
Nem a força do saque e nem a presença de Tandara – maior pontuadora da fase classificatória da Superliga Feminina de vôlei 09/10 – foram suficientes para impedir que a Unilever (RJ) saísse na frente Da Cativa/Oppnus (SC) no primeiro confronto das quartas-de-final da competição. Nesta sexta-feira (26.03), o time carioca ganhou por 3 sets a 0 (25/17, 25/20 e 25/21), em 1h35 de jogo, no ginásio Ralf Knaesel, em Pomerode (SC).
Com a vitória, as atuais campeãs da Superliga estão a uma vitória de garantir vaga nas semifinais. Na próxima segunda-feira (29.03), os dois times estarão novamente frente a frente. Desta vez, no ginásio do Maracanãzinho, no Rio de Janeiro, a partir das 19h30. Para a Cativa/Oppnus, só a vitória interessa para empatar o playoff e provocar a terceira partida.
Nas semifinais, o vencedor do confronto entre Unilever e Cativa/Oppnus duelará contra o ganhador da série entre Blausiegel/São Caetano (SP) e Usiminas/Minas (MG).
O destaque do jogo foi a oposto Joycinha, da Unilever. A atacante marcou 15 pontos e foi a maior pontuadora do confronto.
Após a partida, a campeã olímpica Fabi, da Unilever, festejou a vitória. “Sacamos e bloqueamos bem e conseguimos ter uma boa atuação. Sabíamos que teríamos dificuldade nessa partida. A equipe da Cativa mescla experiência com juventude. Não está nada decidido. Mas a pressão delas é maior porque terão que vencer dois jogos na nossa casa. Espero contar com a ajuda da nossa torcida para termos mais uma boa atuação e conseguirmos a classificação para as semifinais”, avaliou a líbero
Tandara não consegue explicar atuação
Aposta maior da Cativa/Oppnus, a oposto Tandara não teve a atuação esperada. Maior pontuadora da Superliga na fase classificatória, a atacante não conseguiu palavras para avaliar seu desempenho.
“Não sei explicar o que aconteceu. Não consegui rodar as principais bolas. Não soubemos aproveitar as nossas chances. Agora, nossa responsabilidade aumenta para conseguirmos a classificação. Teremos que trabalhar de forma diferente do que fizemos para esse jogo”, tentou explicar Tandara, que marcou 10 pontos na partida e, ao lado da central Edna, foi quem mais marcou pela equipe catarinense.
O jogo
A Cativa/Oppnus jogou desfalcada da ponteira Verônica. Com dores no ombro, a atacante foi substituída por Juliana Amaral. Já a Unilever pôde contar com a ponteira Regiane e jogou completa.
A partida começou com as donas da casa cometendo muitos erros no ataque. Com isso, a Unilever aproveitou para abrir seis pontos de vantagem (10/4). O time catarinense ainda chegou a encostar (11/13). Mesmo assim, a superioridade técnica da Unilever prevaleceu.
A Cativa/Oppnus continuou falhando nos ataques e contra-ataques, enquanto o time carioca manteve a regularidade. Desta forma, a Unilever marcou 25/17 e fechou a primeira parcial no ataque da ponteira Érika pela entrada da rede.
A Cativa/Oppnus começou o segundo set com a levantadora Flavinha, que havia entrado no final da primeira parcial para substituir Karine, com dores no cotovelo após pancada com a companheira Flúvia na descida de um bloqueio.
E a segunda parcial foi mais disputada no início. A Cativa/Oppnus pressionou e não deixou a Unilever deslanchar. Até o 14º ponto, as anfitriãs conseguiram manter apenas dos pontos de desvantagem. No bloqueio de Érika sobre Tandara, a Unilever chegou à segunda parada técnica (16/13).
Mas, diferente do primeiro set, a Unilever cometeu muitos erros e deixou a Cativa/Oppnus empatar e virar (18/17). No entanto, na reta final, a experiência do time carioca falou mais alto. A Unilever virou e abriu 22/20. E, depois de Tandara invadir a linha dos três metros, as atuais campeãs da Superliga fecharam em 25/20.
A Cativa/Oppnus entrou para o terceiro set disposta a não deixar as adversárias fecharem a partida e abriram logo 3/0. Imediatamente o técnico Bernardinho parou o jogo e chamou a atenção da equipe da Unilever, que se reencontrou em quadra e empatou em 7/7.
Mais uma vez, os erros do time catarinense ajudaram o grupo carioca, que deslanchou no marcador e, com facilidade, chegou à segunda parada técnica com seis pontos de vantagem (16/10). Tudo parecia se encaminhar para um final de set tranquilo. No entanto, a Cativa/Oppnus aproveitou os erros da Unilever e diminuiu a diferença para dois pontos (22/20). Mas as donas da casa não conseguiram virar o placar, e a Unilever, no erro de saque adversário, fechou o set em 25/21.
Com a vitória, as atuais campeãs da Superliga estão a uma vitória de garantir vaga nas semifinais. Na próxima segunda-feira (29.03), os dois times estarão novamente frente a frente. Desta vez, no ginásio do Maracanãzinho, no Rio de Janeiro, a partir das 19h30. Para a Cativa/Oppnus, só a vitória interessa para empatar o playoff e provocar a terceira partida.
Nas semifinais, o vencedor do confronto entre Unilever e Cativa/Oppnus duelará contra o ganhador da série entre Blausiegel/São Caetano (SP) e Usiminas/Minas (MG).
O destaque do jogo foi a oposto Joycinha, da Unilever. A atacante marcou 15 pontos e foi a maior pontuadora do confronto.
Após a partida, a campeã olímpica Fabi, da Unilever, festejou a vitória. “Sacamos e bloqueamos bem e conseguimos ter uma boa atuação. Sabíamos que teríamos dificuldade nessa partida. A equipe da Cativa mescla experiência com juventude. Não está nada decidido. Mas a pressão delas é maior porque terão que vencer dois jogos na nossa casa. Espero contar com a ajuda da nossa torcida para termos mais uma boa atuação e conseguirmos a classificação para as semifinais”, avaliou a líbero
Tandara não consegue explicar atuação
Aposta maior da Cativa/Oppnus, a oposto Tandara não teve a atuação esperada. Maior pontuadora da Superliga na fase classificatória, a atacante não conseguiu palavras para avaliar seu desempenho.
“Não sei explicar o que aconteceu. Não consegui rodar as principais bolas. Não soubemos aproveitar as nossas chances. Agora, nossa responsabilidade aumenta para conseguirmos a classificação. Teremos que trabalhar de forma diferente do que fizemos para esse jogo”, tentou explicar Tandara, que marcou 10 pontos na partida e, ao lado da central Edna, foi quem mais marcou pela equipe catarinense.
O jogo
A Cativa/Oppnus jogou desfalcada da ponteira Verônica. Com dores no ombro, a atacante foi substituída por Juliana Amaral. Já a Unilever pôde contar com a ponteira Regiane e jogou completa.
A partida começou com as donas da casa cometendo muitos erros no ataque. Com isso, a Unilever aproveitou para abrir seis pontos de vantagem (10/4). O time catarinense ainda chegou a encostar (11/13). Mesmo assim, a superioridade técnica da Unilever prevaleceu.
A Cativa/Oppnus continuou falhando nos ataques e contra-ataques, enquanto o time carioca manteve a regularidade. Desta forma, a Unilever marcou 25/17 e fechou a primeira parcial no ataque da ponteira Érika pela entrada da rede.
A Cativa/Oppnus começou o segundo set com a levantadora Flavinha, que havia entrado no final da primeira parcial para substituir Karine, com dores no cotovelo após pancada com a companheira Flúvia na descida de um bloqueio.
E a segunda parcial foi mais disputada no início. A Cativa/Oppnus pressionou e não deixou a Unilever deslanchar. Até o 14º ponto, as anfitriãs conseguiram manter apenas dos pontos de desvantagem. No bloqueio de Érika sobre Tandara, a Unilever chegou à segunda parada técnica (16/13).
Mas, diferente do primeiro set, a Unilever cometeu muitos erros e deixou a Cativa/Oppnus empatar e virar (18/17). No entanto, na reta final, a experiência do time carioca falou mais alto. A Unilever virou e abriu 22/20. E, depois de Tandara invadir a linha dos três metros, as atuais campeãs da Superliga fecharam em 25/20.
A Cativa/Oppnus entrou para o terceiro set disposta a não deixar as adversárias fecharem a partida e abriram logo 3/0. Imediatamente o técnico Bernardinho parou o jogo e chamou a atenção da equipe da Unilever, que se reencontrou em quadra e empatou em 7/7.
Mais uma vez, os erros do time catarinense ajudaram o grupo carioca, que deslanchou no marcador e, com facilidade, chegou à segunda parada técnica com seis pontos de vantagem (16/10). Tudo parecia se encaminhar para um final de set tranquilo. No entanto, a Cativa/Oppnus aproveitou os erros da Unilever e diminuiu a diferença para dois pontos (22/20). Mas as donas da casa não conseguiram virar o placar, e a Unilever, no erro de saque adversário, fechou o set em 25/21.
CATIVA/OPPNUS: Karine, Tandara, Suelle, Ju Amaral, Edna e Flúvia. Líbero – Nine.
Entraram – Flavinha, Puly, Bruna e Fernanda Ísis - V Técnico: Rogério Portela
Entraram – Flavinha, Puly, Bruna e Fernanda Ísis - V Técnico: Rogério Portela
UNILEVER: Dani Lins, Joycinha, Érika, Regiane, Fabiana e Carol Gattaz. Líbero – Fabi.
Entraram – Amanda, Michelle e Monique - Técnico: Bernardinho
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