WEBSTER

 Divulgação


O Banana Boat/Praia Clube contratou a ponteira norte-americana Bailey Marie Webster. Com 23 anos, ela atuava no Texas Longhorns, dos Estados Unidos, e neste ano defendeu a seleção do país, no Campeonato da Norceca. Na ocasião, a jogadora ajudou o time a se classificar para o Mundial da Itália.

Webster é a terceira jogadora dos Estados Unidos a defender as cores do Praia Clube. Recentemente, Dani Scott e Kim Glass atuaram pelo clube de Uberlândia (MG).

fonte: saque viagem


segunda-feira, 19 de maio de 2014

COMO PREVISTO SHEILLA É APRESENTADA PELO VALKIFBANK

A atleta assinou contrato e vai refazer dupla de sucesso com Carolina Costagrande. 
Foto: Divulgação/Vakifbank.

Poucos dias depois de oficializar a saída do Molico/Osasco, Sheilla foi apresentada como novo reforço do VakifBank-TUR para a temporada 2014/15. O evento aconteceu nesta segunda-feira (19), em Istambul, na Turquia.

A bicampeã olímpica chega para ocupar a vaga deixada pela sérvia Brakocevic, que está de partida para o Azerbaijão. "Estou feliz em fazer parte de uma equipe tão forte. O único título que falta eu ganhar na minha carreira é a Liga dos Campeões, e estou ansiosa para ir para quadra junto com meu time”, afirmou.  

O acerto com o time de Giovanni Guidetti marca o retorno de Sheilla para a Europa após seis anos no voleibol brasileiro. Até 2008, a oposta defendeu o italiano Pesaro.
 

fonte: saque viagem

segunda-feira, 12 de maio de 2014

MERCADO: O BANANA BOAT/PRAIA CLUBE REPATRIA SASSÁ

Sassá faz 12 pontos em vitória do Tauron na Polônia   
Foto: Tauron MKS Dabrowa Górnicza

A equipe Banana Boat/Praia Clube contratou a ponteira Wélissa de Souza Gonzaga, mais conhecida como Sassá, de 31 anos. A experiente atleta foi campeã olímpica com a Seleção Brasileira nas Olimpíadas de Pequim, em 2008. Na temporada 2011/2012 da Superliga, Sassá marcou 280 pontos, sendo 245 de ataque, 22 de bloqueio e 13 de saque, defendendo o SESI, de São Paulo.

Pelo Rio de Janeiro, Wélissa atuou de 2001 a 2008, conquistando vários títulos sob o comando do técnico Bernardinho, entre eles, o tricampeonato da Superliga. Na temporada 2009/2010, mais um título nacional, dessa vez, com o Osasco (SP). Recentemente, a jogadora atuou no voleibol europeu, no MKS Dąbrowa Górnicza, da Polônia.

Clubes que defendeu ao longo da carreira:

Vasco da Gama (RJ) 2000 a 2001
Rexona-Ades (RJ) 2001 a 2008
Finasa/Osasco (SP) 2008 a 2009
Sollys/Osasco (SP) 2009 a 2011
SESI-SP 2011 a 2012
MKS Dąbrowa Górnicza (Polônia) 2013 a 2014

fonte: melhor do vôlei

sexta-feira, 9 de maio de 2014

SESI-SP: FABIANA RENOVA E CLAUDINHA PARA O LUGAR DE DANI LINS

A central Fabiana foi o destaque do Sesi na vitória que abriu a semifinal da Superliga - Divulgação
Divulgação

O Sesi, atual campeão sul-americano feminino, definiu dois importantes reforços para a próxima temporada.

A central Fabiana, capitã do time, acertou sua renovação de contrato. Antes de definir ontem sua continuidade no time, Fabiana disse não para uma oferta do Dínamo Krasnodar, da Rússia.

Já uma cara nova na equipe dirigida por Talmo será a levantadora Claudinha, que ficou sem time após o fim do patrocínio da Amil ao Campinas.

Claudinha chegará com a difícil tarefa de substituir Dani Lins.

fonte: saque lancenet

quinta-feira, 8 de maio de 2014

FOFÃO RENOVA COM A UNILEVER

Fernando Maia/Mpix


Prevaleceu a velha máxima na Unilever: Em time que se ganha não se mexe.

Sendo assim, o clube optou em renovar os contratos das jogadoras Fofão e Roberta. As levantadoras permanecem no Rio para a temporada 2014/2015.

A filosofia será basicamente a mesma já que Fofão completará 45 anos durante o andamento da próxima superliga.

As duas devem se revezar. Roberta sendo mais utilizada e Fofão tendo tratamento diferenciado e sendo preparada e utilizada por Bernardinho nos jogos mais importantes do clube.

Será a terceira temporada consecutiva de Fofão no Rio.

A Unilever fechou com Natália e as duas vão reeditar a dupla campeã brasileira em 2012/13.

Gabi e Carol, convocadas para a seleção brasileira, também renovaram e a central Mayhara, contratada ao Praia Clube, chega para compor o elenco.

fonte: blog bruno voloch

segunda-feira, 5 de maio de 2014

MICHELLE É CONTRATADA PELO BRASÍLIA

Michelle deixa o Praia e vai para Brasília  
Foto: Divulgação
 
Após chegar aos playoffs em seu primeiro ano de Superliga, o Brasília Vôlei já reforça sua equipe para a temporada que vem. Depois de acertar com as jogadoras Pri Heldes, Ananda, Roberta e Edna, o time confirmou mais um reforço, que pode ser considerado o principal até o momento: Michelle Pavão.

A jogadora defendeu o Banana Boat/Praia Clube nas duas últimas temporadas. Michelle volta a trabalhar com Sérgio Negrão, seu treinador no Macaé.

Além das cinco contratações, o Brasília já confirmou as renovações de Érika, Elisângela e Verê. Paula Pequeno ainda não acertou, mas deve renovar com o time.

fonte: melhor do vôlei

MARIANA COSTA FECHA COM O MARANHÃO

Mari Paraíba é o primeiro reforço do Maranhão Vôlei 
  Foto: Divulgação
Último colocado na Superliga 2013/2014, o Maranhão Vôlei começou a se movimentar para formar seu novo elenco. Líder de público da Superliga, os torcedores terão mais um grande motivo para comparecer ao Castelinho. Primeira Miss Vôlei, Mari Paraíba é a nova jogadora do time.

Aos 27 anos, a jogadora com passagem por Osasco, Pinheiros, Macaé, Mackenzie, São Caetano, Minas e Vôlei de Praia estava no Barueri, que ainda não sabe se irá manter sua equipe para a próxima temporada.

A jogadora trabalhou com o técnico Chicão no São Caetano, quando o time patrocinado pela Blausiegel e contando com as campeãs olímpicas Mari, Sheilla e Fofão foi terceiro na Superliga.

Além dela, o Maranhão confirma a permanência da central Adriani, que renovou por mais uma tempora. Em compensação, já estão confirmadas as saídas de Ednéia, que vai par a Uniara, e de Anny, que vai para Rio Claro. 

fonte: melhor do vôlei

ANDREIA LAURENCE ACERTA COM A UNILEVER

Oposto da seleção brasileira é a nova jogadora da Unilever 
  Foto: Alexandre Arruda/CBV
 
Após anunciar a saída da canadense Sarah Pavan, que atuou por dois anos na equipe, a Unilever, atual campeã da Superliga, já tem uma nova oposta e da seleção brasileira. Andreia Laurence, ex-Pinheiros é a mais nova contratação da equipe.

A jogadora de 31 anos foi a grande referência do jovem time do Pinheiros nas últimas duas temporadas. Além de capitã, foi a maior pontuadora do time nas duas últimas Superligas. O reconhecimento veio neste último mês, quando José Roberto Guimarães a convocou para a seleção que treina em Saquarema.

Esta é a segunda contratação da Unilever, que já acertou com a central Mayhara, ex-Praia Clube.

fonte: melhor do vôlei