Divulgação/CEV

Kozuch, Furst e Brinker contra Costagrande, Gioli e Piccinini. É este encontro de estrelas do vôlei mundial que promete agitar Belgrado, neste sábado (1º), em uma das semifinais do Campeonato Europeu. E, para se colocar no caminho da bicampeã Itália, a Alemanha fez bonito diante da República Tcheca.
Após um início preocupante, as comandadas de Giovanni Guidetti se recuperaram na partida desta quinta e anotaram 3 sets 0 (25/18, 25/20 e 25/17). Pela segunda vez consecutiva, as germânicas festejaram a passagem para as semifinais do Europeu, enquanto as tchecas se despediram com o consolo de terem feito a melhor campanha desde 1997.
O favoritismo da Alemanha não se confirmou no início do duelo, prestigiado por poucas pessoas em Belgrado. O time de Guidetti abusou dos erros e viu as tchecas gostarem da partida. Não demorou, porém, para a Alemanha se acertar e fazer valer o melhor conjunto. A partir do 12º ponto, Kozuch e cia. dominaram as oponentes.
O saque alemão funcionou o colocou em dificuldade a recepção tcheca. Bola de segurança do time, a oposta Havlickova deixou a situação ainda mais difícil depois de desperdiçar o 13º ponto (14/12). Desgostoso, o técnico Jiri Siller brecou o duelo. As tchecas, porém, não conseguiram sair da situação de desconforto.
Enquanto isso, a Alemanha aproveitou para marcar de tudo que foi lado da quadra. Com Brinker pela extremidade da rede, o elenco de Guidetti foi a 18 a 13. E a vida alemã ficou ainda mais favorável depois que a República Tcheca errou duas bolas na sequência, permitindo o 25º ponto rival (25/18).
A Alemanha começou mandando no duelo desde o princípio do primeiro set. E, para isso, teve a favor os erros das tchecas no passe e ataque. Erros que estiveram bem longe da quadra germânica, que foi para a primeira parada técnica com 8 a 6 no marcador. Mais três pontos da Alemanha provocaram o pedido de tempo de Siller.
A chamada de atenção do tcheco mexeu com Havlickova e cia., que voltaram a entrar no jogo e ficaram a apenas um ponto das adversárias. Vendo o time com dificuldade, Giovanni Guidetti optou por brecar o duelo depois que Grun parou no bloqueio rival (13/12). E deu certo. A Alemanha abriu frente e foi para o tempo técnico com 16 a 13.
Mais uma vez, o sexteto alemão abriu vantagem sobre as oponentes, mas voltou a ser pressionado. O jogo ficou equilibrado até o 21º ponto das alemãs. Daí para frente, a República Tcheca perdeu o fôlego e parou de marcar. A Alemanha aproveitou o momento ruim das rivais e chegou primeiro aos 25 pontos (25/20).
A um set da vaga nas semifinais, a Alemanha entrou na terceira parcial ainda mais concentrada e agressiva no saque. Já a República Tcheca pareceu desanimada e sem forças para buscar uma virada. Com isso, o duelo só registrou alguma igualdade na disputa dos primeiros pontos. Depois, Kozuch e cia. estiveram sempre à frente.
Com 12 a 9 desfavoráveis, a República Tcheca tentou arrumar a casa e parou o set. O time de Siller, porém, não reagiu. O passe comprometeu a virada de bola da equipe, que ficou com as jogadas marcadas e tomou seguidos pontos de bloqueio. Apenas na última parcial, as alemãs comemoraram seis interceptações precisas.
Do outro lado, Brinker comandou o setor ofensivo alemão, que levou vantagem sobre a marcação rival na maior parte da disputa. O saque também foi outro diferencial e fez com que o elenco liderasse com sobras o último set. Set que foi finalizado pela ponteira Grun, que levou a Alemanha às semifinais do Europeu.
fonte: saque viagem
Após um início preocupante, as comandadas de Giovanni Guidetti se recuperaram na partida desta quinta e anotaram 3 sets 0 (25/18, 25/20 e 25/17). Pela segunda vez consecutiva, as germânicas festejaram a passagem para as semifinais do Europeu, enquanto as tchecas se despediram com o consolo de terem feito a melhor campanha desde 1997.
O favoritismo da Alemanha não se confirmou no início do duelo, prestigiado por poucas pessoas em Belgrado. O time de Guidetti abusou dos erros e viu as tchecas gostarem da partida. Não demorou, porém, para a Alemanha se acertar e fazer valer o melhor conjunto. A partir do 12º ponto, Kozuch e cia. dominaram as oponentes.
O saque alemão funcionou o colocou em dificuldade a recepção tcheca. Bola de segurança do time, a oposta Havlickova deixou a situação ainda mais difícil depois de desperdiçar o 13º ponto (14/12). Desgostoso, o técnico Jiri Siller brecou o duelo. As tchecas, porém, não conseguiram sair da situação de desconforto.
Enquanto isso, a Alemanha aproveitou para marcar de tudo que foi lado da quadra. Com Brinker pela extremidade da rede, o elenco de Guidetti foi a 18 a 13. E a vida alemã ficou ainda mais favorável depois que a República Tcheca errou duas bolas na sequência, permitindo o 25º ponto rival (25/18).
A Alemanha começou mandando no duelo desde o princípio do primeiro set. E, para isso, teve a favor os erros das tchecas no passe e ataque. Erros que estiveram bem longe da quadra germânica, que foi para a primeira parada técnica com 8 a 6 no marcador. Mais três pontos da Alemanha provocaram o pedido de tempo de Siller.
A chamada de atenção do tcheco mexeu com Havlickova e cia., que voltaram a entrar no jogo e ficaram a apenas um ponto das adversárias. Vendo o time com dificuldade, Giovanni Guidetti optou por brecar o duelo depois que Grun parou no bloqueio rival (13/12). E deu certo. A Alemanha abriu frente e foi para o tempo técnico com 16 a 13.
Mais uma vez, o sexteto alemão abriu vantagem sobre as oponentes, mas voltou a ser pressionado. O jogo ficou equilibrado até o 21º ponto das alemãs. Daí para frente, a República Tcheca perdeu o fôlego e parou de marcar. A Alemanha aproveitou o momento ruim das rivais e chegou primeiro aos 25 pontos (25/20).
A um set da vaga nas semifinais, a Alemanha entrou na terceira parcial ainda mais concentrada e agressiva no saque. Já a República Tcheca pareceu desanimada e sem forças para buscar uma virada. Com isso, o duelo só registrou alguma igualdade na disputa dos primeiros pontos. Depois, Kozuch e cia. estiveram sempre à frente.
Com 12 a 9 desfavoráveis, a República Tcheca tentou arrumar a casa e parou o set. O time de Siller, porém, não reagiu. O passe comprometeu a virada de bola da equipe, que ficou com as jogadas marcadas e tomou seguidos pontos de bloqueio. Apenas na última parcial, as alemãs comemoraram seis interceptações precisas.
Do outro lado, Brinker comandou o setor ofensivo alemão, que levou vantagem sobre a marcação rival na maior parte da disputa. O saque também foi outro diferencial e fez com que o elenco liderasse com sobras o último set. Set que foi finalizado pela ponteira Grun, que levou a Alemanha às semifinais do Europeu.
fonte: saque viagem
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